19 de fev de 2011

capitulo 25

Posted by sandry costa On 2/19/2011 2 comments




Sonhos de uma dia melhor.

Não sabia como descrever  o mal estar que eu tive, minhas pernas ganharam vida própria, EJ sem saber me seguia fazendo perguntas, que no momento não conseguia formular alguma resposta, minha filha estava em perigo, isso não tinha duvidas.Me troquei e corri escada a baixo, quando consegui , avistei uma esme aflita vindo ate minha casa.
                                                           
-O que ouve?
Perguntei sem já paciência, sabia que era coisa ruim, e com minha filha, esme não tinha condições de dizer.
-Eles a levaram.
Olhando para o nada ela finalmente me disse.EJ sem entender nada continuava suas perguntas a ela que num tinha com explicar, mas eu sim, eu sabia, Angelinne havia sido levada, minha filha não estava em meus braços.
Não exitei em esperar disparei em toda minha velocidade mata a dentro, meu medo não me deteria, não conseguia sentir minhas pernas, a qualquer instante eu cairia, mas de algum lugar eu tinha forças.Em uma conversa difundo pude ouvir ESme disser que todos os Cullens estavam a procura de seu cheiro, eu não seria exceção.
Me entreguei a meus instintos não só felinos, mas também maternos e corri,não estava mais sozinha, todos os Cullens corriam ao meu redor, mas minha mente não funcionava a não ser minha caça.
Não queria saber como ela sumiu, só a queria aqui comigo, meus braços ardiam por sua ausência, meu peito doía só de saber se estava bem,ou ate mesmo viva.
Não conseguia continuar, minha visão embaçou, gritos abafados por socorro me atingiram, sua doce voz de fundo, fraca, escuro, frio, duro, era tudo que eu sentia, de alguma forma era como se estivesse La, murmurinhos atrás de mim me fizeram voltar a mim, todos ao meu redor me olhavam espantados, talvez pelo motivo de poder ter visões.
Talvez seria um dom que nunca havia descoberto, mas se fosse seria muito utel, num tive tempo de explicar, deixei para Edward passar tudo que vi ao restante, minha fúria a cada passo que dava aumentava, meu coração latejava, tudo em mim era vermelho, sabia que estava viva, era meu ponto para continuar.
Olhei para o céu um lua nova brilhava no alto, seu luz apagada me fazia lembrar de como eu era por dentro,já havíamos corrido parte da noite, e nenhum indicio de que alguém esteve ali,o cheiro de noite me confundia, os animais noturnos a nossa frente saiam de onde passávamos, e mais e mais minha angustia aumentava, de alguma forma estava ligada a ela.
-Precisa descansar.
Todos imploravam para eu parar, minha mãe tentava ter alguma visão, mas era escuro para ela como para mim, depois daqueles fleches num tive mais nada, talvez meu dom fosse conseguir me conectar com uma pessoa ao ponto de sentir suas emoções no extato momento, Edward ate imagina que eu poderia ler sua mente, mas ainda num conseguia.
Minha garganta começou a queimar,ataquei uns veados que estavam no caminho, mas não saciavam minha sede.

Pov EJ
Já se haviam se passado 1 semana no qual Angel sumiu, 1 semana no qual não paramos de procura-la, minha dor era imensa, minha filha estava sumida, e não podia fazer nada, uma parte de mim tinha sido arrancada, talvez meu coração, mesmo Amando Anne  incondicionalmente não conseguia pensar em um mundo no qual Angel num estivesse, mesmo num tendo o mesmo sangue, era um ligação mais profunda.
Não conseguia imagina a dor em que minha esposa estava, rodamos a floresta inteira, mas anda.
Talvez devessemos parar e esperar, mas ninguém cedia ao cansado, principalmente Anne e Alice.
Bia veio nos ajudar, ela estava muito afastada ultimamente com Tia Rose e Tio Emm, consolando sua amiga, uma lágrima escorreu de meus olhos.Anne percebeu e veio ate mim.
Secando minhas lágrimas me deu um abraço no qual fora diferente, mágico talvez.
-Vamos acha-la.
Eu disse em sua orelha, sabia que ela sofria, mas do que qualquer outro aqui, mas a Esperança é a ultima que morre.
Meio contra vontade dela, Anne e eu voltamos par casa junto da família, não conseguíamos voltar pro chalé no qual havia tantas lembranças dela, seu cheiro ainda permanecia no local, doce e delicado.
Sua imagem não saia de minha cabeça durante esses dias, quando chegamos na mansão Anne se sentou perto da janela e de La não saiu durante os últimos 2 dias.
Dias de tristeza os cullens passaram, A cada minuto que passava eu desejava morte de feitor que a levou de meus braços.
Tomei um banho e desci para junto de minha família que já num tinha tantas esperanças do que a 2 dias atrás.
Sentei entre meus pais e abracei fortemente minha mãe.
-Vai ficar tudo bem.
Ela dizia entre lágrimas, nunca via minha mãe chorar, mas esse era o motivo, sua única netinha sumirá, sua única neta desaparecera.
Nessa incerteza de nosso inimigo La fora ficamos nesse dilema por mais 15 dias.

2 comentários:

ola
posso pedir-te para nao demorares muito a postar outro cap este ficou muito giro.
eu ate me arrisco a dizer que ficou comovente, a serio ate chorei a ler.
tou a adorar ler a tua historia nao pares de escrever.
nao demores muito a postar outro cap tou a ficar ansiosa, e se poderes nao deixes mais eles sem a sua filha e muito mau os pais nao saberem dos filhos isso magoa muito.
jinhos adorei este cap...
:)

Realmente eu li os dois capitulos ontem,
e nao deu pra deixar comentarios, esta
contagiante e triste admito, a perda de
um filho é ruim ainda mais quando não se
sabe quem a levou e o que possa estar acontecendo
com ela.
Nao demoro por favor.

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