Por trás de toda tristeza á felicidade
- Eu não queria, eu tentei mesmo senti o mesmo que você. – Olhei para o chão. – Só que o sentimento não veio.
POV: Hinnata
Quando cheguei em casa, antes mesmo de pula a janela para dentro do quarto eu peguei uma toalha e corri para o banheiro. Arranquei minhas roupas apressadamente e entrei no chuveiro, era incrível como a água tirava o peso de cima de minhas costas, pena que isso não acontecia eternamente.
Sai do banho enrolada a toalha e com as mãos e pés todos enrugados, ouvi barulho na cozinha e caminhei ate lá. Amélia estava preparando café da manhã e não percebeu que eu estava olhando para ela. Quando ela se virou para colocar os ovos no prato me viu e sorriu, mas eu percebi pelas batidas aceleradas de seu coração, que havia tomado um susto.
- Me deu um susto, mas Bom Dia querida. – E despejou os ovos no prato.
- Bom Dia Amélia. – Sorri e fui saindo da cozinha para voltar ao quarto.
Coloquei minhas peças intimas, mas diferente do que eu costumava fazer, não me joguei na cama, eu me sentia leve demais naquele momento para me jogar na cama e quando acorda está com aquele peso novamente.
Coloquei apenas um short jeans e uma blusa de mangas laranja. E sai do quarto para estender minha toalha, mas antes secando meus cabelos.
Estendi a toalha e fui para a cozinha, eu estava faminta, de um jeito que eu não me sentia há tempos, mas eu também me sentia feliz, como se algo que eu tanto esperava fosse acontecer, e isso me deixava mais faminta ainda, o que era bastante estranho.
Quando entrei na cozinha vovô Billy já estava com cara de bobo encostado na mesa olhando para Amélia que cozinhava. Arrastei a cadeira fazendo-o me olhar assustado.
- Queria te falar uma coisa. – Billy disse serio.
- Pode falar vovô.
- Eu ia falar ontem, só que era seu aniversario e eu preferi deixar para hoje.
- Deixa de enrolação, pode falar logo Vovô. – Ele sorriu tímido.
- Eu e Amélia, pretendemos fazer uma viagem para o Havaí, ficaríamos só uns 8 a 9 dias, se importa querida? – Sorri, eu realmente não ligava para isso, apesar de na ultima viagem de pessoas tão amadas ter acontecido uma tragédia, ignorei esse pensamento.
- É isso? A tudo bem, boa viagem.
- Só.. que vamos hoje. – Dei de ombros e comecei a comer os ovos que Amélia havia colocada em um prato para mim.
- Tudo bem, de qualquer jeito boa viagem. – Disse ainda mastigando.
- Eu sabia que ela não ficaria irritada amor. – Amália disse sorrindo angelicalmente, era incrível como ela era amorosa, e como eu me sentia amada perto dela.
- Mas, que horas vocês vão? – Perguntei voltando a comer.
- Daqui a 2 horas. – Vovô disse se levantando e indo para o quarto. – Temos que termina de arruma as coisas ainda.
- Ta. – Continuei na cozinha comendo e depois voltei para o quarto.
Finalmente o cansaço havia chegado, e eu precisava dormi. Joguei-me na cama e apaguei, não totalmente pois tive um sonho bem estranho.
“Eu corria pela floresta, e meu coração estava acelerado, só que eu tinha plena certeza do que eu fazia, que para o lugar para onde eu ia era o lugar certo, e então eu o vi, um rapaz moreno, com cabelos pretos e incríveis olhos azuis cintilantes, ele era estranho mais ao mesmo tempo tão familiar, e então nossos olhos realmente se encontraram e eu senti um turbilhão de emoções.”
Acordei assustada, o sonho tinha sido tão real, e agora mais do que nunca eu sabia que deveria sair pelo mundo a fora para encontrar minha impressão, minha alma gêmea, pois ela estaria me esperando, mesmo sem saber disso ainda.
Levantei da cama e comecei a arrumar uma mochila, eu precisava estar preparada, caso eu sentisse novamente aquele sentimento de que deveria parti.
Coloquei algumas poucas roupas, e um tênis dentro da bolsa, e deixei meu violão do lado.
Sai do quarto e vi varias malas no sofá, e depois Billy e Amélia saindo do quarto já arrumados.
- Já estão indo? – Perguntei indo para cozinha pegar um copo d’água.
- Já, se não perdemos o voou. – Bebi minha água e andei ate os dois.
- Boa Viagem. – Beijei o rosto de ambos e abracei.
- E só alguns dias, depois estaremos de volta. – Amélia disse.
- Eu sei. – Billy enquanto isso ia até o sofá e pegava algumas malas, fui ajudá-lo.
Colocamos tudo dentro do carro e eles partiram. Eu só desejava que nada acontecesse que eles voltassem bem sem nada fora do lugar ou algum pedaço faltando.
Voltei para o quarto e fiquei totalmente inquieta, eu tinha uma vontade louca de entrar na floresta e correr para onde minhas pernas quisessem ir, só que eu sabia que isso poderia ser um erro, mas o problema todo era eu não sentia que fosse um erro.
Levantei da cama e fui tomar outro banho, talvez eu pareasse de ter aqueles pensamentos loucos de sair correndo feito uma maluca pela floresta.
Tomei meu banho, demorado por sinal, e fui para o quarto, coloquei minhas roupas intimas e quando eu estava colocando o short, ouvi um barulho de uma janela abrindo, e logo percebi que era o Guto que entrava para dentro de meu quarto todo sorridente.
- Cheguei em boa hora. – Disse, e eu corei, ele estava olhando para meus seios com como totalmente sedento.
- Guto. – Praticamente gritei e coloquei a mão em cima dos seios, cruzando os braços.
- Calma amor. – Ele disse se jogando na cama.
Eu procurava uma camiseta confortável na gaveta, quando achei e ia me vesti ela, senti que Guto havia puxado da minha mão, e quando eu verei para reclamar e brigar com ele, um beijo avassalador e totalmente cheio de desejo tomou minha boca.
POV Guto.
Eu analisava minha namorada, o seu corpo perfeito e muito bem dotado parecia me chamar, e o meu corpo chamava por ela como sempre. Ela procurava uma blusa na gaveta, e todos os seus movimentos era tão insinuantes, mesmo ela não querendo.
Então quando Hinnata ia colocar a blusa eu puxei de sua mão e invadi sua boca. Eu estava sedento por ela, e hoje mais do que nunca, queria ela por inteira só para mim.
A puxei para cama com ferocidade, e ela no mesmo instante correspondeu. Eu sabia que estava sendo abusado, mas hoje ela estava totalmente irresistível, e mesmo eu estando abusado eu realmente não ligava.
POV Hinnata.
Eu sabia o que o Guto queria, e não sabia como afastá-lo sem deixar ele magoado. Então eu somente correspondi, um ato que eu realmente não queria.
Eu sabia que aquilo era errado, não que eu achasse que fazer sexo fosse errado, eu só sabia que eu e ele não deveríamos fazer tal coisa. Mas enquanto a coragem de afastá-lo não vinha, eu somente continuava o ato.
POV Guto
Hinnata me correspondia e isso me deixa imensamente feliz, ela me queria tanto quanto eu a queria, e isso era extremamente bom, finalmente ela estava me correspondendo.
Comecei a beijar seu pescoço, dando leves mordidas. Eu já estava excitado, mas tinha que ir com calma, afinal aquela seria minha primeira vez e a dela também.
Mas quando cheguei no seus seios para tirar o sutiã ela me deu um empurrão, me assustando, e me deixando sem entender nada.
- NÃO. – Ela gritou comigo. – Não posso mais fazer isso. – E murmurou baixinho.
- Se você não quer, tudo bem Hinnata. – Passei a mão nervoso no rosto, eu estava excitado, e precisava sair dali logo. – Eu vou indo então, você deve estar irritada comigo.
- Não vai, preciso te falar uma coisa Guto. – Fiquei olhando para seu rosto, tentando desvendar o que ela me falaria, só que ela estava sem expressão alguma.
- Você ta irritada, eu sei, você ate gritou.
- Desculpe por grita. – Ela pegou a camiseta que estava jogada no canto da cama e colocou. – Eu realmente preciso conversa com você.
POV Hinnata
(Musíca: The Pussycat Dolls – I Hate This Part. )
Eu precisa falar para ele que não estava irritada, e sim que o nosso relacionamento estava acabado.
Eu tinha que ir embora, e agora mais do que nunca sabia disso. Não suportaria ficar naquele lugar sabendo que o meu coração me indica parti, e procurar o que eu mais queria, a minha alma gêmea.
- O que foi Hinnata? – Ele perguntou me tirando de meus devaneios, e então percebi que fiquei um tempo sem dizer nada.
- Não da mais. – Falei rápido, aquilo era mais difícil do que um dia eu imaginei.
- O que? – Perguntou assustado. Acho que ele havia percebido do que eu falava.
- A gente. – Suspirei e me sentei na cama.
- Porque? – Perguntou perplexo. – Foi por causa disso agora? Se foi desculpa. Nunca mais faço nada que você não queria. – E eu encarei ele, seus olhos estavam cheios de lagrima, e meu coração deu um aperto, mas aquilo era o certo a se fazer.
- Não foi por causa disso. – Puxei sua mão para ele se sentar do meu lado. – Sou eu. Eu não posso mais ficar nesse lugar, e eu estou indo embora.
- Embora? Não. – Ele gritou.
- Guto, e preciso. Eu sou uma loba, e uma loba sem sua impressão e uma coisa vazia, eu preciso encontrá-lo, será que você não consegue percebe isso?
- Qual e a graça dessa tal impressão? Porque você quer ter essa coisa? Você olha para um estranho e fica lambendo seus pés, e quem gosta realmente de você, pelo fato do que você é, você da às coisas. Isso é totalmente injusto!
- Guto, não complica. – Eu sabia que de uma certa forma, ele tinha razão, mas eu precisava fazer aquilo. – Eu preciso fazer isso, e mesmo se eu não fosse ir embora, eu iria termina com você.
- Como assim? Por quê? – Ele gritou.
- O que eu sinto por você, e afeto, carinho, mas não desejo de homem e mulher, e somente amizade, consegue entender?
- Nós estamos juntos praticamente á 1 ano. – Ele se levantou. – E você me enganou todos esse tempo? – Disse baixo.
- Eu não queria, eu tentei mesmo senti o mesmo que você. – Olhei para o chão. – Só que o sentimento não veio.
- Nem um pouco? – Perguntou, parecendo decepcionado.
- Só mais sentimentos de como você era um cara legal, mais não era pra mim. – Ele rapidamente puxou meu rosto me fazendo encarar seus olhos negros.
- Eu amo você, como não posso ser o cara perfeito pra você? – Perguntou me encarando totalmente serio.
- Não é, e sabe disso. – Me soltei de suas mãos, e peguei outra roupa na gaveta. Peguei uma calça jeans escura e uma camiseta lilás, e joguei um casaco por cima, e meu all star branco. – Não estou dizendo que você não e uma pessoa perfeita Guto, mas eu e você, não e o certo. – Disse e sai do quarto indo para o banheiro, eu esperava que ele fosse embora.
Eu não queria mais que encarar ele, e somente queria correr para onde eu sentia que deveria.
Coloquei minha roupa e voltei para o quarto encontrando Guto ainda sentado da mesma posição, só que dessa vez com as lagrimas já vazando de seus olhos.
- Não vai por favor. – Disse baixinho, mas sem me encarar.
- Como ainda pode me querer perto de você? – Perguntei perplexa. – Eu te magoei. Não vê que não podemos mais continuar com isso? – Sentei do seu lado. – Não consegue percebe isso Guto?
- Mas ficar longe e pior ainda. – Continuou dizendo baixo, só que agora olhando nos meus olhos.
- Ai que você se engana, se afastar do que nós faz mal sempre e o melhor. – Tentei sorrir, mais saiu mais como uma careta.
- Mas você não me faz mal.
- Faço, eu te faço mal, mais só você não consegue enxerga isso.
- Então me diz como.
- Nesse exato momento, sabe o que parece, que você e viciado em mim Guto, e sempre temos que corta nossos vícios, vamos não fique assim.
- Eu não vou consegui.. – O interrompi.
- Sim você vai. – Dei um beijo em sua bochecha e levantei da cama pegando minha mochila e meu violão. – Se cuida. – E atravessei a janela correndo para a floresta.
O modo como eu agi com ele foi meio frio, eu sei, e isso me deixava muito angustiada. Mas, se não fosse assim, como seria? Como tudo ficaria se eu falasse tudo de uma forma doce e apaixonada? Provavelmente ele não me levaria muito a serio, e talvez, nem eu mesma iria me levar.
Mas eu tinha que ser rápida nesse momento, ou ele me alcançaria, e faria sabe-se lá o que.
Era estranho ter que deixar tudo e todos, mas eu sentia um grande alivio. Falsidade, mentiras, nunca mais mesmo que seja por uma boa causa. Nunca mais!
Mas eu voltaria aqui, e quando voltasse, estaria melhor e renovada, e ai sim, seria uma boa companhia para meus amigos, que eu tanto amava.
POV Guto
(Musica: Paramore – When It Rains)
Como ela podia fazer isso comigo? Me deixar aqui e sair correndo, sem explicações mais especificas.
Eu iria falar com aquele tal de Brad, com certeza ele iria me ajudar a procurar a Hinnata e tirar essa idéia maluca de que ela deveria ir embora procurar sua tal alma gemia ou sei lá o que.
Levantei rápido e corri para a casa dele, corri o mais rápido que meu corpo podia agüentar, e em poucos segundos já estava em sua casa.
Lagrimas escorriam pelo meu rosto, e era como se uma adaga tivesse me perfurado por milhares de vezes, e continuasse a perfura.
Será que era tão difícil ela entender que eu a amava? Que eu a queria independente de qualquer coisa nesse mundo idiota? Ou ela era surda, ou realmente não queria escutar todas as minhas declarações que fiz esse tempo que nós conhecemos.
Sem bater na porta, fui logo adentrando na casa de Brad, e encontrei só Mari na cozinha, que me olhou assustada.
- O que aconteceu? - Perguntou secando as mãos. Eu não tinha tempo para explicar, e realmente não queria mais uma pessoa aos prantos como eu.
- Onde está o Brad? – Não respondi sua pergunta e fui logo ao ponto principal.
- Na floresta, depois da casa de Sam, uma menina da reserva se transformou.. – Não terminei de escutar e sai correndo para onde ela havia falado que ele estava.
Cheguei à floresta, e eu ouvia uivos, que me agoniavam. Eles pareciam de confusão, frustração e todas as emoções ruins misturadas.
Vários lobos estavam à volta de um lobo bem menor que todos eles, que eu deduzi ser a menina que acabará de se transforma. Brad, que era um dos lobos mais escuros, estava de frente para mim, e assim que me viu, foi para trás de uma arvore e voltou ao normal.
Os outros lobos pareciam tentar acalmar a nova loba, pareciam mas estavam sem sucesso, era estranho, mas eu me sentia totalmente atraído por aquele ser. Brad logo estava na minha frente e eu me voltei ao grande problema.
- Ela se foi. – Disse baixo. – Precisamos ir atrás.
- Acho melhor não, deixe assim mesmo Guto. – Ele pós a mão em meu ombro. – Foi preciso.
- Então você sabia?
- Um pouco. – Ele respirou fundo. Parecia tão abatido com a partida de Hinnata quanto eu. – Ela me procurou ontem, dizendo coisas como, “Eu preciso ir embora” e eu dei uns conselhos para ela, mas ela realmente.. Se foi.
Olhei para a loba que tentava correr mais os lobos estavam cercando-a, e vi que seria quase isso que faríamos com a Hinnata se fossemos atrás.
Então a loba me olhou, nossos olhos se encontraram e um turbilhão de coisas se passou por mim. Agora era como se eu estivesse conectado com ela, como se o mundo não fosse importante o bastante, e que se fosse somente eu e ela, seria o necessario.
Eu agora começava a me sentir, estranhamente.. Completo. E via que meu sentimento pela Hinnata era algo que parecia quase nada comparado o que eu sentia agora por aquele ser que eu nem ao menos conhecia.
A loba que me encarava, parecia igualmente conectada a mim, e então ela voltou à sua forma normal, e seus olhos negros agora me encaravam profundamente.
Eu sentia uma vontade imensa de correr abraçá-la, e então percebi que ela estava nua. Tirei minha camisa preta e corri ate ela entregando minha camisa em suas mãos que somente se mexeram parecendo um robô e seus olhos não desgrudaram dos meus, e nem os meus dos seus lindos olhos negros.
A minha loba era totalmente linda, com lindos e grossos cabelos negros um pouco cacheados caindo sobre suas costas, pele morena e lábios carnudos, um rosto delicado mais totalmente expressivo, ela era perfeita, e eu agora sabia que era minha, somente minha, e que ela nunca me diria que tinha que parti para encontra encontrar sua metade.
Porque ali, naquele momento eu era sua metade, eu era a impressão de alguém, eu era seu amor eterno.
Agora eu podia começar a entender o que a Hinnata queria, acho que ela queria sentir essa sensação maravilhosa que eu sentia nesse momento, uma sensação de não está só no mundo.
POV Hinnata.
(Musica: Paramore - Misguided Ghosts)
Eu corria tão rápido que nem os borrões das arvores eram visíveis perfeitamente. E eu me sentia imensamente feliz, por um motivo que nem eu mesma sabia.
O caminha que meu corpo me levava eu não fazia idéia, eu só obedecia sem questionar, pois, aquilo era o certo a se fazer. Talvez.. A felicidade real estivesse me esperando, isso me fez abri um imenso sorriso, e começar a rir alto.
[...]
Parei de correr quando o céu estava totalmente negro, e o cansaço havia me tocado. Mesmo com minhas pernas resistentes, eu já sentia-as cansadas pedindo descanso, e era isso que eu faria. Parei no meio de uma floresta, que eu não fazia a mínima idéia de qual era, e me sentei. Cansada, cai no sono.
[...]
Eu só acordei com uma luz fraca do sol batendo no meu rosto, continuei com os olhos fechados absorvendo tudo que o sol poderia me dar, e parecia que minha euforia e felicidade haviam voltado com força total.
Era tão bom me sentir assim, mas era diferente, de qualquer coisa que eu já havia sentido em toda minha vida, que não e muita coisa. Me levantei e peguei minha mochila e meu violão, mas e ao invés de corre comecei a caminhar para a cidade, eu estava faminta e tinha um pouco de dinheiro comigo.
Cheguei a uma cidade pequena mas bem ensolarada, e caminhei ate uma padaria. Me acomodei e uma das mesinhas e uma garçonete gordinha veio me atender. Eu deveria estar horrível, e fedendo, eca.
- Boa Dia, posso ajudar? – Perguntou sorrindo simpática.
- Sim, eu queria ovos, bacon e um copo de suco por favor. – Pedi, um pouco envergonhada por estar com mal hálito. Ela já ia saindo e antes que se afastasse eu perguntei. – Onde fica o banheiro? – Ela sorriu educada e me falou.
Me levantei,deixando minhas coisas na mesa e fui em direção ao banheiro. Eu realmente estava com o rosto amassado, mas, tinha um brilho intenso em meus olhos, que fazia toda a atenção ir direto para ele.
Lavei meu rosto e passei a mão molhada em meus cabelos soltos. Por hora estava bom, afinal, eu voltaria a correr em minutos.
Voltei para mesa e a garçonete foi levar meu pedido. Comi tudo rapidamente, estava tudo muito delicioso, mais eu precisava voltar logo a seguir meu caminho, que por sinal eu não sabia nem de longe qual era.
Paguei o que tinha gasto, que foi pouco, mais se foi todo o dinheiro que eu tinha.
Sai da lanchonete e andei disfarçadamente para a floresta, não queria pessoas pensando que eu era louca, ou qualquer coisa do tipo.
No meio da floresta, comecei a correr, e me senti leve e com o coração na mão, fosse o lugar para onde eu estava indo, seria incrivelmente bom.
[...]
A noite já caia, e eu percebi que estava em uma floresta totalmente conhecida, de alguma maneira eu já havia passado por aquele lugar. Era confortante esta em um lugar tão familiar, mas ao mesmo tempo assustador, as arvores, o mato tudo me dava um arrepio na coluna, parecendo que ali, havia sido presenciado algo ruim, para mim.










6 comentários:
eita!!!!!!!
ai!! o cap ta lindo!!!
ta otimo mesmo!!
e onde sera q ela ta hei???
eita e o Guto!???
amei a menina ter tid a impressão por ele!!!
ta lindo mesmo!!
ja to ansosa pelo proximo!!
bjs!
Gabi
Oi vc é realmente maravilhosa obrigado por
dar ao guto a impressao sua alma gemia
fico feliz por isso estou amando muito seu fic
ele é perfeito, ótimo, maravilhoso.
Ah não demore por favor
posta outro capitulo urgente
estou tao feliz que mal me aguento.
bjs
o meu comentario nao tinha ido
ai meu deus qeu capp lindoooooo! sera que a Hi estah em Fords-é esse o nome da cidade que os cullen moram agora?- ai que emoção!
ainda bem que o Guto teve impressão! KK'
anciosissima pelo proximo cap!
beijos!
Ameiiiiiiiiiiiiiiii
ainda bem que o guto teve a impressao dele, assim ele nao fica sozinho...
Agora o que ta esperando a hinnata hein,,
por favor nao nos torture e poste logo
bjs
OMGT foi a floresta perto da casa dela que teve auqle incidente com o Seth? OMG
Biann amo vc♥
esse cara que ela viu era o Brian ne? se nao for eu mato alguem.
kk
zuando.
Bian e Hinnata! amor a primeira vista♥
ufaa o Guto saiu do caminho aleluiaaa
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