Olhos Amarelos
Katya
A velinha tinha explicado o caminho certo até
Nonoia. Não foi uma viagem tão longa, demoremos apenas 2 horas, mas claro que
usamos nossos super poderes de vampiras.
O cheiro estranho estava por todas as partes de
Nonoia, era muito mais forte do que o da cidade de Alvorada. Mas claro que esse
cheiro só um vampiro, ou algo com um bom olfato pode identificar.
Estávamos bem de frente a um casarão branco e
cheio de vidraças e muito iluminado, de onde esse cheiro era mais forte. Deveria ser ali que eles estavam, e eles
deviam estar ali mesmo pois cada canto da casa era iluminado. Estavamos
chegando perto dos olhos amarelos.
- Vamos bater na porta?! Perguntou Nayanne.
- É claro. Já chegamos até aqui, e se lembra o
Johan disse que eles são do bem. Falei com toda calma possível.
- Sim, me lembro. Então vamos.
Começamos à andar em direção ao casarão. Cada
vez que me aproximava dele, eu fica mais tonta, era um cheiro...
Olhei em
frente e já estávamos em frente de uma porta de madeira, talvez do século XIX.
Eu conhecia esses tipos de portas pois tinha alguma matéria em algum lugar.
Então ela sendo do século XIX, provavelmente eles estariam ai.
Nayanne começou a bater na porta. E nada. Ela
bateu de novo na porta de madeira, que produzia um som...
- Posso ajudar. Falou uma voz bela e suave.
Olhei para frente de novo, e a porta estava
aberta e uma anja de cabelos curtos e pretos estava ao lado. Tá eu sei que não
era uma anja e nada assim, era com certeza uma vampira, olhei para seus olhos e
era de um tom de mel bem claro, eram amarelos. Vampiros de olhos amarelos?
- Carlisle. Gritou a anja desesperada, que me
fez pular para trás.
Olhei
por dentro do casarão, e um homem de cabelos loiros correu as pressas pelas por
escada abaixo, até chegar na porta.
- O que querem? Perguntou ele com um tom de voz
nada simpático. Enquanto a mulher de cabelos curtos entrava para dentro do
casarão.
- Eu sou Katya e ela é Nayanne. Estamos a
procuras de vocês. Acho que queremos ser como vocês, queremos ser Cullens.
Falei calma. E claro que eu vinha treinando o que eu ia falar, pelo caminho de
Alvorada e Nonoia.
O homem deu uma gargalhada nada simpática.
- Sério?! Falou ele ainda rindo, então ai foi
que seu sorriso se transformou em simpático.
Autor Rafael










0 comentários:
Postar um comentário
Não esqueça de comentar, isso incentiva os escritores e também a mim que tento agradar a vocês.