30 de out de 2011

Capitulo 14

Posted by sandry costa On 10/30/2011 No comments


VISITA INESPERADA


JACOB


        27 anos. Esse foi o tempo que eu demorei pra achar o meu lugar no mundo. Onde é esse lugar? Junto a minha pequena...
       
Tudo o que eu vivi todas as imagens que pude captar de como seria uma noite de amor pelas lembranças dos meninos. Todos os filmes que assisti do gênero e todas as mulheres que eu rejeitei me levaram aquele momento completamente mágico.
       
Eu não tenho palavras para descrever a nossa primeira vez. Minha pequena me surpreendeu a cada toque. E quando seus dedos inexperientes me tocaram, provocou uma ebulição dentro de mim. Eu que já tenho normalmente 42º C, acho que cheguei aos 100º C. meu tesão e sua excitação misturados aos seus gemidos e sussurros, fez o Lobo dentro de mim se libertar, por pouco não a tomo como um animal que sou.
       
Nos amamos ainda mais algumas vezes, cada uma mais perfeita que a outra.
       
Virei para o lado a fim de abraçá-la mais encontrei o nada. Me levantei rapidamente, ainda estava na cama dela e o relógio marcava dez horas da manhã. Cara, Bells deve estar se esforçando pra conter o marido invasor de mentes, alias ela deve estar me bloqueando com aquele poder bisonho dela. Por que sinceramente, não sei como ainda não estou sem cabeça. Catei minha bermuda que estava dobrada aos pés da cama e a vesti, nem me preocupei em tomar banho, tínhamos tomado antes de dormir.
       
Desci as escadas, seguindo o cheiro da minha pequena e a encontrei deitada no sofá enroscada nas almofadas. Afundei meu rosto em seus cabelos e com a ponta do meu nariz afastei as camadas que me impediam de chegar ao seu pescoço. Quando encontrei a pele exposta, dei uma leve mordida. Seu corpo arrepiou-se sob meu toque e um gemido baixinho saiu dos seus lábios ainda sonolentos.   

- Isso é tão gostoso. – ela disse abrindo os olhos lentamente.

- Bom dia flor do dia! – cumprimentei.

- Bom dia Sol da manhã.

- Poxa! Nossa noite foi tão ruim assim que você preferiu descer e dormir no sofá? – brinquei.

- Claro que não seu bobo! Eu desci por que achei que tinha alguém em casa, mais não tinha. Eu preparei nosso café e resolvi ligar pra Jully e pedir as matérias da faculdade. Nós conversamos um pouco e eu acabei cochilando aqui. Sabia que ela e o Seth estão se “conhecendo” melhor?

- Não. – e nem me interessava. – Sabe que eu estou morrendo de inveja dessas almofadas?

- É? Posso saber por quê?

- Por que essa está nos seus braços e essa no meio das suas pernas.

- E você quer estar nos meus braços e no meio das minhas pernas Jake?

- Muito. – eu disse com voz rouca e meu amigo começava a se animar. Também vê-la deitada com aquele vestido meio florido sei lá! Que cobria tudo e não tapava nada, não ajudava.

- Sabe Jake, eu também prefiro você as almofadas.

- Não seja por isso! – retirei delicadamente as almofadas de suas pernas e seus braços e me deitei sobre ela.
       
Instintivamente ela abriu as pernas e gemeu quando nossas intimidades se tocaram. O que me fez querer rasgar minha bermuda, sua calcinha e me afundar dentro dela onde é o meu lugar!
       
Beijei seu colo, ombros, pescoço, queixo, o cantinho da sua boca e quando ela ia protestar, eu a beijei. Nossos beijos sempre começam calmos e vão ganhando voracidade. Minha língua pediu passagem e ela prontamente a sugou, eu adoro quando ela suga minha língua e ela sabe. Podia sentir o sorrisinho em sua boca quando eu gemi rouco.
       
Minha mão tocou por trás de seu joelho e foi subindo pra coxa parando apenas para apertá-la. Quando o fiz ela se rebolou abaixo de mim me deixando mais doido ainda. Ela empurrou meu peito um pouco meu peito, percebi que sua intenção era me deixar sentado, então eu sentei e ela me seguiu, sentando-se sobre mim e começou a fazer um movimento de vai e vem. Nossas intimidades se tocavam com tanta pressão que eu acho que poderia ter um orgasmo só com essa insinuação.

- Você já esta no meio das minhas pernas, vai fazer o que agora Jake?

- Não me provoca Nessie.

- Ou o que Jake? Já vi do que você é capaz. – ela não parava de rebolar em cima de mim, nós ainda estávamos de roupa e eu estava quase gozando e ela me provoca?!

- Acho que não foi suficiente. – falei.
       
Falei enquanto arrebentava as duas tiras laterais da sua calcinha. Ela retirou o próprio vestido e como eu imaginava, estava sem sutiã. Seus seios empinados e rosados me convidavam. Fui como o cachorrinho que sou e o suguei. Em resposta, ela gemeu e aumentou a fricção lá em baixo. Deus! Se eu não tivesse sido sua primeira vez, não acreditaria se ela dissesse que era virgem!
       
Minhas mãos desceram e encontraram seu clitóris já endurecido pela excitação. Saboreei seu gemido baixo contra minha boca, quando escorreguei meu dedo em sua cavidade. Nessie tremeu molhada e quente ao redor do meu dedo, esfregando-se contra o meu corpo em sinal de ensandecido desespero. Ela estava tão molhada e devorava minha boca aumentei os movimentos Passei a movimentar imitando o ato sexual. Introduzi mais um dedo e ela começou a se contrair denunciando o orgasmo que estava chegando.

Minha boca em sua boca, beijando, querendo, mordiscando os lábios de tesão e prazer. Meus dedos enfiados, tremulando sutilmente em seu canal apertado, implorando por meu preenchimento

- Goza pra mim pequena!...

- Awn! Jake! Awn...- mais alguns gemidos e sua respiração parou momentaneamente e um longo gemido final saiu de sua garganta.

- Adorei observar tudo isso!

- Mais ainda não acabamos aqui. – ela disse e me tocou intimamente. Eu ainda não tinha me aliviado. Rapidamente retiramos minha bermuda e quando eu fiz menção de deitá-la sobre o sofá ela me impediu.

- Não Jake. Eu quero assim. – ela sussurrou na minha boca. Me tomando num beijo avassalador.

- Minha pequena gosta de ficar por cima...

- Eu sou uma predadora Jake. Ficar por cima é um instinto...

***

NESSIE

Entramos no box rindo como dois amantes felizes. Tomamos um banho juntos, conversando e trocando carícias como qualquer casal que se ama.
Pouco tempo depois estávamos na cozinha tomando nosso café.
- Então deve estar rolando um piquenique lá no penhasco. Emily estava organizando isso a semana toda. Você quer ir? – Jake me perguntou.
- Pensei que não fosse me chamar nunca. – ele me olhou como quem não entendeu nada. – Jully me falou alguma coisa do tipo mais cedo. 
- Ah. Então, vamos?
- Vamos vou só pegar meu casaco...
        Chegamos ao penhasco e toda a trupe já estava lá, inclusive Seth e Jully. Ela estava sentada conversando com as meninas...
        Passamos uma tarde maravilhosa. Na hora do lanche foi um auê... cada um que queria comer mais que o outro... dava gosto de ver... Jake se sentou atrás de mim e me abraçou. Era tão bom sentir seu calor, seu carinho. Ele observava Seth e Jully que por qualquer motivo se tocavam. Como um casal de apaixonados que eram...
“ele esta apaixonado” –falei com ele através do um dom
“esta lendo meus pensamentos?”
 “sim amor” 
“eu fico preocupado com isso” 
“por que? Você não gosta da Jully?” 
“não é isso. Seth é um lobo e ele pode sofrer um imprint ha qualquer hora.” 
“você não tem essa preocupação quanto ao Embry” 
“porque são duas pessoas diferentes. Embry pensa em mulheres como diversão” 
“e o Seth é mais romântico” 
“sim” 
“eu vou conversar com eles” 
“você?” 
“por que não? Eu sou amiga dos dois...” 
“você quem sabe”.
- Parece que tem alguém conversando em particular aqui. – nem percebemos que a maioria já tinha levantado e estavam guardando as coisas.
        Depois de tudo guardado nos dividimos. Eu, Jully, Quill e Claire iriam andando pela praia. Sam, Jake e Emily iam na caminhonete. Seth e Embry estavam na ronda e nós nos encontraríamos na reserva.
        Caminhávamos pela pequena parte da floresta que dava pra praia.
- E ai Jully vai dar uma chance pro Seth? 
- Não sei ainda Claire, nós não conversamos. Não tem nada muito concreto.
- Mais você esta atraída por ele não esta? E sabe que não é o imprint dele não sabe? 
- Quill!? – eu e Claire falamos ao mesmo tempo.
- O que Claire? Eu pergunto isso por que sei que ele ta caidinho por ela.
- Isso é comentário que se faça?
- Tudo bem gente. Sim, pras duas perguntas...
- Jake me disse que o imprint não é uma regra, pode não acontecer com ele. – eu disse.
- Isso é verdade. Desculpa Jully.
- Não se preocupem, eu sei dos riscos nessa relação. – será que sabia mesmo ou ela estava tentando ser mais forte do que aparenta...
- Esperem. – Quill nos fez parar e se colocou na nossa frnte. – Está sentindo esse cheiro Nessie?
- Estou. – me posicionei ao seu lado, afinal éramos os mais fortes ali. Tentei captar algum pensamento mais não consegui ouvir nada.
- Não consigo ouvir nenhum pensamento Quill.
- Não ouve os passos? Vem dali. - Ele trouxe Claire para trás de si protetoramente e eu fiz o mesmo com Jully.
        A vegetação naquela área se moveu e do meio das árvores surgiu uma linda mulher. Cabelos negros compridos e brilhantes. Mais era branca e não morena com a Jully. – Samara. – Jully sussurrou. Então pude constatar que era sua irmã.
- Ora. Ora. Irmãzinha. Há quanto tempo não nos vemos, não vai me dar um abraço? – ironizou. – Companhia interessante você tem.
        Neste momento tentei mais uma vez entra em sua mente. Ela se virou pra mim me medindo da cabeça aos pés. – Fica fora da minha mente telepata. Minha conversa é com ela. – apontou pra irmã.
- O que você quer Samy?
- Você sabe o que eu quero Jullyana.
- Eu nunca vou me juntar a você Samara você sabe. 
- Você não entende sua insolente! Não vê que somos duas partes de um todo. Você vai comigo. Eu tenho te procurado por sete longos anos. E quando pude te sentir há uns meses atrás, vi o quanto você se tornou poderosa mesmo sem instrução alguma. Juntas nós podemos tudo!
- Eu não sou como você Samy, eu não vou com você.
- Escuta sua irmã. Ela não quer te acompanhar e ela não vai contra vontade. – Quill falou.
- E quem vai me impedir de levá-la, você garoto? Ou você telepata?
- Talvez.
- Samara, vai embora, por favor, eu não vou te seguir. Você sabe. Somos diferentes. Eu não compactuo com suas idéias.
- Eu sei. Mais eu não quero você comigo, eu só quero seu poder. Prometo que não vou te fazer sofrer. Vou ser boazinha por que você é minha irmãzinha.
        Foi a gota d água. Quill que já dava sinais de que ia s transformar, soltou um rugido e estufou o peito. Só deu tempo de puxar Claire e a Jully para o outro lado, que o grande Lobo ocupou o espaço.
- Andando com cães de guarda pequena Jully. – Samara disse admirando o lobo na sua frente. Na hora Quill pensou: “lobo eu sou um lobo sua idiota.” – Lobo. Mais interessante ainda. O que? – ela me olhava. – Acha que só você tem seus truques garota. – Quill estava se comunicando com Embry e Seth eles já estavam vindo, mais não estavam perto. Ela estava impressionada com os outros dois lobos.
- Tem muito mais de onde esse veio Samara. Acho melhor você ir embora. – Claire se atreveu a falar.
- Ou você o que humanazinha? Vai fazer o que se eu resolver brincar com seu namoradinho...
        Quill rosnou pra ela mostrando os caninos. Não se agüentou e partiu pra cima dela. Mais quando ele se aproximou, ela levantou a mão, as pontas dos seus dedos brilhavam e ele voou longe partindo a primeira árvore e batendo fortemente na segunda. Caiu ao chão já em sua forma humana. Claire correu até ele em desespero para acudi-lo, tirou o próprio casaco e cobriu sua nudez. Ela pegou uma tora que se partiu da árvore e correu como uma louca contra Samara.
        Samara riu com a cena. Que era realmente hilária. Se Quill forte como um lobo não era páreo pra ela, imagina Claire. Ela levantou as mãos novamente e seus dedos brilharam pronta pra atacar Claire. Eu não poderia permitir, ela é só uma humana, não agüentaria o impacto. Quill morreria se ela morresse. Corri em minha velocidade vampiresca e me coloquei em sua frente no exato momento em que Samara nos jogava uma forte corrente de ar, a mesma que arremessou contra Quill.
        Incrivelmente essa pressão de ar se chocou contra alguma coisa provocando um estrondo e se dissipou. Eu não faço a mínima idéia do que era, o fato é que escapamos por pouco. Quando corri para salvar Claire, deixei Jully sozinha. Samara chegou até ela enquanto eu me recuperava do susto.
- Agora você vem comigo.
        Nesse momento Embry e Seth chegaram. Samara arregalou o olho diante da imponente presença dos dois lobos. Outro lobo chegou por trás delas. Era Leah que estava por perto e ouviu o barulho.
- Parados ou eu a mato. – Samara ameaçou.
        Seth estancou na hora agoniado por não poder fazer nada. Samara começou a fazer uns movimentos com a mão e a falar numa língua estranha. Um circulo de ar começava a se formar ao redor delas parecia um redemoinho. Jully estava contida pelo pescoço por um dos braços da irmã e eu desesperada, ela ia ser levada contra vontade e eu não podia ajudar.
        Quando achava que tudo estava pedido ouvimos um baque surdo. Samara foi arremessada para longe. Jully caiu ao chão com as mãos no pescoço. Eu corri até ela. Claire estava com Quill que ainda estava caído.
        Os três Lobos cercaram-na, mais foram arremessados pela rajada de ar.
        Um cheiro característico de sangue encheu o ar fazendo minha boca salivar. Pude reparar que Samara sangrava. Ela começou a gritar e se debater mais ninguém a estava atacando, pelo menos nós não víamos nada. Ela se livrou do “ataque fantasma”.
- Isso não vai ficar assim. Eu volto pra te pegar irmãzinha. – ela disse num fio de voz e sumiu num redemoinho de ar, areia e folhas secas.
        Logo depois chegou Jake e Sam em suas formas lupina. Os meninos passaram as informações e eu fui ver como Quill estava. Claire chorava copiosamente.
- Calma Claire vamos levá-lo pro vovô. – eu disse consolando-a.
- Jake precisamos levá-lo agora.
        Liguei pra Carlisle e pedi pra que fosse pra casa, pois tínhamos uma emergência.

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