9 de nov de 2011

Capitulo 18

Posted by sandry costa On 11/09/2011 1 comment




[...]

Eu agora, depois da maravilhosa e perfeita transa com meu Bri, estava só de calçinha, e com meu vestido enrolado em meu corpo como se fosse uma toalha, bem curta por sinal.
- Desculpa amor, não queria rasgar sua roupa, e que.. você tava me deixando louco. – Brian passou a mão nos cabelos levemente crescidos e sorriu, depois beijando meu rosto. – Desculpa? – Fez cara de anjo.
- Ta, eu pulo a janela do quarto. – Sorri para ele.
Eu nunca ficaria irritada por causa disso. Sempre que fazíamos amor era assim, uma sempre roupas rasgadas, não dava para controlar, era o instinto animal.
- Vamos juntos. – Ele sorriu e depois corremos para casa.
Não era como se nenhum deles não soubessem o que tinha acontecido na floresta. Mas bem, eu precisava disso. Para relaxar e melhorar meu raciocínio, sem contar, a IMENSA saudade que eu estava do Brian e das nossas relações selvagens.



Pulamos a janela do quarto e ouvimos barulho de nossos três filhos conversando. Eu mandei Brian parar para poder ouvir a conversa deles. Não que eu fosse fofoqueira, mais era sobre eles e bem, eu tinha o direito de saber.


POV: Luna.

Kelly tinha voltado mais legal, não que ela fosse muito legal antes, porque, ela batia em mim, mais ela estava mais esperta, inteligente, e não parecia à doida que saiu daqui.
Só que ela insistia em dizer que mamãe e papai estavam fazendo mais irmãos para nós.
Eu sabia de onde os bebês vinham e não achava que mamãe e papai ficavam fazendo o ato nojento sempre, já que mamãe não havia engravidado mais.
- Deixa de ser tapada? – Kelly perguntou assim que eu, ela e Adam sentamos na porta do quarto dos nossos pais para pergunta porque eles gemiam tanto.
Eu já tinha dito que era mamãe chorando, já que ela tinha saído arrasada de casa por causa dos Voltures.
- Não fala assim Kelly. – Adam fez bico para ela, todo bobão. – Mamãe não faz isso, você e muito pra frente. – Kelly olhou para ele, com o seu olhar do tipo “Você me da pena” e riu.
- Você e um garotinho muito bobinho pro meu gosto. – Ela fez uma voz como se ele fosse retardado e apertou a bochecha dele. – Não se preocupe, você será o primeiro meio vampiro gay, revolucionará o mundo. – E riu dele.
- Não sou gay. –Ele cruzou os braços e Kelly riu.
- Eu espero mesmo. – Ela olhou para mim.
- Que? – Perguntei.
- Acha mesmo que o papai ta acudindo a mamãe que chora? – Eu fiz que sim com a cabeça e ela riu.
- Ele está acudindo sim, de.. – A porta do quarto se abriu com mamãe olhando para nos com uma sobrancelha arqueada.
- Fala pra ela mãe. – Eu disse sabendo que ela tinha escutado a conversa de longe.
- Kelly, olha o que você fala, e sim, o que a Luna falou e a verdade – Papai colocou a cabeça para fora do quarto e sorriu. – Agora já pra cama, todos os três. – Fizemos que sim com a cabeça e fomos para o quarto. Kelly balançava a cabeça rindo.



POV: Hinnata.

Ai Meu Deus! O momento com o Brian aquela hora estava tão bom que eu nem pensei em diminuir o volume dos meu gemidos. E meus filhos tinham escutado tudo!
Uma coisa e a família ouvir, que já e bem vergonhoso, só que eles também fazem, mais outra e os meus bebes escutares! Ai minha nossa! Isso e horrível.
E pra completa a situação constrangedora, a engraçadinha e muito espertinha da Kelly sabia bem o que fazíamos, e já ia fica “explicando” para seus irmãos.
Por sorte Luna e bem inocente e Adam também e não deram ouvidos a Kelly, isso por sorte.
Mas daqui alguns anos, eles saberão exatamente o que eu estava fazendo e ela vai ate rir, mais eu não.
- Amor, relaxa. – Disse Brian deitando na cama. – Eles nem tem noção do que fazíamos e eu já passei por uma coisa bem pior. – E riu.
- O que aconteceu? – Perguntei me juntando a ele na cama e me aconchegando em seus braços.
- Lembra o dia do telefone? – Ele ainda ria.
- E tem como esquecer? – Sorri, respondendo com outra pergunta.
- Então, todos ouviram com detalhes, tudo, tudinho. – Ele riu e me apertou em seus braços. – Você tinha que vê a cara do seu pai. – E gargalhou.
- Posso ate imaginar.
- Ah, mais você não viu a do seu avô. – Riu mais ainda.
Ri junto dele, imaginando a cara dos dois homens mais ciumentos que eu já vi na vida.
Porque, meu avô Edward e meu maluco de ciúmes. Lembro quando mamãe contou de como ele ficou pra matar meu pai depois do primeiro beijo deles. Mesmo ele sabendo que era algo que aconteceria no futuro.
E meu pai. Eu lembro muito bem de quando eu voltei de La Push e me transformei na frente de todos para depois ficar nua, ou quase porque Alice jogou uma manta em mim. Mas mesmo assim, quando Brian me secava na cara de pau, eu lembro bem do olhar assassino do meu pai para ele.



Parei de rir e fechei os olhos abraçando meu Brian e sentindo o quentinho do seu corpo me aquecer.
O passado nem havia sido tão ruim se eu for olhar como será daqui para frente. Pensando agora, o passado tinha sido e muito agradável, e amigável. Ele não colocara minha família em risco, apenas em fez amadurecer com o pouco do sofrimento que eu passei. Mas no final das contas tudo ficou bem.
- Hi. – Brian me tirou do meu mar de pensamentos me trazendo para a realidade.
- Oi. – Falei baixinho, sabendo que ele escutaria.
- Você ficou quieta de repente, o que foi?
- Você sabe.. – Voltei a fechar meus olhos e suspirei. – E toda essa coisa de Voltures, me deixa assim, nervosa, angustiada.
- Não fica assim amor, tudo vai dar certo. – Não respondi mais.
O silencio respondia por mim. Brian sabia que eu não confiava que tudo daria certo, ele sabia que eu duvidava muito disso. A situação era complicada demais para tudo dar certo.
Mas, eu me sentia cansada por fim. Talvez, eu precisasse de uma boa dose de sono, sem acordar, e quando eu finalmente acordasse, ainda estaria me La Push, com Kelly ao meu lado e tudo isso aqui fosse um pesadelo. O pior!

1 comentários:

O que será que vai acontecer?
Posta logo o proximo cap, pra gente descobrir.

A fic é d++++++++++++++++++++++++++++++++.

Débora

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