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4 de mai. de 2011
23 de ago. de 2010
Capitulo 9
Posted by sandry costa
On 8/23/2010
Em Minha Vida
Claire
Quil sempre foi tudo em
minha vida e eu o amei desde quando eu tinha treze anos, varias vezes eu
imaginei como seria estar casada com ele e ser mãe dos seus filhos. Agora que
tudo tinha voltado ao normal eu tinha uma escolha a fazer, ficar aqui na
reserva com ele ou voltar pra casa dos meus pais, pois a faculdade começaria em
alguns dias, eu não tinha duvida de qual seria a minha escolha.
_Você e o Quil vão sair?
Tia Emi perguntou entrando no quarto onde eu me arrumava.
_Sim vamos ao cinema e a
uma boate em Port.
Angeles. Tia Emi sorriu, porem depois ficou seria.
_Você pensou sobre a
faculdade?
_Eu não vou embora tia. Isso
se você e o tio Sam me deixarem ficar aqui.
_Oh querida, claro que
você pode ficar, mas você tem que pensar no seu futuro.
_O meu futuro é o Quil
tia.
_Certo.
Ela me abraçou e eu ouvi
Quil bater na porta. Quil estava lindo, estava com uma calça jeans azul e uma
blusa escura e uma jaqueta preta de frio, ele deu um sorriso lindo quando me viu.
Quil
Quando a Claire abriu a
porta eu tive a visão mais linda da minha vida, Claire estava com um vestido
prata, curto, lindo. Dei um sorriso quando a vi.
_Vamos?
_Vamos. Dei um oi pra Emi
e fomos pra Port. Angeles.
Durante a viagem até Port
Angeles tentei convencer a Claire a ir pra faculdade, mesmo não querendo
deixá-la, porem ela estava decidida. Ela escolheu um filme romântico que eu não
prestei atenção, assim que o filme começou eu a beijei, seu lábios macios se
abriram dando passagem a minha língua, eu explorei cada parte da sua boca,
apertei a sua coxa e senti ela puxar meu cabelo. Seu cheiro estava inebriante,
a beijei com urgência e ferocidade. Assim que o filme acabou sussurrei em seu
ouvido.
_Eu não agüento mais, eu
te quero. Ela arfou e me beijou com luxuria. Seus olhos me responderam o que eu
precisava saber, quando saímos do cinema estava chovendo muito, não dava pra
ver um palmo à frente do carro. Resolvemos deixar o carro no shopping e
encontrar um hotel por perto.
Quando entramos no quarto
estávamos encharcados, Claire ligou pra Emili e avisou que estava chovendo
muito e que dormiríamos aqui, antes que ela terminasse de desligar eu já estava
beijando ela, minha boca buscou a dela com urgência, passei minha língua pelo
seu lábio, puxei sua cintura, colando nossos corpos. Percorri toda a extensão
do seu braço até e uni nossas mãos.
_Eu te amo. Sussurrei em
seu ouvido, mordendo o lóbulo da sua orelha em seguida.
_Eu... Também... Te amo.
Ela disse ofegante, Claire enrolou seus dedos no meu cabelo me puxando para ela
novamente, nossas bocas tinham presa uma da outra. Subi minha mão lentamente
por sua coxa, virinha e a senti arquear quando minha mão tocou sua intimidade,
continuei subindo minha mão espalmada por seu corpo enquanto tirava o seu
vestido, rodeei os seus seios antes de terminar de tira-lo, e quando a vi
somente com a parte de baixo da lingerie senti meu corpo estremecer e o desejo
pulsar dentro de mim.
Claire
Quil me olhou com desejo,
mordi meu lábio inferior e ele deu um sorriso lindo. Seus lábios vieram pros
meus novamente urgentemente, minhas mãos ganharam vida própria e rapidamente
ele estava somente com uma boxe preta a visão era de outro mundo. Quil fez um
caminho de beijos pelo meu pescoço até meus seios e o sugou avidamente, meu
corpo arqueou fazendo com que nossos corpos se chocassem, mandando uma corrente
elétrica por todo meu corpo. O corpo de Quil estava em chamas e sua excitação
era evidente. Ele desceu uma de suas desceram pra minha perna a rodeando em sua
cintura fazendo com que eu soltasse um gemido alto. Quil me levou para a cama e
se deitou sobre mim, segurando seu peço para não me machucar, nos livramos das
ultimas peças que impediam de sermos um só.
(N/A: desculpem pessoal não
dá pra dar mais detalhes aushaush)
Deixei meu corpo cair
sobre o peito suado do Quil e fechei meus olhos, Quil acariciou meu cabelo e
sussurrou que me amava, eu me sentia completa, feliz.
_Temos que dormir já está
amanhecendo. Quil disse passando sua mão pela minha costa.
_Uhum. Disse bocejando,
Quil sorriu.
_Dorme amor, sonhe com os
anjos. Foi a ultima coisa que me lembro da melhor noite da minha vida.
Os próximos dias foram os
mais felizes da minha vida, Quil e eu estávamos imensamente felizes, os dias
eram únicos, somente uma coisa me incomodava, a pressão de todos, inclusive do
Quil, pra que eu fosse pra faculdade.
Faltando três dias pro
inicio das aulas eu tive uma surpresa.
_Lana? Abracei minha amiga
e a fiz entrar, ela estava sorridente.
_Vim ver o motivo que te
fez não querer voltar pra casa. Ela disse piscando, nesse momento Quil veio da
cozinha e me abraçou pela cintura.
_Esse é o motivo. Disse
apontando pro Quil. _Quil essa é a Lana, Lana Quil.
_Prazer, chegou na hora
certa, o café está pronto. Quil disse sorrindo, fomos pra cozinha onde tinha
uma mesa linda, porem assim que senti o cheiro do café meu estomago revirou e
eu corri pro banheiro.
_Você está bem?
_Estou sim, não se
preocupe. Já tem alguns dias que eu não posso ver cheiro de comida. Lana me
olhou com um olhar estranho.
_Claire você está grávida?
Lana me perguntou sentando na minha cama. Grávida? Será? Quil e eu passamos a
ter relações sexuais regularmente e bem nós realmente não usamos preservativos.
_Será?
_Qual a possibilidade?
Lana me olhou questionadoramente, antes que eu respondesse ouvi uma batida na
porta e Quil perguntou.
_Claire posso entrar? Sua voz
estava muito preocupada, fui até a porta e a abri, Quil me abraçou. _Você está
melhor? Eu afirmei com a cabeça, pouco depois Quil foi embora e Lana e eu fomos
até a farmácia comprar um teste de gravidez, e não foi surpresa o resultado.
“positivo”. Fui pra casa temendo contar pra tia Emi e o tio Sam, mas meu medo
foi desnecessário, eles aceitaram numa boa.
***
_Você está preocupada com
alguma coisa? Quil perguntou me abraçando, nós estávamos na varanda da casa dos
meus tios.
_Sim.
_Com o que? Ele perguntou
quando viu que eu não iria responder. Sentei-me e o puxei para perto de mim.
_Eu vou te contar uma
coisa importante, mas você não precisa se sentir obrigado a nada... Ele me
olhou confuso. _Eu estou grávida. Disse colocando a mão na minha barriga, Quil
ficou em silencio e eu tive medo de olhar em seus olhos, porem quando eu olhei,
eu engasguei, seu rosto estava coberto de lagrimas, e seus olhos brilhavam sem
ser devido as lagrimas.
_Tem certeza? Eu afirmei
com a cabeça.
_Absoluta. Quil me pegou
em um abraço de urso típico dos meninos da reserva, e quando me soltou me deu
beijo urgente.
_Eu te amo. Ele disse
sobre meus lábios, logo em seguida ele beijou minha barriga. _Já amo você
também. Ele olhou nos meus olhos intensamente. _Você é tudo pra mim.
***
Quil e eu decidimos ir pra
cidade dos meus pais, eu faria faculdade assim que o bebe estivesse maior, Quil
montou uma pequena oficina pra ele, e também se comprometeu a fazer um cursinho
pra aperfeiçoamento. Meus pais mesmo não esperando isso, ficaram muito felizes
com a noticia do neto. Eu nunca mais ouvi falar da Leandra, o Ruan mudou sua
atitude e estava se tornando um lobo ótimo. Quil resolveu parar de se
transformar e viver para mim e nosso primeiro, ele quer mais, filho
inteiramente. Todos os dias eu agradeço por tê-lo Em Minha Vida.
Fim
Bem pessoal, foi um prazer escrever Em Minha Vida, espero que tenham gostado.
BjOooss
21 de ago. de 2010
Capitulo 8
Posted by sandry costa
On 8/21/2010
Para sempre
sua
Depois que
o Ruan disse isso eu olhei para o Quil, porem eu não contava em ver o que eu
vi. Nos olhos do Quil tinha tanta dor, que eu senti como se meu coração
estivesse sendo esmagado. Ele não segurou as lagrimas que rolou em seu rosto, seu
olhar de dor passou pra decepção, e então ele virou as costas e saiu, só então
eu notei que o Embry estava lá parado me olhando também, seu olhar me
reprovava, ele virou e saiu atrás do Quil. Senti os braços do Ruan me rodearem,
eu me senti suja, empurrei ele e sai correndo, chorando, tropeçando em direção
a porta. Eu não vi quando o Ruan me pegou e me levou pra casa, a próxima coisa
que eu me lembro é da tia Emi colocando um pano frio em minha testa.
***
_Como você
está se sentindo? Tio Sam perguntou quando eu abri os olhos. Meu corpo doía
principalmente à cabeça, minha boca estava seca com um gosto amargo.
_O que
aconteceu? Eu perguntei meio atordoada.
_Você
desmaiou e o Ruan te trouxe pra casa, e você deu muita febre. Tio Sam falou
colocando a mão no meu rosto pra checar se a febre havia passado. _O que
aconteceu? Ele me perguntou.
_Eu estava
na danceteria daí... Tio Sam me interrompeu.
_Não isso,
essa parte nós já sabemos. O que eu quero saber é o que levou a isso. O que
aconteceu com você e o Quil, querida? Eu acabei contando tudo o que tinha
acontecido ao tio Sam.
_Isso é
impossível. Tio Sam falou serio.
_Eu liguei
pra lá e eles me disseram que ele realmente estava la. Uma lagrima rolou no meu
rosto.
_E o que o
Quil falou?
_Eu...
Eu... Eu não falei com ele. Falei baixo.
_Querida.
Tio Sam me abraçou. _Se o Quil tivesse feito isso eu teria saberia. Ele me
falou com a voz gentil. Então me lembrei da ligação dos lobos e que o tio Sam
ouvia a mente do Quil. Eu me senti uma boba e agora com certeza quem não queria
mais nada comigo era ele.
_Ele está
com raiva de mim? Perguntei ainda abraçada a ele.
_Raiva?
Não, não Claire, ele nunca poderia estar com raiva de você, ele esta chateada,
triste, não entende por que você terminou com ele, mas com raiva, isso não.
_E quanto
ao Ruan, ao beijo. Eu disse, sentindo meu rosto esquentar.
_Ele sabe
tudo sobre esse dia também, ele sabe o que aconteceu e o que não aconteceu. Tio
Sam falou sempre calmo. _Agora você levanta que eu vou conversar com o Quil, e
quando ele vir aqui vocês conversa.
_Você acha
que ele virá? Uma pequena esperança nascendo em mim.
_Claro ele
veio todos os dias.
_Ah? Eu não
entendi a parte de todos os dias, tio Sam riu.
_Você
estava “dormindo” há cinco dias.
Tio Sam
saiu e eu fui tomar um banho.
Quil
De um
momento pra outro minha vida desmoronou, depois que Claire e eu levamos os pais
dela pro aeroporto eu voltei pra oficina, pouco depois recebemos uma chamada
pra ir buscar um carro atrapalhado num motel em uma cidade próxima, como eu era
o único lá no momento eu fui, e quando cheguei lá era apenas trote. Eu fiquei
com muita raiva porem eu aproveitei pra comprar um lobinho de pelúcia lindo pra
Claire. À noite quando fui a casa dela ela estava dormindo, eu senti uma dor em
meu peito, como se algo ruim fosse acontecer. E aconteceu, no outro dia Karon
trouxe a bomba que me tirou o chão.
“Acabou...
Eu não acredito que você mentiu
tanto pra mim, eu sei o que aconteceu e não quero te ver nunca mais na minha
vida.
Fica longe de mim até o dia de eu ir
embora
Claire”
A dor era
tão grande que eu pensei que fosse enlouquecer, meu peito doía como se me
rasgassem por dentro, me transformei e deixei a dor expandi.
“Quil o que? O louco” Embry continuou a dizer alguma coisa
que eu não ouvi. Eu não prestei atenção em nada e em ninguém dali pra frente,
eu estava consciente dos dias passando lentamente. Pela mente do Ruan eu pude
ver que ele estava se reaproximando dela, porem ele realmente estava tentando
ajudá-la. Pouco depois de uma semana Embry e eu vimos que ele iria levá-la em
uma danceteria, e ele iria chegar nela. Minha visão tomou um tom avermelhado e
eu queria arrancar a cabeça dele fora, porem resolvi somente ir atrás dele.
Ela estava
linda, e se divertindo, eu não podia negar isso a ela, ela merecia ser feliz,
era somente isso que importava. Depois de dançarem varias musicas ele a beijou,
Embry segurou o meu braço pra que eu não fizesse nada. Claire tentou se soltar,
mas ele era com certeza mais forte que ela, eu não resisti e fui até lá.
_Não
encosta nela. Eu disse depois de tirá-la das mãos do Ruan, minha voz saiu como
um rosnado, e eu não resisti e soquei a cara dele. O estrago não foi grande,
ele logo se curaria mesmo, mas quando a Claire correu pra ajudá-lo eu senti que
tinha a perdido, Ruan passou o braço pela cintura dela, e me olhou com olhar
superior.
_Basta
saber se ela não quer que eu encoste nela. Ele beijou seu rosto com carinho e
isso foi pior que levar mil socos, minhas mascara de protetor caiu e eu me
senti ferido, acuado, ela o havia escolhido. Olhei dentro dos seus olhos,
olhando pela ultima vez pro seu rosto de anjo e me virei. Corri até a floresta
próxima e me transformei, Embry me seguiu calado. Dei algumas voltas antes de
voltar pra casa e quando cheguei lá o Karon estava lá.
_Aconteceu
alguma coisa?
_A
Claire... Antes que ele falasse mais alguma coisa eu já estava correndo, eu
sentia urgência em vê-la, eu sabia que era algo ruim, eu sentia isso.
_O que
aconteceu? Olhei ao redor da sala e vi o Ruan, meu corpo tremia todo. _O que
você fez com ela? Eu gritei indo em sua direção. Sam me segurou.
_Calma.
Como ele poderia me pedir calma, eu o olhei com raiva. _Ela desmaiou, e esta
com febre muito alta, o Carlisle a está examinando. Eu me acalmei um pouco.
Depois de um tempo o Carlisle desceu, ele disse que ela estava bem, e que
quando o sistema imunológico dela quisesse, ela acordaria.
_O que
aconteceu? Eu perguntei ao Ruan assim que o Carlisle saiu. Sam novamente pediu
calma e nós fomos pro lado de fora conversar, de um jeito que não teria
mentiras. Sam, eu, Embry, Seth, Ruan e Jake nos transformamos e ele deixou que
víssemos o que tinha acontecido. Eu me acalmei, porem estava preocupado com
ela, quando ela iria acordar?
Todos os
dias eu fui até a casa do Sam e da Emili e eles sempre me deixavam subir e
ficar um pouco com ela, a febre ia e vinha o tempo todo. Passei na casa dela
mais uma vez, já tinha cinco dias que ela estava daquele jeito, e depois fui
pro serviço. De repente eu senti uma alegria enorme, e eu sabia o que era, ela
tinha acordado. Troquei de roupa e fui pra casa do Sam.
_Quil? Ouvi
o Sam me chamar, no meio do caminho.
_Sam ela
acordou. Eu não perguntei, eu tinha certeza que ela tinha acordado, ele afirmou
com a cabeça e eu sorri, me virei pra poder continuar andando.
_Quil,
espera. Temos que conversar primeiro. Nós fomos pra floresta e Sam pediu que me
transformasse, assim que estávamos como lobos ele me contou tudo o que tinha
acontecido, inicialmente eu não acreditei nisso tudo, se não fosse eu vendo a
lembrança da própria Claire falando eu não acreditaria, depois eu senti um ódio
imenso em mim, eu queria poder arrancar a cabeça da Leandra fora.
“calma” Sam
pediu “vai lá falar com ela, vocês se amam.”
“obrigado
Sam” eu disse e voltei a minha forma humana. Quando cheguei a casa do Sam, a
Emi me disse que ela havia subido pra tomar um banho e conversar com umas
amigas no MSN, subi até seu quarto e bati.
_Pode
entrar. Deus como era bom ouvir sua voz de anjo. Abri a porta e entrei
lentamente, ela se virou e me olhou, seus olhos brilharam, meu coração parecia
que iria sair pela boca, eu dei um sorriso tímido, ela abaixou a cabeça.
_Me perdoa?
Ela pediu com os olhos cheio de lagrimas. Eu a puxei em um abraço apertado, sem
perceber eu também estava chorando.
_Quil eu
entendo se você não me perdoar nunca, eu só quero que você saiba que eu te amo
e que eu fui um burra... Eu a calei com um beijo urgente, Deus como eu senti
falta dela. Pedi passagem pra minha língua e ela abriu a boca me recebendo.
_Eu te amo.
Eu disse em um sussurro.
_Eu também
amor, e nunca mais acredito em nada que ninguém fale. A beijei novamente com
mais desejo. Então a janela do MSN dela piscou, uma amiga dela cobrando a
resposta a uma pergunta.
*Lana diz:
E aí Claire quando você volta? A facu começa daqui duas semanas e o pessoal
estão todos animados.
Senti um
aperto no peito, eu estava tirando a oportunidade da Claire de ser fazer uma
faculdade legal. Ela acompanhou meu olhar e viu a mensagem no PC, foi até lá e
digitou.
*Claire
diz: Amiga tenho que ir, depois te ligo. Bjss.
E desligou
o PC, ela veio até mim e me abraçou.
_Temos que
conversar.
Ela sentou
na cama e me explicou tudo o que tinha acontecido, apesar de que eu já tinha a
ouvido contar tudo para o Sam. Depois eu expliquei o motivo pelo qual eu fui
até o motel aquele dia. Eu a abracei forte.
_Nunca mais
faz isso ok. Eu falei abraçado a ela.
_Nunca, eu
sou sua para sempre.
Autora Sandry
18 de ago. de 2010
Capitulo 7
Posted by sandry costa
On 8/18/2010
homenagem aos Ancestrais e armações
Os dias
passaram rápidos, Quil e eu não tivemos mais momentos às sós, era uma correria,
porem em dois dias tudo estava pronto. Essa festa era muito conhecida, juntava
muitos turistas que vinham conhecer as lendas, sem saber que era tudo verdade,
os familiares do povo da reserva vinha visitar a família e participar da festa,
e os Quileutes que não moravam mais aqui vinham rever Lá Push, a família e os
amigos. Tia Emi e a Nessie aprovaram minha escolha de roupa pra ocasião, eu
coloquei uma saia rodada pouco abaixo do joelho, uma regatinha branca e uma
rasteirinha, o cabelo eu deixei solto.
Quil veio
me buscar em casa e fomos de mãos dadas até o local da festa, havia varias
tochas de fogo e arranjos de flores em toda a extensão da praia. Quil estava
com uma bermuda xadrez e uma regata branca apertada, que deixava a mostra todos
os seus músculos de lobo, o único problema era que não tinha uma garota que não
olhava. A praia estava lotada de pessoas, vários deles eu recordava de já ter
visto antes, ao norte da entrada havia um lugar tipo um deck, só que de pedra
branca, onde eles colocaram a fogueira principal, em volta dela havia mais três
fogueiras, e seria ali que os anciões contariam algumas de nossas lendas.
_Claire
olha quem veio pra festa. Tio Sam chamou e me mostrou um casal ao seu lado.
_Pai, mãe.
Fui até eles e os abracei. _Por que vocês não me disseram que viriam?
_Nós
queríamos te fazer uma surpresa querida. Gostou?
_Lógico.
Estava com saudades. Quil estava calado, com certeza com vergonha. Minha também
percebeu e lógico não deixou o momento passar.
_Quil como
você está lindo. Minha mãe disse o abraçando e mesmo a pele dele sendo morena
deu pra ver que ele ficou vermelho. A festa estava tranqüila, e mesmo Ruan
estando nos olhando a todo o momento Quil e eu aproveitamos a festa e nos
divertimos com nossos amigos e familiares. Por volta de dez horas as homenagens
começaram, todos os lobos, imprinting e familiares se reuniram perto das
fogueiras, os anciões sentaram-se no centro, alguns garotos da tribo com faixa
de onze e doze anos dançaram danças típicas Quileutes, foram cantadas varias
musicas indígenas e contadas varias lendas. Os turistas olhavam maravilhados,
por volta de uma hora todos os turistas já tinham ido embora, os anciões
revezavam contando as lendas principais da aldeia, suas vozes se misturavam com
o vento, do fogo saiam labaredas azuis, laranjada e branca. As lendas e
cantigas continuaram até bem tarde. Quando já estava cochilando Quil me levou
pra casa.
Os dias
passaram tranqüilos, meus pais ficaram durante todo restante da semana, Quil e
eu os levamos em Seatles pra pegar o avião e na volta Quil me trouxe em casa.
_Nos vemos
hoje à noite? Quil perguntou com um olhar maroto.
_Uhum. Beijamos-nos
e ele foi pra oficina, onde praticamente todos os lobos trabalhavam. Mais ou
menos duas horas depois ouvi meu celular tocar e corri pra atender achando ser
ele, porem não reconheci o numero.
“alo?”
“Claire?”
eu reconheceria aquela voz de taquara rachada em qualquer lugar que eu a
ouvisse.
“Leandra. O
que você quer?”
“sabe onde
o Quil está?”
“claro, na
oficina” ela deu uma risada debochada.
“tem
certeza?” eu estava começando a perder a paciência.
“diz logo o
que você quer”
“eu só
quero te avisar que o Quil está comigo em Port. Angeles.” Toda paciência que eu
tinha acabou.
“olha aqui
sua vaca...” ela me interrompeu.
“você
duvida, liga agora pro motel luxer e pedi pra falar com o garoto da oficina de
Lá Push pra você ver” ela pausou e depois continuou distribuindo seu veneno.
“ele veio
buscar em mim o que você não pode dar” aquilo foi o suficiente pra que eu
jogasse o celular na parede do outro lado da sala. Eu gritei de raiva, andei de
um lado pro outro na sala, até que eu não agüentei, fui até a agenda telefônica
e peguei o numero do tal motel luxer e liguei, no segundo toque uma voz
feminina atendeu.
“motel
luxer boa tarde”
“boa tarde,
eu quero falar com o rapaz da oficina de Lá Push que está ai”
“só um
minuto que eu vou chamá-lo” tudo a minha volta girou e meu ar acabou eu
desliguei o telefone já sentindo as lagrimas me sufocarem. Corri pro meu quarto
e me tranquei la dentro, eu não acreditava que o Quil tinha feito isso comigo,
ele disse tanto que me amava, disse que não via mais ninguém sem ser eu. À
noite a tia Emi me chamou porem eu disse que estava no computador com uns
amigos e ela não insistiu, pior foi quando o cara de pau do Quil apareceu, eu
quase desci até a sala e joguei tudo na cara dele, porem eu não queria que
todos me vissem sofrendo.
Dormi cedo
e no outro dia escrevi uma pequena carta pro Quil.
“Acabou...
Eu não acredito que você mentiu
tanto pra mim, eu sei o que aconteceu e não quero te ver nunca mais na minha
vida.
Fica longe de mim até o dia de eu ir
embora
Claire”
As lagrimas
caiam no meu caderno enquanto eu escrevia, pedi ao Karon pra entregar para o
Seth. Depois que eu chorei tudo o que eu tinha pra chorar eu resolvi não deixar
isso acabar comigo, eu o amava mais que tudo, porem ele não me quis, ele não me
deu valor.
***
_Vai sair?
Tia Emi perguntou quando eu desci, ela com certeza percebeu meu jeito estranho
e que eu não via o Quil a mais de uma semana.
_É, o Ruan
me chamou pra ir a uma danceteria aqui perto.
_O Ruan? Eu
simplesmente dei de ombro, sem me importar em responder, eu estava sufocada, e
o Ruan estava sendo um bom amigo então não tive duvidas em aceitar seu convite
de sair. Ele me buscou na minha casa e fomos pra danceteria, a cidade era
próxima e não demorou pra chegarmos. O lugar estava lotado, luzes piscavam,
varias pessoas bebiam e outras tantas dançavam. Ruan me levou pra pista logo
depois de pegar uma bebida pra cada um de nós, eu literalmente me acabei de
tanto dançar, finalmente eu consegui passar algumas horas sem pensar no Quil, sem
pensar no que ele me fez.
_Se
divertindo? Ruan perguntou no meu ouvido, já que a zoeira era alta demais pra
se ouvir de longe.
_Sim,
obrigada.
_Não por
isso. E antes que eu pudesse esquivar ele me beijou, eu o empurrei porem ele
não me soltou, eu me senti mal por ele estar me beijando, porem eu não tinha
por que me sentir assim. Senti um par de mãos puxarem meu ombro e vi o Quil ir
pra cima do Ruan, ele deu um soco em seu rosto e o Ruan cambaleou.
_Não
encosta nela. Quil falou em um rosnado, eu me soltei de suas mãos e fui ver
como o Ruan estava. Sua boca estava sangrando, porem logo cicatrizaria, Ruan
passou o braço pela minha cintura, eu não o tirei, ele olhou pro Quil com um
olhar superior.
_Basta
saber se ela não quer que eu encoste nela. Ruan falou beijando o meu rosto, eu
me senti horrível por deixar isso, porem eu queria ferir o Quil, ele tinha que
ver que tinha quem queria o que ele não queria.
Autora Sandry
6 de ago. de 2010
Capitulo 6
Posted by sandry costa
On 8/06/2010
Telefonema inoportuno
O dia passou rápido e como eu havia dito, à noite
quase todos meus ferimentos já tinham cicatrizados.
_Você tem mesmo que ir? Claire perguntou com uma
voz manhosa, porem mesmo eu não querendo eu tinha que ir, Sam havia me avisado
que teria uma reunião na casa do Jake com toda a matilha.
_Tenho. Disse lhe dando mais um beijo, um beijo e
calmo e com muito amor, terminei dando vários selinhos em seus lábios e ela deu
um sorriso pequeno. _Prometo que amanhã a noite é sua. Ela deu um sorriso
enorme agora e seu olhar me disse que ela iria cobrar.
Sai de lá e me dirigi à casa do Jake, ele morava
junto com os cullen, Nessie e ele tinham uma menina que apesar de ter somente
um ano, tinha a aparência de cinco. Quando cheguei ali já estavam praticamente
todos, e percebi que Sam e alguns outros estavam rodeando o Ruan, com certeza
com medo de que ele tentasse algo contra mim. O olhar do Ruan era de puro ódio,
e eu percebi que varias coisas já haviam sido esclarecidas a ele.
_Quil! Jake veio até mim e me abraçou, logo depois
cumprimentei a todos os demais presentes, me sentei e Sam e Jake logo começaram
a reunião. Como Ruan havia acabado de se transformar nós faríamos turnos com
ele, e Sam resolveu não me por no mesmo turno que ele, também foi discutido
sobre a festa que teria na reserva, uma tradição antiga onde todos se reunião
para celebrar a alma de nossos ancestrais, na maior parte quem toma conta das
coisas é as mulheres principalmente a Emily, a Nessie e Claire quando ela esta
aqui, porem sempre era necessário alguns homens. Sam fez uma pequena escala,
comigo entre os que as ajudariam. Depois disso a conversa se tornou amistosa,
somente bate papo de amigos, porem em todo tempo Ruan me fuzilava com os olhos.
Já se passava da meia noite quando eu sai da casa do Jake, e com tudo o mais
que aconteceu hoje eu estava exausto, fui para casa e dormi assim que deitei na
cama.
Acordei com uma mistura de cheiro, porem o que mais
sobsaia era o dela, seu perfume misturado com seu cheiro próprio, abri os olhos
e vi uma sorridente Claire sentado na beira da minha cama.
_Bom dia amor. Ela disse me dando um selinho e
depois beijando onde estava machucado ontem.
_Estou vendo que você está cem por cento já.
_Sim, sim. Disse com um sorriso enorme. _Eu te
disse que estaria.
_Então acho que eu posso levar o café... A
interrompi antes que ela levantasse e levasse a mesa maravilhosa de café da
manhã que ela havia trago.
_Nem pensar nisso. Ela gargalhou me fazendo rir
também. Tomamos o café e a deixei no meu quarto enquanto trocava de roupa.
_E aí quais os planos pra hoje? Perguntei a
abraçando pela cintura.
_Tia Emi e a Nessie me pediram ajuda pra arrumar a
festa dos ancestrais, e pelo que o tio Sam disse você também ira ajudar. Ela disse
com um sorriso, logo depois mordendo o lábio inferior o que me fez beijá-la com
muito desejo, rapidamente o beijo tomou proporção e logo estávamos buscando por
ar, porem meus lábios somente desceram para seu pescoço e maxilar, a fazendo
arfar. Soltei uma mão de sua cintura e acariciei o seu rosto perfeito, enquanto
caminhava e a deitava na minha cama, segurei o meu peso para não machucá-la.
Voltei a beijar sua boca e ela arranhava meu abdômen e costas, o meu corpo
tremia de desejo, rapidamente me livrei de minha blusa e um brilho cruzou seu
olhar. Tracei o seu lábio com minha língua e uni nossas bocas, nossas línguas
percorrendo cada parte das nossas bocas, seu gosto era inebriante.
_Eu te amo. Sussurrei em seu ouvido. _E eu te
quero. Minhas palavras lançaram tremores no corpo da Claire e ela cravou suas
unhas em minhas costas sem dó, me fazendo gemer. Olhei para os seus lábios e a
vi novamente mordendo o lábio inferior, busquei seus lábios com doçura e me
livrei de todo peso na consciência, afinal nós nos amávamos, e esse momento
iria acabar chegando, o meu corpo todo pedia por ela, meu desejo quase me
deixava louco. Senti sua mão brincar com a beirada da minha bermuda e a olhei
tomando uma decisão. Ela retribuiu o meu olhar, e percebendo a minha duvida ela
falou com a voz mais rouca que o normal.
_Eu sou sua... E eu te amo mais que tud... Antes
que ela terminasse a frase minha boca já estava na dela com urgência, tentando
manter a delicadeza tirei sua blusa e sutiã e fiquei maravilhado com a perfeição
do seu corpo. Eu realmente havia esperado muito por isso, durante todos esses
anos eu sempre esperei por ela, e mesmo tendo dado alguns beijos na Leandra, eu
nunca deixei nada mais rolar. A senti arquear quando eu toquei seu corpo,
conhecendo o que, como ela mesma disse, era meu. Sua mão que antes brincava com
minha bermuda, ganhou ferocidade e rapidamente se livrou dela.
_Eu sempre estou em desvantagem. Brinquei
apontando pra mim e pra ela, ela revirou os olhos e deu um sorriso, porem até
seu sorriso era quente, e meu coração disparava como louco. Voltei a beijá-la e
subi minha mão por sua coxa, por baixo da saia e por mais incrível que possa
parecer ouvimos o celular da Claire tocando.
_A fala serio. Rosnei enquanto ela pegava o
celular. _Não atende. Completei voltando minha mão pra sua coxa, o que a fez
arfar.
_É a tia Emi. Ela falou olhando pra mim, ok a Emily
nós realmente teríamos que atender, e o celular tocando já tinha cortado todo o
clima, apesar de que o meu corpo não pensava exatamente assim. A única coisa
que me consolava era o olhar de frustração no rosto da Claire.
“Tia Emi” Emily falou algo curto e Claire
concordou.
“ok estamos indo” a olhei, apesar de já saber o que
era.
_Tia Emi e a Nessie está nos esperando pra
começarmos a organizar a festa. Apesar de não estar gostando ela não conseguiu
não deixar de rir, e a situação era realmente engraçada.
_Continuamos mais tarde então.? A frase não saiu
como uma afirmação e nem como uma pergunta, o que nos fez sorrir, o atrito
entre nossos corpos seminus, provocava calar frio em todo o meu corpo.
_Com certeza. Ela disse e eu a beijei novamente,
porem logo me levantei e fui em busca das nossas roupas, que estavam jogadas
pelo quarto.
Fanfic escrita por Sandry
28 de jul. de 2010
Capitulo 5
Posted by sandry costa
On 7/28/2010
Encontro indesejável
Estava difícil controlar meu desejo pela Claire
ultimamente. Cheguei em casa e tomei um banho frio, durante a noite sonhei com
a minha ela e acordei morto de saudade. Levantei-me e resolvi ir vê-la, tinha
muito tempo que não a via dormir, e tinha certeza que o Sam não ligaria.
_Olha só quem está por aqui.
_Ruan, que surpresa, posso saber o que você está
fazendo aqui. Nós estávamos próximos a casa do Sam.
_Quem sabe voltando pra casa, depois de uma noite
incrível. Mesmo tendo toda certeza de que isso não era verdade, senti meu
sangue ferver e começar a tremer.
_Você não vai conseguir me fazer desconfiar da
Claire, seu idiota. E então tudo aconteceu muito rápido, no lugar do Ruan
estava um lobo enorme cinza com manchas brancas, os dentes a mostra. Ele pulou
em mim e eu fui obrigado a me transformar e antes tivesse o enfrentado como
humano, pois ouvir seus pensamentos sobre a Claire era um insulto para mim. O
sentimento de posse, como se ela fosse dele, era tão forte, como um imprinting.
“O que está acontecendo aqui?” Seth perguntou, ouvi
seus passos e me virei para olhá-lo, e então senti o Ruan abocanhar minha pata
dianteira, e ouvi os ossos sendo triturados, me balancei o joguei longe, na
agonia de me livrar dos seus dentes. Quando tentei me levantar vi que o
estranho tinha sido grande, senti uma dor forte e cai novamente. Ruan se
aproveitou disso para pular em mim, sua cabeça chocando em meu peito me jogou
para longe, ele estava descontrolado, era como se eu tivesse roubando algo que
tinha que ser dele. Quando ele avançou novamente ouvi uma voz impossível de ser
ignorada.
“parados” Sam disse com seu tom de alpha, eu não
havia percebido que o Seth tinha se destransformado.
“Ruan você não vai dar mais nem um passo, e você
Quil vai voltar a forma humana e ir pra minha casa, eu deixei a Claire
desespera lá”
“ok” e antes de voltar a forma humana ouvi o Ruan
pensar.
“aproveita por que ela vai ser minha”
Quando deixei o fogo apagar senti uma dor
dilacerante e notei que o meu braço direito estava arruinado.
_Toma coloca isso. Seth passou uma blusa pelo meu
braço, fazendo uma tipóia.
_Vamos na casa da Leah pra ela da uma olhada.
_Não, eu vou ver a Claire primeiro.
Claire
_Bom dia. Disse sorrindo e beijando meus tios que
estavam sentados namorando no sofá. _Desculpa atrapalhar. Disse e gargalhei.
_Tudo bem queria. Olha sua mãe ligou, ela está
preocupada porque você não deu noticias.
_Nossa verdade, vou ligar pra ela. Disse me
virando.
_Espera Claire, senta aqui um pouquinho.
_O que foi tio.
_A Emi me contou que você foi à casa do Ruan ontem.
_Sim tio.
_Você contou ao Quil?
_Claro, e ele não gostou nem um pouco.
_Imagino, querida você correu um risco enorme indo
lá sozinha.
_Eu sei tio e já prometi ao Quil que não irei lá
sozinha de novo.
_Ok querida.
_Agora eu vou ligar pra mamãe, ela deve estar muito
preocupada. Quando me levantei para pegar o telefone ouvi a porta sendo aberta
em um estrondo, e olhei assustada.
_O que é isso Seth?
_O Ruan se transformou. Senti um aperto no peito,
como se isso não fosse algo bom.
_E por isso você tem que arrancar a porta da minha
casa?
_Não, ele e o Quil estão brigando.
_O QUE? Gritei horrorizada.
_Vamos. E antes que eles saíssem eu ouvi o Seth dizendo.
_Sem querer eu distrai o Quil e ele o acertou.
_Como ele esta? Me diz, Seth como o Quil está? Gritei
desesperada, vendo os dois desaparecerem entre as arvores.
_Tia eu tenho que ir lá, o Quil está machucado eu
sei que esta. Senti meu corpo ficar bambo e o chão sumir de debaixo de mim, e
não vi mais nada.
***
_Claire, Claire querida acorda.
_Quil, onde ele está? Tia Emi por favor eu tenho...
Então eu senti seu cheiro, e me virei no sofá enquanto ele entrava.
_Amor? Levantei-me e corri até ele.
_Cuidado Claire. Ouvi a tia Emi falar e o abracei
com cuidado. O olhei de cima a baixo, e ele estava horrível, entendendo meu
olhar ele me tranqüilizou.
_Eu estou bem amor, não se preocupe. Uma raiva
imensa cresceu dentro de mim, não dele ou de suas palavras.
_Como ele ousou encostar em você, quem ele pensa
que ele é? Se Ruan estivesse perto de mim ele se arrependeria. Quil me enlaçou
com sua mão que estava boa e me deu selinho, me fazendo esquecer rapidamente do
Ruan.
_Eu estarei ótimo amanhã mesmo. Pelo menos graças a
isso ele teve o dia de folga e nós o passamos juntos abraçados na sala,
enquanto víamos vários filmes.
Autora Sandry
21 de jul. de 2010
Capitulo 4
Posted by sandry costa
On 7/21/2010
Ciúme exagerado
“Fala
Quil.”
“Oi Seth,
quais as novidades?”
“Ficou
sabendo do Ruan?”
“Não, o
que tem ele?”
“O Sam
acha que ele vai virar lobo” o
Ruan é amigo da Claire desde que ela era pequena, só que eu já havia percebido
que ele já não gostava dela só como amiga há muito tempo. Fiz o restante da
ronda calado e fui dormir.
No outro dia bem cedo fui até a casa da Claire para
buscá-la.
Claire
Acordei ansiosa para ver o Quil, era como se poucas
horas longe dele fossem uma eternidade, pus meu biquíni branco, bordado e uma
bermuda curta branca, com um chinelo havaiana e desci.
_Bom dia Emi, e ai Sam? Ouvi Quil cumprimentar meus
tios quando chegou, e então ele prosseguiu.
_O Seth me contou sobre o Ruan.
_É o Embry o viu, e ele acha que não vai demorar.
Não estava entendendo sobre o que eles falavam, então decidi terminar de descer
e depois eu perguntava ou ao Quil ou ao tio Sam.
_Bom dia tia Emi, bom dia tio Sam, bom dia amor.
Disse dando um beijo em minha tia, meu tio e um selinho no Quil.
_Você almoça aqui Quil? Tia Emi perguntou.
_Não Emi, tenho que ir à oficina.
_Ok, boa praia pra vocês.
_Obrigado. Dissemos juntos. Enquanto caminhávamos
tentei arranjar o melhor jeito de perguntar ao Quil sobre o Ruan, sem o magoar,
eu sabia que o Quil tinha um ciúme exagerado do Ruan.
_Amor. O chamei quando já estávamos lá. _Eu ouvi
você e o tio Sam falando sobre o Ruan. Ele ficou serio e eu pensei que ele não
fosse me responder.
_Sim, o Embry acha que ele vai se transformar.
_Serio? Era engraçado, pois ele nunca acreditou nas
lendas. _Ele deve estar mal.
_É, ele não deve estar entendendo nada. Resolvi
esquecer esse assunto por um tempo, e aproveitar a praia com o Quil, afinal eu
passaria a tarde toda sem vê-lo.
_Você virá à noite? Perguntei quando ele foi me
deixar em casa, antes de ir pra oficina do Jake.
_Claro e, amanhã terá fogueira, quer ir?
_Lógico. Disse sorrindo. _Eu amo as noites de
fogueiras. Quil tocou meus lábios, no inicio com delicadeza e depois com
urgência. E cedo demais acabou o beijo, indo pro serviço. Entrei, almocei e
depois de duas horas sem saber o que fazer, e o porquê desse incomodo no peito,
decidi ir ver o Ruan.
***
_Claire. Ruan falou assustado, sorrindo e me
olhando dos pés a cabeça, com um olhar nada de amigo, ele veio até mim e me
abraçou, eu me livrei do abraço o mais rápido possível, sem deixá-lo chateado.
A tarde passou rápida, era divertido conversar com ele, nós éramos amigos desde
pequenos. Ele já não me via somente como amiga há alguns anos, porem era assim
que eu o considerava.
_E onde está o Quil? Ele perguntou debochado.
_Trabalhando.
_Hum, ele não devia te deixar sozinha por ai, vai
que outro te acha.
_Ah Ruan deixa de ser chato. Disse sorrindo. _Tá na
minha hora.
_Não, juro que não falo mais nada.
_Já está tarde, tenho mesmo que ir.
_As horas voaram né? Na verdade o tempo passou bem
devagar pra mim, eu estava louca pra ver o Quil, mas não quis chateá-lo. _Ok,
então eu te acompanho.
_Não precisa Ruan. Eu não queria nem imaginar o que
o Quil iria falar quando soubesse que eu fui vê-lo, ainda mais se ele o visse
indo me acompanhar.
_Tudo bem, nos vemos outro dia então.
_Certo. Despedi-me e sai, assim que me aproximei da
casa da minha tia, vi um nervoso Quil andando de um lado para o outro na frente
da porta da casa.
_Finalmente. Ele disse me abraçando e soltando logo
em seguida, deve ter se esquecido que estava com raiva por eu ter ido ver o
Ruan. _Você quase me matou de angustia.
Eu o abracei não aceitando a distancia entre nós.
_Não é pra tanto Quil, Ruan e eu sempre fomos
amigos.
_Mas antes ele não estava na fase pré transformação.
Qualquer coisa pode fazê-lo transformar.
_Você está certo. Beijei seu rosto e esperei para
ver sua reação, ele passou seus braços por minha cintura e me beijou com
desejo, nossos beijos estavam cada vez mais quentes, seus lábios traçou um
caminho por meu rosto e pescoço e depois voltou para minha boca, sua língua me
invadiu, explorando cada parte da minha boca, sua mão desceu pelo meu braço até
minha cintura e me puxou para ele, minha mão com vontade própria desceu por seu
peito e abdômen e um gemido baixo saiu pela boca do Quil, enquanto ele lambia e
mordia o lóbulo da minha orelha.
_Acho melhor eu ir embora. Sua voz estava mais
rouca que o normal e falha, mesmo eu não querendo eu sabia que o melhor era
deixá-lo ir.
Autora: Sandry
17 de jul. de 2010
Capitulo 3
Posted by sandry costa
On 7/17/2010
Queria que a loba fosse eu
Claire
_Claire querida, que saudade. A mãe
do Quil me abraçou assim que entramos na casa dele, ele subiu e nos deixou na
sala. _Pelo seu sorriso vocês se acertaram. Eu assenti com a cabeça e senti meu
rosto pinicar de vergonha. _Vocês se amam muito e merecem ser felizes.
_Obrigada. Em pouco tempo ele estava
de volta, o cabelo molhado, com uma blusa cinza apertada e uma bermuda bege
escuro riscada, e um perfume maravilhoso que se juntando ao seu cheiro natural
era irresistível.
_Nossa, mas meu filho ta um gato.
Ele corou lindamente quando ela disse isso e eu entrei na brincadeira.
_Um pedaço de mau caminho. O
vermelho do seu rosto intensificou e nós duas sorrimos.
_Então quer dizer que você se juntou
a minha mãe contra mim. Ele perguntou quando chegamos ao carro dele, me
abraçando e começando a fazer cosquinha em mim.
_Não... Juro.
Disse rindo e ele me beijou.
Beijá-lo era a melhor coisa que existia.
Quando chegamos ao cinema a fila era
enorme, porem eu não importei nem um pouco, pois o Quil estava abraçado comigo.
_Chocolate, pipoca? Ele perguntou
quando estava quase chegando a nossa vez.
_E refrigerante. O respondi.
Sorri para ele enquanto ele vinha em
minha direção com tudo o que eu pedi, o sorriso morreu quando uma lambisgoia o
parou, de onde eu estava eu via e ouvia tudo.
_Quil? Que saudade amor. AMOR aquela
vaca chamou o meu Quil de amor.
_Leandra. Ele não escondeu a
decepção em vê-la e me procurou com os olhos.
_É impressão minha ou você tem
fugido de mim. Ela perguntou se aproximando e encostou os lábios nos do Quil
que se afastou no mesmo momento. Senti o sangue ferver em minhas veias e tudo
que eu queria naquele momento era que a loba fosse eu.
Quil
Olhei novamente para a Claire e
implorei ajuda com os olhos, ela estava vermelha e com certeza furiosa, a vi
fechar os olhos quase totalmente e fuzilar a Leandra antes de marchar até nós,
porem quando ela falou sua voz estava doce.
_Amor,
você vai demorar, está chegando nossa vez. Ela pegou a pipoca das minhas mãos e
me abraçou, colando nossos corpos sem deixar espaço, eu sorri entendendo o que
ela estava fazendo. Ela olhou pro lado da Leandra e falou. _Prazer eu sou a
Claire namorada do Quil, você já deve ter ouvido meu nome. Ela finalizou com um
sorriso quando viu a careta da Leandra, claro que ela já tinha ouvido o nome da
Claire e como. Depois disso a Leandra saiu pisando duro e nós entramos pro
cinema. A Claire que escolheu o filme e o ator era bem bonito, coisa que eu não
iria admitir nunca.
_Hum, você gosta desse ator?
Perguntei fingindo indiferença.
_Ele é legal. Ela disse não
percebendo meu verdadeiro interesse, ou fingindo não perceber. Minha
curiosidade foi maior e eu tentei de novo.
_Ele é charmoso. Ela gargalhou, e
falou.
_Ele até que é bonito, mas quem
disse que eu vou olhar pra ele? Eu queria poder parar o tempo só pra beijar a
Claire. Ela realmente não olhou pro ator, na verdade nós não olhamos o filme, e
sim namoramos o tempo todo. Somente quando estávamos na lanchonete ela
perguntou.
_Quil... Posso saber quem era ela?
Ela abaixou a cabeça timidamente e eu fiquei em silêncio, não sabia por onde
começar. _Tudo bem se você não quiser... Vi as lagrimas brilharem nos seus
olhos e segurei seu rosto o levantando. Subi minha mão pela sua bochecha
secando as lagrimas até tocar seus olhos e dei um selinho demorado nos seus
lábios.
_Claro que você pode saber amor, eu
só não sei por onde começar. Respirei fundo e ela esperou pacientemente
enquanto eu contava toda a historia da Leandra.
_Você gosta dela? Ela perguntou e eu
sorri.
_Não e nunca gostei. Eu amo você
Claire. Disse a beijando, ela passou sua mão pelo meu cabelo enlaçando ele com
seus dedos e me puxou para mais perto dela, nosso beijo era intenso.
_Quais seus planos pra amanhã?
Perguntei depois de um tempo.
_O que está na sua agenda? Ela
perguntou sorrindo.
_Praia? O seu sorriso aumentou, e
como ele era lindo.
_Praia então. Nós dois sorrimos.
Sorrimos, conversamos e namoramos o
restante da noite.
_Já vai? Ela perguntou quando já era
quase onze horas.
_Sim, hoje eu tenho que fazer a
ronca, te pego amanhã.
15 de jul. de 2010
Capitulo 2
Posted by sandry costa
On 7/15/2010
Pra que respirar? Prefiro beijá-la
Quando eu sorri o seu sorriso
aumentou, ela soltou as malas no chão e correu ao meu encontro, abri meus
braços para um abraço, mas ela me surpreendeu pulando neles, ela envolveu suas
pernas na minha cintura e pôs a cabeça no meu ombro.
_Quil. Ela sussurrou me fazendo
arrepiar inteiro. Uma alegria imensa me invadiu e eu gargalhei.
_Claire, minha Claire.
Ela sorriu também levantando o
rosto.
_Que saudade. Ela falou dando um
gritinho depois, ela começou a beijar meu rosto, bochecha, testa, olhos, nariz,
queixo e quando eu pensei que não poderia ficar mais feliz, ela tocou meus
lábios. Eu levei um segundo ou dois para perceber que a minha criança tinha
virado uma mulher, e que essa mulher linda estava me beijando. Abri meus lábios
pedindo passagem com minha língua, e passei minha mão por sua cintura a
apertando a mim, seus lábios eram doces e macios e me fizeram esquecer como
respirar, mas pra que respirar? Prefiro beijá-la.
_ha ha.
Ouvi o Embry limpar a garganta
chamando nossa atenção, coloquei Claire no chão, rosnando baixinho para o Embry
e ela sorriu.
_Embry. Ela o cumprimentou indo
abraçá-lo e os dois sorriram quando o rosnado aumentou o volume.
_Bobo. Ela falou rolando os olhos e
vindo me abraçar. Peguei suas malas e a abracei, a conduzindo até o carro.
Lógico que o Embry foi dirigindo e eu fui no banco de trás abraçado com ela.
_Como estão todos? Ela perguntou
brincando com a minha mão.
_Todos bem e com saudades. Eu disse
sorrindo. Quando chegamos em frente a casa do Sam, a Emily a esperava do lado
de fora, com o pequeno Karon ao seu lado. Sam e ela tinham três filhos, dois
meninos de doze e sete anos e uma menina de quatorze.
_Tia Emi. Claire falou correndo até
ela e abraçando. Vi um sorriso nascer no rosto da Emily, ela estava com medo da
Claire estar com raiva dela e do Sam.
_Meu Deus você está mais linda que
antes. Ela sorriu corando e eu tive que concordar com a Emily, tirei as malas
dela do carro e me despedi do Embry, depois fui até onde elas estavam e parei
ao lado delas.
_Vamos entrar. Emily chamou e sorriu
quando a Claire entrelaçou nossas mãos. Assim que entramos a Emily virou e nos
encarou.
_Pelo o que estou vendo vocês
decidiram ficar juntos. Eu deixei essa pra Claire responder, eu só faria o que
ela quisesse.
_Sim tia, eu amo o Quil. Um sorriso
enorme se formou no meu rosto e meu coração disparou de novo no meu peito, ela
acabara de dizer que me ama. Ela mordeu o lábio inferior e perguntou. _Você se
incomoda com isso tia? Olha a mamãe me explicou tudo sobre eu me afastar do
Quil, e ela disse que a decisão seria minha quando eu chegasse aqui.
_Claire calma. Emily falou a
cortando por que ela começou a falar rápido sem nem respirar, eu acariciei seu
cabelo a acalmando. _Isso não me incomoda, pelo contrario, eu estou feliz por
vocês decidirem ficar juntos, e por essa separação não ter mudado nada entre
vocês. Agora vem comer alguma coisa... Os dois.
O dia passou rápido, e eu fiquei com
ela o tempo todo, como tudo poderia ficar tão bem? Será se eu estou sonhando?
Pensava enquanto esperava ela tomar banho.
_Quil vamos sair? Ela perguntou
entrando na sala e me abraçando por trás.
_Claro amor, aonde você quer ir?
_Cinema... Por Angeles. Ela disse,
beijando meu rosto entre as palavras. Virei-me na poltrona alcançando seus
lábios e a beijando com urgência.
_Temos que passar na minha casa
antes, é bom que você vê minha mãe, ela está com saudade de você. Levantei-me
dando a mão para ela e quando a olhei senti minha boca se abrir em O de
surpresa. Ela estava com um vestido amarelo, com uma alça só, ele ia até pra
cima do seu joelho e se moldava ao seu corpo de um jeito tentadoramente.
Autora: Sandry Costa












