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4 de mai. de 2011

Posted by sandry costa On 5/04/2011

23 de ago. de 2010

Capitulo 9

Posted by sandry costa On 8/23/2010


Em Minha Vida
Claire
Quil sempre foi tudo em minha vida e eu o amei desde quando eu tinha treze anos, varias vezes eu imaginei como seria estar casada com ele e ser mãe dos seus filhos. Agora que tudo tinha voltado ao normal eu tinha uma escolha a fazer, ficar aqui na reserva com ele ou voltar pra casa dos meus pais, pois a faculdade começaria em alguns dias, eu não tinha duvida de qual seria a minha escolha.
_Você e o Quil vão sair? Tia Emi perguntou entrando no quarto onde eu me arrumava.
_Sim vamos ao cinema e a uma boate em Port. Angeles. Tia Emi sorriu, porem depois ficou seria.
_Você pensou sobre a faculdade?
_Eu não vou embora tia. Isso se você e o tio Sam me deixarem ficar aqui.
_Oh querida, claro que você pode ficar, mas você tem que pensar no seu futuro.
_O meu futuro é o Quil tia.
_Certo.
Ela me abraçou e eu ouvi Quil bater na porta. Quil estava lindo, estava com uma calça jeans azul e uma blusa escura e uma jaqueta preta de frio, ele deu um sorriso lindo quando me viu.

Quil
Quando a Claire abriu a porta eu tive a visão mais linda da minha vida, Claire estava com um vestido prata, curto, lindo. Dei um sorriso quando a vi.


_Vamos?
_Vamos. Dei um oi pra Emi e fomos pra Port. Angeles.
Durante a viagem até Port Angeles tentei convencer a Claire a ir pra faculdade, mesmo não querendo deixá-la, porem ela estava decidida. Ela escolheu um filme romântico que eu não prestei atenção, assim que o filme começou eu a beijei, seu lábios macios se abriram dando passagem a minha língua, eu explorei cada parte da sua boca, apertei a sua coxa e senti ela puxar meu cabelo. Seu cheiro estava inebriante, a beijei com urgência e ferocidade. Assim que o filme acabou sussurrei em seu ouvido.
_Eu não agüento mais, eu te quero. Ela arfou e me beijou com luxuria. Seus olhos me responderam o que eu precisava saber, quando saímos do cinema estava chovendo muito, não dava pra ver um palmo à frente do carro. Resolvemos deixar o carro no shopping e encontrar um hotel por perto.
Quando entramos no quarto estávamos encharcados, Claire ligou pra Emili e avisou que estava chovendo muito e que dormiríamos aqui, antes que ela terminasse de desligar eu já estava beijando ela, minha boca buscou a dela com urgência, passei minha língua pelo seu lábio, puxei sua cintura, colando nossos corpos. Percorri toda a extensão do seu braço até e uni nossas mãos.
_Eu te amo. Sussurrei em seu ouvido, mordendo o lóbulo da sua orelha em seguida.
_Eu... Também... Te amo. Ela disse ofegante, Claire enrolou seus dedos no meu cabelo me puxando para ela novamente, nossas bocas tinham presa uma da outra. Subi minha mão lentamente por sua coxa, virinha e a senti arquear quando minha mão tocou sua intimidade, continuei subindo minha mão espalmada por seu corpo enquanto tirava o seu vestido, rodeei os seus seios antes de terminar de tira-lo, e quando a vi somente com a parte de baixo da lingerie senti meu corpo estremecer e o desejo pulsar dentro de mim.
Claire
Quil me olhou com desejo, mordi meu lábio inferior e ele deu um sorriso lindo. Seus lábios vieram pros meus novamente urgentemente, minhas mãos ganharam vida própria e rapidamente ele estava somente com uma boxe preta a visão era de outro mundo. Quil fez um caminho de beijos pelo meu pescoço até meus seios e o sugou avidamente, meu corpo arqueou fazendo com que nossos corpos se chocassem, mandando uma corrente elétrica por todo meu corpo. O corpo de Quil estava em chamas e sua excitação era evidente. Ele desceu uma de suas desceram pra minha perna a rodeando em sua cintura fazendo com que eu soltasse um gemido alto. Quil me levou para a cama e se deitou sobre mim, segurando seu peço para não me machucar, nos livramos das ultimas peças que impediam de sermos um só.
(N/A: desculpem pessoal não dá pra dar mais detalhes aushaush)
Deixei meu corpo cair sobre o peito suado do Quil e fechei meus olhos, Quil acariciou meu cabelo e sussurrou que me amava, eu me sentia completa, feliz.
_Temos que dormir já está amanhecendo. Quil disse passando sua mão pela minha costa.
_Uhum. Disse bocejando, Quil sorriu.
_Dorme amor, sonhe com os anjos. Foi a ultima coisa que me lembro da melhor noite da minha vida.
Os próximos dias foram os mais felizes da minha vida, Quil e eu estávamos imensamente felizes, os dias eram únicos, somente uma coisa me incomodava, a pressão de todos, inclusive do Quil, pra que eu fosse pra faculdade.
Faltando três dias pro inicio das aulas eu tive uma surpresa.
_Lana? Abracei minha amiga e a fiz entrar, ela estava sorridente.
_Vim ver o motivo que te fez não querer voltar pra casa. Ela disse piscando, nesse momento Quil veio da cozinha e me abraçou pela cintura.
_Esse é o motivo. Disse apontando pro Quil. _Quil essa é a Lana, Lana Quil.
_Prazer, chegou na hora certa, o café está pronto. Quil disse sorrindo, fomos pra cozinha onde tinha uma mesa linda, porem assim que senti o cheiro do café meu estomago revirou e eu corri pro banheiro.
_Você está bem?
_Estou sim, não se preocupe. Já tem alguns dias que eu não posso ver cheiro de comida. Lana me olhou com um olhar estranho.
_Claire você está grávida? Lana me perguntou sentando na minha cama. Grávida? Será? Quil e eu passamos a ter relações sexuais regularmente e bem nós realmente não usamos preservativos.
_Será?
_Qual a possibilidade? Lana me olhou questionadoramente, antes que eu respondesse ouvi uma batida na porta e Quil perguntou.
_Claire posso entrar? Sua voz estava muito preocupada, fui até a porta e a abri, Quil me abraçou. _Você está melhor? Eu afirmei com a cabeça, pouco depois Quil foi embora e Lana e eu fomos até a farmácia comprar um teste de gravidez, e não foi surpresa o resultado. “positivo”. Fui pra casa temendo contar pra tia Emi e o tio Sam, mas meu medo foi desnecessário, eles aceitaram numa boa.
***
_Você está preocupada com alguma coisa? Quil perguntou me abraçando, nós estávamos na varanda da casa dos meus tios.
_Sim.
_Com o que? Ele perguntou quando viu que eu não iria responder. Sentei-me e o puxei para perto de mim.
_Eu vou te contar uma coisa importante, mas você não precisa se sentir obrigado a nada... Ele me olhou confuso. _Eu estou grávida. Disse colocando a mão na minha barriga, Quil ficou em silencio e eu tive medo de olhar em seus olhos, porem quando eu olhei, eu engasguei, seu rosto estava coberto de lagrimas, e seus olhos brilhavam sem ser devido as lagrimas.
_Tem certeza? Eu afirmei com a cabeça.
_Absoluta. Quil me pegou em um abraço de urso típico dos meninos da reserva, e quando me soltou me deu beijo urgente.
_Eu te amo. Ele disse sobre meus lábios, logo em seguida ele beijou minha barriga. _Já amo você também. Ele olhou nos meus olhos intensamente. _Você é tudo pra mim.
***
Quil e eu decidimos ir pra cidade dos meus pais, eu faria faculdade assim que o bebe estivesse maior, Quil montou uma pequena oficina pra ele, e também se comprometeu a fazer um cursinho pra aperfeiçoamento. Meus pais mesmo não esperando isso, ficaram muito felizes com a noticia do neto. Eu nunca mais ouvi falar da Leandra, o Ruan mudou sua atitude e estava se tornando um lobo ótimo. Quil resolveu parar de se transformar e viver para mim e nosso primeiro, ele quer mais, filho inteiramente. Todos os dias eu agradeço por tê-lo Em Minha Vida. 

Fim

Bem pessoal, foi um prazer escrever Em Minha Vida, espero que tenham gostado.
BjOooss




21 de ago. de 2010

Capitulo 8

Posted by sandry costa On 8/21/2010


Para sempre sua
Depois que o Ruan disse isso eu olhei para o Quil, porem eu não contava em ver o que eu vi. Nos olhos do Quil tinha tanta dor, que eu senti como se meu coração estivesse sendo esmagado. Ele não segurou as lagrimas que rolou em seu rosto, seu olhar de dor passou pra decepção, e então ele virou as costas e saiu, só então eu notei que o Embry estava lá parado me olhando também, seu olhar me reprovava, ele virou e saiu atrás do Quil. Senti os braços do Ruan me rodearem, eu me senti suja, empurrei ele e sai correndo, chorando, tropeçando em direção a porta. Eu não vi quando o Ruan me pegou e me levou pra casa, a próxima coisa que eu me lembro é da tia Emi colocando um pano frio em minha testa.
***
_Como você está se sentindo? Tio Sam perguntou quando eu abri os olhos. Meu corpo doía principalmente à cabeça, minha boca estava seca com um gosto amargo.
_O que aconteceu? Eu perguntei meio atordoada.
_Você desmaiou e o Ruan te trouxe pra casa, e você deu muita febre. Tio Sam falou colocando a mão no meu rosto pra checar se a febre havia passado. _O que aconteceu? Ele me perguntou.
_Eu estava na danceteria daí... Tio Sam me interrompeu.
_Não isso, essa parte nós já sabemos. O que eu quero saber é o que levou a isso. O que aconteceu com você e o Quil, querida? Eu acabei contando tudo o que tinha acontecido ao tio Sam.
_Isso é impossível. Tio Sam falou serio.
_Eu liguei pra lá e eles me disseram que ele realmente estava la. Uma lagrima rolou no meu rosto.
_E o que o Quil falou?
_Eu... Eu... Eu não falei com ele. Falei baixo.
_Querida. Tio Sam me abraçou. _Se o Quil tivesse feito isso eu teria saberia. Ele me falou com a voz gentil. Então me lembrei da ligação dos lobos e que o tio Sam ouvia a mente do Quil. Eu me senti uma boba e agora com certeza quem não queria mais nada comigo era ele.
_Ele está com raiva de mim? Perguntei ainda abraçada a ele.
_Raiva? Não, não Claire, ele nunca poderia estar com raiva de você, ele esta chateada, triste, não entende por que você terminou com ele, mas com raiva, isso não.
_E quanto ao Ruan, ao beijo. Eu disse, sentindo meu rosto esquentar.
_Ele sabe tudo sobre esse dia também, ele sabe o que aconteceu e o que não aconteceu. Tio Sam falou sempre calmo. _Agora você levanta que eu vou conversar com o Quil, e quando ele vir aqui vocês conversa.
_Você acha que ele virá? Uma pequena esperança nascendo em mim.
_Claro ele veio todos os dias.
_Ah? Eu não entendi a parte de todos os dias, tio Sam riu.
_Você estava “dormindo” há cinco dias.
Tio Sam saiu e eu fui tomar um banho.
Quil
De um momento pra outro minha vida desmoronou, depois que Claire e eu levamos os pais dela pro aeroporto eu voltei pra oficina, pouco depois recebemos uma chamada pra ir buscar um carro atrapalhado num motel em uma cidade próxima, como eu era o único lá no momento eu fui, e quando cheguei lá era apenas trote. Eu fiquei com muita raiva porem eu aproveitei pra comprar um lobinho de pelúcia lindo pra Claire. À noite quando fui a casa dela ela estava dormindo, eu senti uma dor em meu peito, como se algo ruim fosse acontecer. E aconteceu, no outro dia Karon trouxe a bomba que me tirou o chão.
“Acabou...
Eu não acredito que você mentiu tanto pra mim, eu sei o que aconteceu e não quero te ver nunca mais na minha vida.
Fica longe de mim até o dia de eu ir embora
Claire”
A dor era tão grande que eu pensei que fosse enlouquecer, meu peito doía como se me rasgassem por dentro, me transformei e deixei a dor expandi.
“Quil o que? O louco” Embry continuou a dizer alguma coisa que eu não ouvi. Eu não prestei atenção em nada e em ninguém dali pra frente, eu estava consciente dos dias passando lentamente. Pela mente do Ruan eu pude ver que ele estava se reaproximando dela, porem ele realmente estava tentando ajudá-la. Pouco depois de uma semana Embry e eu vimos que ele iria levá-la em uma danceteria, e ele iria chegar nela. Minha visão tomou um tom avermelhado e eu queria arrancar a cabeça dele fora, porem resolvi somente ir atrás dele.
Ela estava linda, e se divertindo, eu não podia negar isso a ela, ela merecia ser feliz, era somente isso que importava. Depois de dançarem varias musicas ele a beijou, Embry segurou o meu braço pra que eu não fizesse nada. Claire tentou se soltar, mas ele era com certeza mais forte que ela, eu não resisti e fui até lá.
_Não encosta nela. Eu disse depois de tirá-la das mãos do Ruan, minha voz saiu como um rosnado, e eu não resisti e soquei a cara dele. O estrago não foi grande, ele logo se curaria mesmo, mas quando a Claire correu pra ajudá-lo eu senti que tinha a perdido, Ruan passou o braço pela cintura dela, e me olhou com olhar superior.
_Basta saber se ela não quer que eu encoste nela. Ele beijou seu rosto com carinho e isso foi pior que levar mil socos, minhas mascara de protetor caiu e eu me senti ferido, acuado, ela o havia escolhido. Olhei dentro dos seus olhos, olhando pela ultima vez pro seu rosto de anjo e me virei. Corri até a floresta próxima e me transformei, Embry me seguiu calado. Dei algumas voltas antes de voltar pra casa e quando cheguei lá o Karon estava lá.
_Aconteceu alguma coisa?
_A Claire... Antes que ele falasse mais alguma coisa eu já estava correndo, eu sentia urgência em vê-la, eu sabia que era algo ruim, eu sentia isso.
_O que aconteceu? Olhei ao redor da sala e vi o Ruan, meu corpo tremia todo. _O que você fez com ela? Eu gritei indo em sua direção. Sam me segurou.
_Calma. Como ele poderia me pedir calma, eu o olhei com raiva. _Ela desmaiou, e esta com febre muito alta, o Carlisle a está examinando. Eu me acalmei um pouco. Depois de um tempo o Carlisle desceu, ele disse que ela estava bem, e que quando o sistema imunológico dela quisesse, ela acordaria.
_O que aconteceu? Eu perguntei ao Ruan assim que o Carlisle saiu. Sam novamente pediu calma e nós fomos pro lado de fora conversar, de um jeito que não teria mentiras. Sam, eu, Embry, Seth, Ruan e Jake nos transformamos e ele deixou que víssemos o que tinha acontecido. Eu me acalmei, porem estava preocupado com ela, quando ela iria acordar?
Todos os dias eu fui até a casa do Sam e da Emili e eles sempre me deixavam subir e ficar um pouco com ela, a febre ia e vinha o tempo todo. Passei na casa dela mais uma vez, já tinha cinco dias que ela estava daquele jeito, e depois fui pro serviço. De repente eu senti uma alegria enorme, e eu sabia o que era, ela tinha acordado. Troquei de roupa e fui pra casa do Sam.
_Quil? Ouvi o Sam me chamar, no meio do caminho.
_Sam ela acordou. Eu não perguntei, eu tinha certeza que ela tinha acordado, ele afirmou com a cabeça e eu sorri, me virei pra poder continuar andando.
_Quil, espera. Temos que conversar primeiro. Nós fomos pra floresta e Sam pediu que me transformasse, assim que estávamos como lobos ele me contou tudo o que tinha acontecido, inicialmente eu não acreditei nisso tudo, se não fosse eu vendo a lembrança da própria Claire falando eu não acreditaria, depois eu senti um ódio imenso em mim, eu queria poder arrancar a cabeça da Leandra fora.
“calma” Sam pediu “vai lá falar com ela, vocês se amam.”
“obrigado Sam” eu disse e voltei a minha forma humana. Quando cheguei a casa do Sam, a Emi me disse que ela havia subido pra tomar um banho e conversar com umas amigas no MSN, subi até seu quarto e bati.
_Pode entrar. Deus como era bom ouvir sua voz de anjo. Abri a porta e entrei lentamente, ela se virou e me olhou, seus olhos brilharam, meu coração parecia que iria sair pela boca, eu dei um sorriso tímido, ela abaixou a cabeça.
_Me perdoa? Ela pediu com os olhos cheio de lagrimas. Eu a puxei em um abraço apertado, sem perceber eu também estava chorando.
_Quil eu entendo se você não me perdoar nunca, eu só quero que você saiba que eu te amo e que eu fui um burra... Eu a calei com um beijo urgente, Deus como eu senti falta dela. Pedi passagem pra minha língua e ela abriu a boca me recebendo.
_Eu te amo. Eu disse em um sussurro.
_Eu também amor, e nunca mais acredito em nada que ninguém fale. A beijei novamente com mais desejo. Então a janela do MSN dela piscou, uma amiga dela cobrando a resposta a uma pergunta.
*Lana diz: E aí Claire quando você volta? A facu começa daqui duas semanas e o pessoal estão todos animados.
Senti um aperto no peito, eu estava tirando a oportunidade da Claire de ser fazer uma faculdade legal. Ela acompanhou meu olhar e viu a mensagem no PC, foi até lá e digitou.
*Claire diz: Amiga tenho que ir, depois te ligo. Bjss.
E desligou o PC, ela veio até mim e me abraçou.
_Temos que conversar.
Ela sentou na cama e me explicou tudo o que tinha acontecido, apesar de que eu já tinha a ouvido contar tudo para o Sam. Depois eu expliquei o motivo pelo qual eu fui até o motel aquele dia. Eu a abracei forte.
_Nunca mais faz isso ok. Eu falei abraçado a ela.
_Nunca, eu sou sua para sempre.

Autora Sandry

18 de ago. de 2010

Capitulo 7

Posted by sandry costa On 8/18/2010


homenagem aos Ancestrais e armações
Os dias passaram rápidos, Quil e eu não tivemos mais momentos às sós, era uma correria, porem em dois dias tudo estava pronto. Essa festa era muito conhecida, juntava muitos turistas que vinham conhecer as lendas, sem saber que era tudo verdade, os familiares do povo da reserva vinha visitar a família e participar da festa, e os Quileutes que não moravam mais aqui vinham rever Lá Push, a família e os amigos. Tia Emi e a Nessie aprovaram minha escolha de roupa pra ocasião, eu coloquei uma saia rodada pouco abaixo do joelho, uma regatinha branca e uma rasteirinha, o cabelo eu deixei solto.
Quil veio me buscar em casa e fomos de mãos dadas até o local da festa, havia varias tochas de fogo e arranjos de flores em toda a extensão da praia. Quil estava com uma bermuda xadrez e uma regata branca apertada, que deixava a mostra todos os seus músculos de lobo, o único problema era que não tinha uma garota que não olhava. A praia estava lotada de pessoas, vários deles eu recordava de já ter visto antes, ao norte da entrada havia um lugar tipo um deck, só que de pedra branca, onde eles colocaram a fogueira principal, em volta dela havia mais três fogueiras, e seria ali que os anciões contariam algumas de nossas lendas.
_Claire olha quem veio pra festa. Tio Sam chamou e me mostrou um casal ao seu lado.
_Pai, mãe. Fui até eles e os abracei. _Por que vocês não me disseram que viriam?
_Nós queríamos te fazer uma surpresa querida. Gostou?
_Lógico. Estava com saudades. Quil estava calado, com certeza com vergonha. Minha também percebeu e lógico não deixou o momento passar.
_Quil como você está lindo. Minha mãe disse o abraçando e mesmo a pele dele sendo morena deu pra ver que ele ficou vermelho. A festa estava tranqüila, e mesmo Ruan estando nos olhando a todo o momento Quil e eu aproveitamos a festa e nos divertimos com nossos amigos e familiares. Por volta de dez horas as homenagens começaram, todos os lobos, imprinting e familiares se reuniram perto das fogueiras, os anciões sentaram-se no centro, alguns garotos da tribo com faixa de onze e doze anos dançaram danças típicas Quileutes, foram cantadas varias musicas indígenas e contadas varias lendas. Os turistas olhavam maravilhados, por volta de uma hora todos os turistas já tinham ido embora, os anciões revezavam contando as lendas principais da aldeia, suas vozes se misturavam com o vento, do fogo saiam labaredas azuis, laranjada e branca. As lendas e cantigas continuaram até bem tarde. Quando já estava cochilando Quil me levou pra casa.
Os dias passaram tranqüilos, meus pais ficaram durante todo restante da semana, Quil e eu os levamos em Seatles pra pegar o avião e na volta Quil me trouxe em casa.
_Nos vemos hoje à noite? Quil perguntou com um olhar maroto.
_Uhum. Beijamos-nos e ele foi pra oficina, onde praticamente todos os lobos trabalhavam. Mais ou menos duas horas depois ouvi meu celular tocar e corri pra atender achando ser ele, porem não reconheci o numero.
“alo?”                                                           
“Claire?” eu reconheceria aquela voz de taquara rachada em qualquer lugar que eu a ouvisse.
“Leandra. O que você quer?”
“sabe onde o Quil está?”
“claro, na oficina” ela deu uma risada debochada.
“tem certeza?” eu estava começando a perder a paciência.
“diz logo o que você quer”
“eu só quero te avisar que o Quil está comigo em Port. Angeles.” Toda paciência que eu tinha acabou.
“olha aqui sua vaca...” ela me interrompeu.
“você duvida, liga agora pro motel luxer e pedi pra falar com o garoto da oficina de Lá Push pra você ver” ela pausou e depois continuou distribuindo seu veneno.
“ele veio buscar em mim o que você não pode dar” aquilo foi o suficiente pra que eu jogasse o celular na parede do outro lado da sala. Eu gritei de raiva, andei de um lado pro outro na sala, até que eu não agüentei, fui até a agenda telefônica e peguei o numero do tal motel luxer e liguei, no segundo toque uma voz feminina atendeu.
“motel luxer boa tarde”
“boa tarde, eu quero falar com o rapaz da oficina de Lá Push que está ai”
“só um minuto que eu vou chamá-lo” tudo a minha volta girou e meu ar acabou eu desliguei o telefone já sentindo as lagrimas me sufocarem. Corri pro meu quarto e me tranquei la dentro, eu não acreditava que o Quil tinha feito isso comigo, ele disse tanto que me amava, disse que não via mais ninguém sem ser eu. À noite a tia Emi me chamou porem eu disse que estava no computador com uns amigos e ela não insistiu, pior foi quando o cara de pau do Quil apareceu, eu quase desci até a sala e joguei tudo na cara dele, porem eu não queria que todos me vissem sofrendo.
Dormi cedo e no outro dia escrevi uma pequena carta pro Quil.
“Acabou...
Eu não acredito que você mentiu tanto pra mim, eu sei o que aconteceu e não quero te ver nunca mais na minha vida.
Fica longe de mim até o dia de eu ir embora
Claire”
As lagrimas caiam no meu caderno enquanto eu escrevia, pedi ao Karon pra entregar para o Seth. Depois que eu chorei tudo o que eu tinha pra chorar eu resolvi não deixar isso acabar comigo, eu o amava mais que tudo, porem ele não me quis, ele não me deu valor.
***
_Vai sair? Tia Emi perguntou quando eu desci, ela com certeza percebeu meu jeito estranho e que eu não via o Quil a mais de uma semana.
_É, o Ruan me chamou pra ir a uma danceteria aqui perto.
_O Ruan? Eu simplesmente dei de ombro, sem me importar em responder, eu estava sufocada, e o Ruan estava sendo um bom amigo então não tive duvidas em aceitar seu convite de sair. Ele me buscou na minha casa e fomos pra danceteria, a cidade era próxima e não demorou pra chegarmos. O lugar estava lotado, luzes piscavam, varias pessoas bebiam e outras tantas dançavam. Ruan me levou pra pista logo depois de pegar uma bebida pra cada um de nós, eu literalmente me acabei de tanto dançar, finalmente eu consegui passar algumas horas sem pensar no Quil, sem pensar no que ele me fez.
_Se divertindo? Ruan perguntou no meu ouvido, já que a zoeira era alta demais pra se ouvir de longe.
_Sim, obrigada.
_Não por isso. E antes que eu pudesse esquivar ele me beijou, eu o empurrei porem ele não me soltou, eu me senti mal por ele estar me beijando, porem eu não tinha por que me sentir assim. Senti um par de mãos puxarem meu ombro e vi o Quil ir pra cima do Ruan, ele deu um soco em seu rosto e o Ruan cambaleou.
_Não encosta nela. Quil falou em um rosnado, eu me soltei de suas mãos e fui ver como o Ruan estava. Sua boca estava sangrando, porem logo cicatrizaria, Ruan passou o braço pela minha cintura, eu não o tirei, ele olhou pro Quil com um olhar superior.
_Basta saber se ela não quer que eu encoste nela. Ruan falou beijando o meu rosto, eu me senti horrível por deixar isso, porem eu queria ferir o Quil, ele tinha que ver que tinha quem queria o que ele não queria.

Autora Sandry

6 de ago. de 2010

Capitulo 6

Posted by sandry costa On 8/06/2010


Telefonema inoportuno

O dia passou rápido e como eu havia dito, à noite quase todos meus ferimentos já tinham cicatrizados.
_Você tem mesmo que ir? Claire perguntou com uma voz manhosa, porem mesmo eu não querendo eu tinha que ir, Sam havia me avisado que teria uma reunião na casa do Jake com toda a matilha.
_Tenho. Disse lhe dando mais um beijo, um beijo e calmo e com muito amor, terminei dando vários selinhos em seus lábios e ela deu um sorriso pequeno. _Prometo que amanhã a noite é sua. Ela deu um sorriso enorme agora e seu olhar me disse que ela iria cobrar.
Sai de lá e me dirigi à casa do Jake, ele morava junto com os cullen, Nessie e ele tinham uma menina que apesar de ter somente um ano, tinha a aparência de cinco. Quando cheguei ali já estavam praticamente todos, e percebi que Sam e alguns outros estavam rodeando o Ruan, com certeza com medo de que ele tentasse algo contra mim. O olhar do Ruan era de puro ódio, e eu percebi que varias coisas já haviam sido esclarecidas a ele.
_Quil! Jake veio até mim e me abraçou, logo depois cumprimentei a todos os demais presentes, me sentei e Sam e Jake logo começaram a reunião. Como Ruan havia acabado de se transformar nós faríamos turnos com ele, e Sam resolveu não me por no mesmo turno que ele, também foi discutido sobre a festa que teria na reserva, uma tradição antiga onde todos se reunião para celebrar a alma de nossos ancestrais, na maior parte quem toma conta das coisas é as mulheres principalmente a Emily, a Nessie e Claire quando ela esta aqui, porem sempre era necessário alguns homens. Sam fez uma pequena escala, comigo entre os que as ajudariam. Depois disso a conversa se tornou amistosa, somente bate papo de amigos, porem em todo tempo Ruan me fuzilava com os olhos. Já se passava da meia noite quando eu sai da casa do Jake, e com tudo o mais que aconteceu hoje eu estava exausto, fui para casa e dormi assim que deitei na cama.
Acordei com uma mistura de cheiro, porem o que mais sobsaia era o dela, seu perfume misturado com seu cheiro próprio, abri os olhos e vi uma sorridente Claire sentado na beira da minha cama.
_Bom dia amor. Ela disse me dando um selinho e depois beijando onde estava machucado ontem.
_Estou vendo que você está cem por cento já.
_Sim, sim. Disse com um sorriso enorme. _Eu te disse que estaria.
_Então acho que eu posso levar o café... A interrompi antes que ela levantasse e levasse a mesa maravilhosa de café da manhã que ela havia trago.
_Nem pensar nisso. Ela gargalhou me fazendo rir também. Tomamos o café e a deixei no meu quarto enquanto trocava de roupa.
_E aí quais os planos pra hoje? Perguntei a abraçando pela cintura.
_Tia Emi e a Nessie me pediram ajuda pra arrumar a festa dos ancestrais, e pelo que o tio Sam disse você também ira ajudar. Ela disse com um sorriso, logo depois mordendo o lábio inferior o que me fez beijá-la com muito desejo, rapidamente o beijo tomou proporção e logo estávamos buscando por ar, porem meus lábios somente desceram para seu pescoço e maxilar, a fazendo arfar. Soltei uma mão de sua cintura e acariciei o seu rosto perfeito, enquanto caminhava e a deitava na minha cama, segurei o meu peso para não machucá-la. Voltei a beijar sua boca e ela arranhava meu abdômen e costas, o meu corpo tremia de desejo, rapidamente me livrei de minha blusa e um brilho cruzou seu olhar. Tracei o seu lábio com minha língua e uni nossas bocas, nossas línguas percorrendo cada parte das nossas bocas, seu gosto era inebriante.
_Eu te amo. Sussurrei em seu ouvido. _E eu te quero. Minhas palavras lançaram tremores no corpo da Claire e ela cravou suas unhas em minhas costas sem dó, me fazendo gemer. Olhei para os seus lábios e a vi novamente mordendo o lábio inferior, busquei seus lábios com doçura e me livrei de todo peso na consciência, afinal nós nos amávamos, e esse momento iria acabar chegando, o meu corpo todo pedia por ela, meu desejo quase me deixava louco. Senti sua mão brincar com a beirada da minha bermuda e a olhei tomando uma decisão. Ela retribuiu o meu olhar, e percebendo a minha duvida ela falou com a voz mais rouca que o normal.
_Eu sou sua... E eu te amo mais que tud... Antes que ela terminasse a frase minha boca já estava na dela com urgência, tentando manter a delicadeza tirei sua blusa e sutiã e fiquei maravilhado com a perfeição do seu corpo. Eu realmente havia esperado muito por isso, durante todos esses anos eu sempre esperei por ela, e mesmo tendo dado alguns beijos na Leandra, eu nunca deixei nada mais rolar. A senti arquear quando eu toquei seu corpo, conhecendo o que, como ela mesma disse, era meu. Sua mão que antes brincava com minha bermuda, ganhou ferocidade e rapidamente se livrou dela.
_Eu sempre estou em desvantagem. Brinquei apontando pra mim e pra ela, ela revirou os olhos e deu um sorriso, porem até seu sorriso era quente, e meu coração disparava como louco. Voltei a beijá-la e subi minha mão por sua coxa, por baixo da saia e por mais incrível que possa parecer ouvimos o celular da Claire tocando.
_A fala serio. Rosnei enquanto ela pegava o celular. _Não atende. Completei voltando minha mão pra sua coxa, o que a fez arfar.
_É a tia Emi. Ela falou olhando pra mim, ok a Emily nós realmente teríamos que atender, e o celular tocando já tinha cortado todo o clima, apesar de que o meu corpo não pensava exatamente assim. A única coisa que me consolava era o olhar de frustração no rosto da Claire.
“Tia Emi” Emily falou algo curto e Claire concordou.
“ok estamos indo” a olhei, apesar de já saber o que era.
_Tia Emi e a Nessie está nos esperando pra começarmos a organizar a festa. Apesar de não estar gostando ela não conseguiu não deixar de rir, e a situação era realmente engraçada.
_Continuamos mais tarde então.? A frase não saiu como uma afirmação e nem como uma pergunta, o que nos fez sorrir, o atrito entre nossos corpos seminus, provocava calar frio em todo o meu corpo.
_Com certeza. Ela disse e eu a beijei novamente, porem logo me levantei e fui em busca das nossas roupas, que estavam jogadas pelo quarto.

Fanfic escrita por Sandry

28 de jul. de 2010

Capitulo 5

Posted by sandry costa On 7/28/2010


Encontro indesejável
Estava difícil controlar meu desejo pela Claire ultimamente. Cheguei em casa e tomei um banho frio, durante a noite sonhei com a minha ela e acordei morto de saudade. Levantei-me e resolvi ir vê-la, tinha muito tempo que não a via dormir, e tinha certeza que o Sam não ligaria.
_Olha só quem está por aqui.
_Ruan, que surpresa, posso saber o que você está fazendo aqui. Nós estávamos próximos a casa do Sam.
_Quem sabe voltando pra casa, depois de uma noite incrível. Mesmo tendo toda certeza de que isso não era verdade, senti meu sangue ferver e começar a tremer.
_Você não vai conseguir me fazer desconfiar da Claire, seu idiota. E então tudo aconteceu muito rápido, no lugar do Ruan estava um lobo enorme cinza com manchas brancas, os dentes a mostra. Ele pulou em mim e eu fui obrigado a me transformar e antes tivesse o enfrentado como humano, pois ouvir seus pensamentos sobre a Claire era um insulto para mim. O sentimento de posse, como se ela fosse dele, era tão forte, como um imprinting.
“O que está acontecendo aqui?” Seth perguntou, ouvi seus passos e me virei para olhá-lo, e então senti o Ruan abocanhar minha pata dianteira, e ouvi os ossos sendo triturados, me balancei o joguei longe, na agonia de me livrar dos seus dentes. Quando tentei me levantar vi que o estranho tinha sido grande, senti uma dor forte e cai novamente. Ruan se aproveitou disso para pular em mim, sua cabeça chocando em meu peito me jogou para longe, ele estava descontrolado, era como se eu tivesse roubando algo que tinha que ser dele. Quando ele avançou novamente ouvi uma voz impossível de ser ignorada.
“parados” Sam disse com seu tom de alpha, eu não havia percebido que o Seth tinha se destransformado.
“Ruan você não vai dar mais nem um passo, e você Quil vai voltar a forma humana e ir pra minha casa, eu deixei a Claire desespera lá”
“ok” e antes de voltar a forma humana ouvi o Ruan pensar.
“aproveita por que ela vai ser minha”
Quando deixei o fogo apagar senti uma dor dilacerante e notei que o meu braço direito estava arruinado.
_Toma coloca isso. Seth passou uma blusa pelo meu braço, fazendo uma tipóia.
_Vamos na casa da Leah pra ela da uma olhada.
_Não, eu vou ver a Claire primeiro.
Claire
_Bom dia. Disse sorrindo e beijando meus tios que estavam sentados namorando no sofá. _Desculpa atrapalhar. Disse e gargalhei.
_Tudo bem queria. Olha sua mãe ligou, ela está preocupada porque você não deu noticias.
_Nossa verdade, vou ligar pra ela. Disse me virando.
_Espera Claire, senta aqui um pouquinho.
_O que foi tio.
_A Emi me contou que você foi à casa do Ruan ontem.
_Sim tio.
_Você contou ao Quil?
_Claro, e ele não gostou nem um pouco.
_Imagino, querida você correu um risco enorme indo lá sozinha.
_Eu sei tio e já prometi ao Quil que não irei lá sozinha de novo.
_Ok querida.
_Agora eu vou ligar pra mamãe, ela deve estar muito preocupada. Quando me levantei para pegar o telefone ouvi a porta sendo aberta em um estrondo, e olhei assustada.
_O que é isso Seth?
_O Ruan se transformou. Senti um aperto no peito, como se isso não fosse algo bom.
_E por isso você tem que arrancar a porta da minha casa?
_Não, ele e o Quil estão brigando.
_O QUE? Gritei horrorizada.
_Vamos. E antes que eles saíssem eu ouvi o Seth dizendo.
_Sem querer eu distrai o Quil e ele o acertou.
_Como ele esta? Me diz, Seth como o Quil está? Gritei desesperada, vendo os dois desaparecerem entre as arvores.
_Tia eu tenho que ir lá, o Quil está machucado eu sei que esta. Senti meu corpo ficar bambo e o chão sumir de debaixo de mim, e não vi mais nada.
***
_Claire, Claire querida acorda.
_Quil, onde ele está? Tia Emi por favor eu tenho... Então eu senti seu cheiro, e me virei no sofá enquanto ele entrava.
_Amor? Levantei-me e corri até ele.
_Cuidado Claire. Ouvi a tia Emi falar e o abracei com cuidado. O olhei de cima a baixo, e ele estava horrível, entendendo meu olhar ele me tranqüilizou.
_Eu estou bem amor, não se preocupe. Uma raiva imensa cresceu dentro de mim, não dele ou de suas palavras.
_Como ele ousou encostar em você, quem ele pensa que ele é? Se Ruan estivesse perto de mim ele se arrependeria. Quil me enlaçou com sua mão que estava boa e me deu selinho, me fazendo esquecer rapidamente do Ruan.
_Eu estarei ótimo amanhã mesmo. Pelo menos graças a isso ele teve o dia de folga e nós o passamos juntos abraçados na sala, enquanto víamos vários filmes.

Autora Sandry

21 de jul. de 2010

Capitulo 4

Posted by sandry costa On 7/21/2010


Ciúme exagerado

“Fala Quil.”
“Oi Seth, quais as novidades?”
“Ficou sabendo do Ruan?”
“Não, o que tem ele?”
“O Sam acha que ele vai virar lobo” o Ruan é amigo da Claire desde que ela era pequena, só que eu já havia percebido que ele já não gostava dela só como amiga há muito tempo. Fiz o restante da ronda calado e fui dormir.
No outro dia bem cedo fui até a casa da Claire para buscá-la.
Claire
Acordei ansiosa para ver o Quil, era como se poucas horas longe dele fossem uma eternidade, pus meu biquíni branco, bordado e uma bermuda curta branca, com um chinelo havaiana e desci.
_Bom dia Emi, e ai Sam? Ouvi Quil cumprimentar meus tios quando chegou, e então ele prosseguiu.
_O Seth me contou sobre o Ruan.
_É o Embry o viu, e ele acha que não vai demorar. Não estava entendendo sobre o que eles falavam, então decidi terminar de descer e depois eu perguntava ou ao Quil ou ao tio Sam.
_Bom dia tia Emi, bom dia tio Sam, bom dia amor. Disse dando um beijo em minha tia, meu tio e um selinho no Quil.
_Você almoça aqui Quil? Tia Emi perguntou.
_Não Emi, tenho que ir à oficina.
_Ok, boa praia pra vocês.
_Obrigado. Dissemos juntos. Enquanto caminhávamos tentei arranjar o melhor jeito de perguntar ao Quil sobre o Ruan, sem o magoar, eu sabia que o Quil tinha um ciúme exagerado do Ruan.
_Amor. O chamei quando já estávamos lá. _Eu ouvi você e o tio Sam falando sobre o Ruan. Ele ficou serio e eu pensei que ele não fosse me responder.
_Sim, o Embry acha que ele vai se transformar.
_Serio? Era engraçado, pois ele nunca acreditou nas lendas. _Ele deve estar mal.
_É, ele não deve estar entendendo nada. Resolvi esquecer esse assunto por um tempo, e aproveitar a praia com o Quil, afinal eu passaria a tarde toda sem vê-lo.
_Você virá à noite? Perguntei quando ele foi me deixar em casa, antes de ir pra oficina do Jake.
_Claro e, amanhã terá fogueira, quer ir?
_Lógico. Disse sorrindo. _Eu amo as noites de fogueiras. Quil tocou meus lábios, no inicio com delicadeza e depois com urgência. E cedo demais acabou o beijo, indo pro serviço. Entrei, almocei e depois de duas horas sem saber o que fazer, e o porquê desse incomodo no peito, decidi ir ver o Ruan.
***
_Claire. Ruan falou assustado, sorrindo e me olhando dos pés a cabeça, com um olhar nada de amigo, ele veio até mim e me abraçou, eu me livrei do abraço o mais rápido possível, sem deixá-lo chateado. A tarde passou rápida, era divertido conversar com ele, nós éramos amigos desde pequenos. Ele já não me via somente como amiga há alguns anos, porem era assim que eu o considerava.
_E onde está o Quil? Ele perguntou debochado.
_Trabalhando.
_Hum, ele não devia te deixar sozinha por ai, vai que outro te acha.
_Ah Ruan deixa de ser chato. Disse sorrindo. _Tá na minha hora.
_Não, juro que não falo mais nada.
_Já está tarde, tenho mesmo que ir.
_As horas voaram né? Na verdade o tempo passou bem devagar pra mim, eu estava louca pra ver o Quil, mas não quis chateá-lo. _Ok, então eu te acompanho.
_Não precisa Ruan. Eu não queria nem imaginar o que o Quil iria falar quando soubesse que eu fui vê-lo, ainda mais se ele o visse indo me acompanhar.
_Tudo bem, nos vemos outro dia então.
_Certo. Despedi-me e sai, assim que me aproximei da casa da minha tia, vi um nervoso Quil andando de um lado para o outro na frente da porta da casa.
_Finalmente. Ele disse me abraçando e soltando logo em seguida, deve ter se esquecido que estava com raiva por eu ter ido ver o Ruan. _Você quase me matou de angustia.
Eu o abracei não aceitando a distancia entre nós.
_Não é pra tanto Quil, Ruan e eu sempre fomos amigos.
_Mas antes ele não estava na fase pré transformação. Qualquer coisa pode fazê-lo transformar.
_Você está certo. Beijei seu rosto e esperei para ver sua reação, ele passou seus braços por minha cintura e me beijou com desejo, nossos beijos estavam cada vez mais quentes, seus lábios traçou um caminho por meu rosto e pescoço e depois voltou para minha boca, sua língua me invadiu, explorando cada parte da minha boca, sua mão desceu pelo meu braço até minha cintura e me puxou para ele, minha mão com vontade própria desceu por seu peito e abdômen e um gemido baixo saiu pela boca do Quil, enquanto ele lambia e mordia o lóbulo da minha orelha.
_Acho melhor eu ir embora. Sua voz estava mais rouca que o normal e falha, mesmo eu não querendo eu sabia que o melhor era deixá-lo ir.

Autora: Sandry

17 de jul. de 2010

Capitulo 3

Posted by sandry costa On 7/17/2010


Queria que a loba fosse eu
Claire
_Claire querida, que saudade. A mãe do Quil me abraçou assim que entramos na casa dele, ele subiu e nos deixou na sala. _Pelo seu sorriso vocês se acertaram. Eu assenti com a cabeça e senti meu rosto pinicar de vergonha. _Vocês se amam muito e merecem ser felizes.
_Obrigada. Em pouco tempo ele estava de volta, o cabelo molhado, com uma blusa cinza apertada e uma bermuda bege escuro riscada, e um perfume maravilhoso que se juntando ao seu cheiro natural era irresistível.

_Nossa, mas meu filho ta um gato. Ele corou lindamente quando ela disse isso e eu entrei na brincadeira.
_Um pedaço de mau caminho. O vermelho do seu rosto intensificou e nós duas sorrimos.
_Então quer dizer que você se juntou a minha mãe contra mim. Ele perguntou quando chegamos ao carro dele, me abraçando e começando a fazer cosquinha em mim.
_Não... Juro.
Disse rindo e ele me beijou. Beijá-lo era a melhor coisa que existia.
Quando chegamos ao cinema a fila era enorme, porem eu não importei nem um pouco, pois o Quil estava abraçado comigo.
_Chocolate, pipoca? Ele perguntou quando estava quase chegando a nossa vez.
_E refrigerante. O respondi.
Sorri para ele enquanto ele vinha em minha direção com tudo o que eu pedi, o sorriso morreu quando uma lambisgoia o parou, de onde eu estava eu via e ouvia tudo.
_Quil? Que saudade amor. AMOR aquela vaca chamou o meu Quil de amor.
_Leandra. Ele não escondeu a decepção em vê-la e me procurou com os olhos.
_É impressão minha ou você tem fugido de mim. Ela perguntou se aproximando e encostou os lábios nos do Quil que se afastou no mesmo momento. Senti o sangue ferver em minhas veias e tudo que eu queria naquele momento era que a loba fosse eu.
Quil
Olhei novamente para a Claire e implorei ajuda com os olhos, ela estava vermelha e com certeza furiosa, a vi fechar os olhos quase totalmente e fuzilar a Leandra antes de marchar até nós, porem quando ela falou sua voz estava doce.
_Amor, você vai demorar, está chegando nossa vez. Ela pegou a pipoca das minhas mãos e me abraçou, colando nossos corpos sem deixar espaço, eu sorri entendendo o que ela estava fazendo. Ela olhou pro lado da Leandra e falou. _Prazer eu sou a Claire namorada do Quil, você já deve ter ouvido meu nome. Ela finalizou com um sorriso quando viu a careta da Leandra, claro que ela já tinha ouvido o nome da Claire e como. Depois disso a Leandra saiu pisando duro e nós entramos pro cinema. A Claire que escolheu o filme e o ator era bem bonito, coisa que eu não iria admitir nunca.
_Hum, você gosta desse ator? Perguntei fingindo indiferença.
_Ele é legal. Ela disse não percebendo meu verdadeiro interesse, ou fingindo não perceber. Minha curiosidade foi maior e eu tentei de novo.
_Ele é charmoso. Ela gargalhou, e falou.
_Ele até que é bonito, mas quem disse que eu vou olhar pra ele? Eu queria poder parar o tempo só pra beijar a Claire. Ela realmente não olhou pro ator, na verdade nós não olhamos o filme, e sim namoramos o tempo todo. Somente quando estávamos na lanchonete ela perguntou.
_Quil... Posso saber quem era ela? Ela abaixou a cabeça timidamente e eu fiquei em silêncio, não sabia por onde começar. _Tudo bem se você não quiser... Vi as lagrimas brilharem nos seus olhos e segurei seu rosto o levantando. Subi minha mão pela sua bochecha secando as lagrimas até tocar seus olhos e dei um selinho demorado nos seus lábios.
_Claro que você pode saber amor, eu só não sei por onde começar. Respirei fundo e ela esperou pacientemente enquanto eu contava toda a historia da Leandra.
_Você gosta dela? Ela perguntou e eu sorri.
_Não e nunca gostei. Eu amo você Claire. Disse a beijando, ela passou sua mão pelo meu cabelo enlaçando ele com seus dedos e me puxou para mais perto dela, nosso beijo era intenso.
_Quais seus planos pra amanhã? Perguntei depois de um tempo.
_O que está na sua agenda? Ela perguntou sorrindo.
_Praia? O seu sorriso aumentou, e como ele era lindo.
_Praia então. Nós dois sorrimos.
Sorrimos, conversamos e namoramos o restante da noite.
_Já vai? Ela perguntou quando já era quase onze horas.
_Sim, hoje eu tenho que fazer a ronca, te pego amanhã. 



15 de jul. de 2010

Capitulo 2

Posted by sandry costa On 7/15/2010


Pra que respirar? Prefiro beijá-la
Quando eu sorri o seu sorriso aumentou, ela soltou as malas no chão e correu ao meu encontro, abri meus braços para um abraço, mas ela me surpreendeu pulando neles, ela envolveu suas pernas na minha cintura e pôs a cabeça no meu ombro.
_Quil. Ela sussurrou me fazendo arrepiar inteiro. Uma alegria imensa me invadiu e eu gargalhei.
_Claire, minha Claire.
Ela sorriu também levantando o rosto.
_Que saudade. Ela falou dando um gritinho depois, ela começou a beijar meu rosto, bochecha, testa, olhos, nariz, queixo e quando eu pensei que não poderia ficar mais feliz, ela tocou meus lábios. Eu levei um segundo ou dois para perceber que a minha criança tinha virado uma mulher, e que essa mulher linda estava me beijando. Abri meus lábios pedindo passagem com minha língua, e passei minha mão por sua cintura a apertando a mim, seus lábios eram doces e macios e me fizeram esquecer como respirar, mas pra que respirar? Prefiro beijá-la.
_ha ha.
Ouvi o Embry limpar a garganta chamando nossa atenção, coloquei Claire no chão, rosnando baixinho para o Embry e ela sorriu.
_Embry. Ela o cumprimentou indo abraçá-lo e os dois sorriram quando o rosnado aumentou o volume.
_Bobo. Ela falou rolando os olhos e vindo me abraçar. Peguei suas malas e a abracei, a conduzindo até o carro. Lógico que o Embry foi dirigindo e eu fui no banco de trás abraçado com ela.
_Como estão todos? Ela perguntou brincando com a minha mão.
_Todos bem e com saudades. Eu disse sorrindo. Quando chegamos em frente a casa do Sam, a Emily a esperava do lado de fora, com o pequeno Karon ao seu lado. Sam e ela tinham três filhos, dois meninos de doze e sete anos e uma menina de quatorze.
_Tia Emi. Claire falou correndo até ela e abraçando. Vi um sorriso nascer no rosto da Emily, ela estava com medo da Claire estar com raiva dela e do Sam.
_Meu Deus você está mais linda que antes. Ela sorriu corando e eu tive que concordar com a Emily, tirei as malas dela do carro e me despedi do Embry, depois fui até onde elas estavam e parei ao lado delas.
_Vamos entrar. Emily chamou e sorriu quando a Claire entrelaçou nossas mãos. Assim que entramos a Emily virou e nos encarou.
_Pelo o que estou vendo vocês decidiram ficar juntos. Eu deixei essa pra Claire responder, eu só faria o que ela quisesse.
_Sim tia, eu amo o Quil. Um sorriso enorme se formou no meu rosto e meu coração disparou de novo no meu peito, ela acabara de dizer que me ama. Ela mordeu o lábio inferior e perguntou. _Você se incomoda com isso tia? Olha a mamãe me explicou tudo sobre eu me afastar do Quil, e ela disse que a decisão seria minha quando eu chegasse aqui.
_Claire calma. Emily falou a cortando por que ela começou a falar rápido sem nem respirar, eu acariciei seu cabelo a acalmando. _Isso não me incomoda, pelo contrario, eu estou feliz por vocês decidirem ficar juntos, e por essa separação não ter mudado nada entre vocês. Agora vem comer alguma coisa... Os dois.
O dia passou rápido, e eu fiquei com ela o tempo todo, como tudo poderia ficar tão bem? Será se eu estou sonhando? Pensava enquanto esperava ela tomar banho.
_Quil vamos sair? Ela perguntou entrando na sala e me abraçando por trás.
_Claro amor, aonde você quer ir?
_Cinema... Por Angeles. Ela disse, beijando meu rosto entre as palavras. Virei-me na poltrona alcançando seus lábios e a beijando com urgência.
_Temos que passar na minha casa antes, é bom que você vê minha mãe, ela está com saudade de você. Levantei-me dando a mão para ela e quando a olhei senti minha boca se abrir em O de surpresa. Ela estava com um vestido amarelo, com uma alça só, ele ia até pra cima do seu joelho e se moldava ao seu corpo de um jeito tentadoramente.


Autora: Sandry Costa