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26 de abr. de 2011

Capitulo 20

Posted by sandry costa On 4/26/2011


POV Renesmee

Agora vamos, eles estão próximos a torre do relógio. – Apenas assenti. – Lembre-se de que eu não estou aqui, se eles perceberem algo todo nosso plano vai por água abaixo.

- Ok – Sussurrei.

Corri pela rua escura e quando cheguei à praça, perto da torre do relógio eu os vi. Era a loira que havia pegado minha mãe e ao seu lado um cara enorme.

Fale com eles

A vimpiruxa era tão fodastica que podia ficar invisível e o mais incrível era que eu não sentia seu cheiro.

Corri até eles, parando em sua frente. A loirinha rosnou para mim quando me viu.

- Oi. – Sorri – Sabe, estou perdida, pode me mostrar onde é a covil dos Volturi?

- Ora, ora... – O grandão riu agarrando meu braço – Nem precisamos fazer muito esforço para te achar. – Ele se virou para a loira – Jane, nós vamos ser bem recompensados.

- Espera Felix. – Ela inflou as narinas e cerrou os olhos – Cadê o resto da sua família?

- Minha família não veio.

Sustentei seu olhar. Tecnicamente eu não estava mentindo. Annie não é da minha família.

- Vamos levá-la para Aro.

(...)

Assim que as portas foram abertas eu vi os três. Marcos, Caius e Aro. Minha mãe já havia falado deles para mim quando me explicou o porquê de não podermos nos mostrar para os humanos. Caius é loiro e parece muito com aquele cara do Harry Potter... O tal do Malfoy. Já Marcos tinha uma tremenda cara de tédio. Aro... Bem, tudo nele era feio, principalmente o nome.

E foi ele, Aro, o primeiro a se levantar. Ele apertou uma mão na outra e deu um sorriso esquisito. Mongol!

Não deixe ele te tocar. Não faça nada antes que sua mãe esteja aqui.

- Renesmee Carlie Swan Cullen...

- Presente. – Ergui a mão.

Ele riu, mas logo fechou a cara. Bipolar, fato!

- Estava curioso para te conhecer... – Se aproximou de mim, olhando-me de perto. Depois, virou-se para o cara que me segurava – Pode solta-la Felix.

O grandão me soltou e deu alguns passos para trás, sendo seguido pela loirinha.

- Infelizmente não posso dizer o mesmo. – Varri a enorme sala com meus olhos. Droga, quantos vampiros tinham ali? 20?

Aro virou um pouco a cabeça para a esquerda, me analisando.

- Que inconveniente eu sou. – Sorriu do seu jeito mongol. – Posso fazer algo por você querida?

- Gostaria de ver alguém que veio para cá por livre e espontânea vontade: minha mãe.

- Aposto que ela também gostaria de te ver, mas... – Ele me deu as costas e voltou a se sentar em sua cadeira – Ela está muito fraca para vir aqui. Sua mãe é muito teimosa e você sabe como nós vampiros ficamos quando não nos alimentamos...

Arfei.

- Se... Se aconteceu algo com ela. – Travei meus dentes – Eu mato você.

- Ela disse a mesma coisa quando contei para ela que queria você para mim. Mas como sou muito bom... – Ele virou-se para outro grandão – Demitri traga Isabella aqui. – Aro voltou a me olhar – Eu posso poupar a vida das duas, mas claro que tudo tem um preço, que no seu caso pode considerar um privilegio. Você e sua mãe se juntam a nossa família.

POV Bella

Fechei meus olhos concentrando-me no barulho. Era nojento, mas aquilo era minha única salvação. Assim que o senti movendo-se próximo a minha mão eu o agarrei, levando-o a minha boca e sugando-o.

Quando era humana, depois que conheci Edward, eu havia lido vários livros sobre vampiros e quando eu vi aqueles ratos ali me lembrei de um, onde um vampiro conseguiu sobreviver alimentando-se apenas de sangue de ratos.

Aquilo era nojento, mas o pouco do sangue que eu bebia estava me ajudando a recuperar aos poucos minha força, não o suficiente para fugir, mas suficiente para me manterviva.

Ouvi passos no fim do corredor e rapidamente joguei o bicho morto no canto. Voltei a fechar meus olhos, fingindo estar desacordada.

- Você tem visita... – A voz de demitri me vez estremecer. A grade da cela foi aberta e logo seus braços agarraram minha perna, jogando-me sobre seu ombro. Abri os olhos e vi tudo de ponta cabeça. Ele estava caminhando para o fim do corredor, assim que passamos por uma grande porta minha garganta queimou. Eu conhecia aquele cheiro.

- Renesmee... – Sussurrei. Virei minha cabeça, procurando por ela, assim que eu a vi fechei os olhos.

Droga! O que ela estava fazendo aqui?

- Mãe... – Abri os olhos e a vi tentando vir em minha direção, mas Felix a prendeu em seus braços.

Demitri me soltou. Meu corpo escorregou no chão e eu tentei demonstrar cansaço e fraqueza. Levei minha mão até minha garganta, tentando aplacar o ardor.

- Que cena comovente. – Ergui meus olhos para encarar Aro. – A mãe deu a vida pela filha, à garota veio tentar salva-la e agora o papai também.

A porta grande foi aperta abruptamente. E por ela romperam os Cullen’s, Jacob, Seth, Sam, O clã Denali e alguns vampiros e lobos que eu não conhecia.

Vamo plantar o terror!

Emmett grunhiu, mas eu realmente não estava atenta a ele. Meus olhos estavam fixos em Edward. Ele também me olhava, seus olhos arregalados e seus lábios repuxados, mostrando suas presas.

Dei um pequeno sorriso para ele. Ele estava tão lindo.

- Bella...

Ele tentou correr em minha direção, mas antes que tentasse já estava no chão, contorcendo-se. Rosnei para Jane.

22 de mar. de 2011

Capitulo 19

Posted by sandry costa On 3/22/2011


POV Renesmee


Annie era tão estranha...

Serio, se você visse aquelas roupas...

Santo Deus das mulheres mal-vestidas.

- Você mora em Paris, nunca pensou em... – A olhei de cima a baixo – Dar um trato no visu?

- Está insinuando que...

- Não. – Dei um sorriso amarelo, minhas costas ainda doíam. Eu não estava a fim de apanhar mais. – Foi só uma sugestão.

- Sua presença é irritante, de boca aberta é pior ainda! – Ela bufou. – Vamos logo, antes que eu desista. – Rosnou. Ela era fria, doida, desarrumada, mas no fundo, lá no fundo, bem no fundo mesmo ela é legal. – Pense mais baixo, ou arranco sua cabeça.

Arregalei os olhos.

- Não está aqui mais quem pensou.

- Qual a parte de manter a boca fechada você não entendeu?

- Opps... – Tapei minha boca, sorrindo, mas não demorou muito para que eu abrisse a matraca – Onde está seu parceiro?

- Está longe o bastante para não saber que estou indo para Volterra. – Pela primeira vez, ela sorriu – E você?

- Eu o que?!

- Seu parceiro...

- Ah... – Mordi os lábios e continuei correndo. – Eu só tenho 4 anos...

- Nossa. – Ela riu – Ainda é um bebê.

- Ei! – Rosnei. – Eu não sou um bebê, e se isso melhora as coisas: eu to afim de um carinha ai, mas as coisas são complicadas.

- Por quê? – Seus olhos rolaram – Não me diga que não sabe beijar.

- Ok, o assunto acabou por aqui!

[...]

- Obrigada por me ajudar. – Suspirei, me sentando na poltrona.

- Tudo bem, eu sei como é ruim. – Ela fechou os olhos – Eu passei pelo mesmo. – Sorriu abrindo os olhos e se aproximando de mim para sussurrar – As pessoas estão pensando que sou louca por causa da minha roupa. Ela é tão ruim assim?

- Digamos que só está fora de moda. – Sorri – Mas fique tranqüila, na volta podemos combinar de ir ao Shopping.

Olhei para a janela, a cidade luz ia ficando cada segundo mais pequena.

Respirei aliviada, eu sentia, que no próximo capitulo minha mãe estaria de volta.

Tudo isso graças a Annie.