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4 de mai. de 2011

Posted by sandry costa On 5/04/2011

19 de fev. de 2011

Capitulo 19

Posted by sandry costa On 2/19/2011


Sarah
Acordei cedo, mas a Mônica já não estava no quarto. Levantei e rapidamente me vesti, eu tinha mil e uma coisas pra fazer hoje, e a primeira era ir caçar. Desci e vi que Ariel estava sentado tomando café.
- Bom dia, minha vida. – Ele veio até mim e me pegou no colo, nos girou e beijou meus lábios.
- Olha que eu me acostumo em ser recebida assim.
- Pode acostumar. – Ele sussurrou em meu ouvido e senti uma famíliar carga elétrica percorrer todo meu corpo.
- Estou atrasada. – Falei saindo do seu abraço.
- Pra onde iremos? – O olhei e gargalhei com seu jeito de falar.
- Iremos?
- Oh sim, pode me incluir nos seus planos.
- Caçar.
- Okay, caçar. – Caçamos rapidamente e nos sentamos em um tronco.

“aqui é a visão que a Bia tem no capitulo 22 de Vers le hurt”

Nos beijamos intensamente e quando paramos de nos beijar percebi que ele estava brilhando.
- Eu ainda quero saber como você faz isso. – Falei sorrindo e puxando seu cabelo, que estava grande demais.
- Eu gosto desse dom. – Ele disse sorrindo e intensificando a luz por alguns instantes antes de parar. Passei minha mão por seu rosto, seus traços indígenas contrastavam com os vampirescos.
- Amor, você não acha que está na hora de cortar o cabelo? Perguntei sorrindo, voltando a mexer no seu cabelo.
- Você por acaso está dizendo que eu estou feio assim? - Ele perguntou me girando e me puxando pro seu colo, enquanto me fazia cócegas.
- Ariel!  – Gritei em meio às risadas.
- Tia Bia. - Ariel falou, parando de fazer cócegas, ele nos levantou e foi até ela. Envolveu-a em um abraço de urso, fazendo a tia Bia sumir. Sorri e também a abracei.
 - Tia Bia, o cabelo do Ariel está ou não está grande? – Ariel negou com a cabeça, me fazendo lembrar do tio Seth quando não quer cortar o cabelo. A tia Bia sorriu.
- Sinto muito querido, mas a Sarah tem razão. - Ele fez biquinho e depois sorriu, mudando de assunto logo em seguida.
- Onde está o tio Alec?
- Arrumando tudo para receber o Marcus.
- E o Biso Carlisle também vem? – Perguntei.
- Ele não perderia a formatura de vocês por nada.
- Mas voltando ao assunto. – Falei sorrindo e rodeando o pescoço do Ariel. – Vamos até minha casa que a tia Lice corta seu cabelo.
- Claro, claro. – Ele respondeu nos fazendo gargalhar.

***

Mônica e eu estávamos de frente pro espelho, eu vestia um vestido azul, balonê, com um lacinho na cintura. Uma sandália também azul de salto alto, meu cabelo estava preso em uma tiara de diamantes. Mônica estava com um vestido vermelho tomara que caia, com stras no bojo, a saia com varias camadas.



    
- Podemos entrar? – Tio Gui perguntou, Ariel estava do seu lado. – Uau.
- Estamos fritos. – Ariel falou gargalhando. – Todos os homens olharão pras nossas garotas. Vestimos as becas e respiramos fundo antes de irmos pra formatura.
Passamos pelas formalidades da entrega do diploma e fomos pra festa na reserva, alguns dos nossos colegas da escola também foram.
***
Todos já estavam na reserva e a festa já bombava. Foram colocadas várias tochas na praia, haviam feito uma pista pra dança e colocaram uma barraca pra colocar as comidas e bebidas. O som estava alto e vários casais já dançavam.
- Dança comigo? – Papai perguntou se aproximando.
- Sempre. – Dançamos mais de uma música então o vovô pediu pra dançar comigo, depois o biso, tio Emm, tio Jazz, tio Paul, e praticamente todos os lobos. Depois de muito dançar finalmente voltei pros braços do meu amor.
- Estava com saudade. – Sussurrei em seu ouvido.
- Eu também, mas quem me mandou estar com a garota mais requisitada da festa.
- Bobo.
- Um bobo apaixonado. – Ariel me beijou lentamente e com muito amor.
Ao nosso redor nossa família dançava, cada um com seu companheiro. Olhei pra Mônica, ela estava com a cabeça no peito do tio Gui, e sorri, ela retribuiu o sorriso e deu uma piscadinha. Ninguém sabia ao certo o que o futuro nos reservava, porém tudo o que importava era que agora estávamos juntos e felizes. Descansei minha cabeça no peito do Ariel, ele apertou seus braços em minha cintura. Ergui minha cabeça e selei esse momento com um beijo profundo, no homem da minha vida, minha alma gêmea, o amor da minha infância, o amor da minha vida.


FIM

17 de fev. de 2011

Capitulo 18

Posted by sandry costa On 2/17/2011


Sarah
Levantei-me olhando para os lados, senti mamãe apertar minha mão.
- Você está bem? – Afirmei com a cabeça e então olhei pra frente. Alguns dos vampiros estavam deformados como se tivessem sido queimados, eles correram floresta adentro e meu pai, os lobos, o vô Edward, tio Jazz, tio Emmett, tio Alec entre outros foram atrás deles. Havia também muitas cinzas que eu suspeitava ser de vampiros que tinham sido queimados. Entre as cinzas, Ariel estava caído inconsciente.
- Ariel. – Gritei correndo até ele, o biso, o tio Seth e a tia Angel também vieram. Biso Carlisle o examinou.
- Ele está bem, somente fraco. Esgotado.
- Foi ele? – Eu não precisava terminar de perguntar, pois eu sabia a resposta. – Mas como?
- Depois teremos tempo pra entender, agora é melhor irmos pra casa.
O tio Seth se transformou e carregou o Ariel. Os restante da nossa família, que não estava atrás dos vampiros, foi pro castelo também. Acariciei os cabelos do Ariel e sussurrei. – Acorda amor. – Ele continuou inconsciente.
- Por que ele não acorda? – Perguntei ao biso e pude ver o desespero nos olhos da tia Angel. Fui até ela e a abracei.
- No tempo dele ele acordará.
Quando os nossos familiares que estavam atrás dos vampiros voltaram fomos até o grande salão. O vô Edward deu um beijo na cabeça da mamãe e na minha e rodeou seus braços na cintura da vó Bella dando um selinho nela.
- Conseguimos pegar a maioria deles.
- Mas alguns foram impossíveis alcançar. – Tio Jazz falou irritado por não terem obtido o sucesso total. Tia Lice o abraçou. Eles explicaram várias coisas, inclusive a explosão. Segundo o vô Edward, o Ariel estava sobrecarregado por todos os poderes absorvidos recentemente e quando ele começou a ver os pensamentos do Frederico quebrando todos os meus ossos ele não conseguiu se segurar. Mamãe ofegou e me apertou nos seus braços.
- Oh minha linda. – Papai também me abraçou e eu me senti segura.
- Você acha que eles ainda podem voltar? – Biso perguntou.
- Tudo é possível, mas agora podemos tentar entender esse novo “vampiro”. Eles haviam trago um dos vampiros com “vida”, pra que pudesse ser estudado.
Voltei para o quarto do Ariel e fiquei velando o seu sono. Quando não aguentei mais, recostei minha cabeça em seu peito e dormi.
- Amor... Amor. – Dei um pulo olhando dentro dos olhos negros do Ariel. E o abracei com toda a minha força.
- Você está bem? – Perguntei assusta, ele riu.
- Essa fala é minha. – Ele disse beijando minha testa.
- Eu estou bem, mas fiquei preocupada, não me assuste mais assim.
- Idem.
- Combinado. – Falei sorrindo e estendendo o dedinho.
- Combinado. – Ele respondeu entrelaçando o dele no meu.

***

Era muito bom estar novamente em Forks. O vento fraco, as nuvens cobrindo o céu, a falta do sol, tudo isso era perfeito. Nós tínhamos acabado de voltar e toda a nossa família tinha saído pra caçar.
- É bom estar de volta. – Falei sorrindo, mamãe me abraçou e beijou meu rosto.
- Sim filha, muito bom. – Ariel soltou minha mão e puxou o ar, virando na direção que vinha o cheiro de sangue. Todos corremos e encontramos uma manada de alces. Drenei dois alces em questão de segundos e me ergui olhando pra todos no descampado, era muito bom estar em casa.


Mônica
As nossas vidas logo voltaram ao normal. Graças ao tempo que passamos em Volterra, Sarah e eu estávamos com probabilidade de sermos reprovadas no último ano. Por isso estávamos nos concentrando nos estudos. Mas algo estava me incomodando, Gui estava diferente desde que voltamos da Volterra. Fechei meu caderno e olhei pra janela, a neve caia lentamente, o chão já estava todo coberto por um manto branco.
- Não consigo me concentrar.
- Qual o problema? – Sarah perguntou também fechando o caderno.
- O Gui esta diferente.
- Diferente como?
- Não sei... Mas vou descobrir.
Corri pela floresta silenciosa pensando no que eu deveria fazer, como eu deveria perguntar. Empurrei a porta e ouvi as vozes do Gui e da mamãe na sala, andei até onde eles estavam, parando na entrada.
          
           “esta é a visão da Bia no inicio da fic”
- Bia tem certeza? – Gui a perguntou, o seu olhar estava estranho. – Eu não acho que isso é certo.
- O que não é certo? – Perguntei terminando de entrar. Eles me olharam e então eu entendi. Fui até onde o Gui estava, e esquecendo tudo o que eu queria falar, envolvi sua cintura com meus braços. – Para de pensar nisso.
- Mas não é certo.
- Você me ama? – Eu não o deixaria desistir de nós assim tão fácil. Olhei dentro dos seus olhos. Ele retribuiu ao meu olhar e sorriu fraco.
- Mais que tudo. - Eu pude ver a intensidade em sua voz.
- É só o que importa. – Falei o beijando, Gui me apertou em seus braços e retribuiu ao meu beijo.
- Ok, você o ama, ele te ama, agora mocinha, como andam os estudos? – Me separei do Gui e olhei para mamãe.
- Sarah e eu estudamos a tarde toda, amanhã faremos a prova.
- Okay. Boa sorte querida.
- Bia. – Gui chamou indo até ela. – Eu preciso que você nos dê sua permissão.
- Vocês a tem querido. – Mamãe falou nos abraçando. Ela saiu deixando Gui e eu sozinhos.
- Então era isso?
- Desculpe. Eu tinha medo que ela não aceitasse. Eu me torturei pensando nisso todos esses dias.
- Agora passou.
- Sim passou. Mas tem mais uma coisa que eu quero falar com você.
- Sim? – Perguntei meio receosa.
- Quer namorar comigo?
- Siim! Eu te amo!

Sarah
- E ai? – Perguntei a Mônica enquanto saiamos da sala.
- Acho que vamos pra faculdade. – Ela respondeu sorrindo. Quando chegamos ao estacionamento, Gui e Ariel estavam nos esperando, cada um em uma moto.
- Viemos buscá-las pra comemorarmos.
- Como sabiam que iríamos comemorar? – Perguntei abraçando o Ariel e dando um selinho nele. Como ele já tinha passado não precisou fazer a prova que Mônica e eu fizemos.
- Nós acreditamos em nossas namoradas. – Gui falou sorrindo. – E se não passassem, quem iria nos ajudar na faculdade? – Gargalhamos e vi os olhos da Mônica brilharem. Nós ainda não tivemos respostas das faculdades, mas se tudo desse certo nós quatro iríamos pra faculdade em Seattle. Os meninos nos levaram pra jogar paintball, ficamos o resto do dia jogando, e chegamos em casa cobertos de tinta.
Na mesma semana nossa carta de aceitação na faculdade de Seattle chegou e, claro, a tia Lice preparou a casa para nós.
- Oi girls. – Sarah falou se sentando ao meu lado, na minha cama estava o vestido pra formatura, que era um vestido curto que dava pra ir à formatura e na festa na reserva depois.
- Oie. – Ela passou a mão pelo meu vestido. – Já escolheu o seu? – Perguntei.
- Oh! Sim, tia Lice já o pôs em um cabideiro no meu quarto. – Nós gargalhamos.
- Qual o problema?
- Nenhum... É só que iremos começar uma nova fase, com mais responsabilidade e nós vamos morar sozinhas e com os meninos.
- É. Da um frio na barriga né?
- Se dá, papai já fez mil recomendações.
- Sim, o meu também.
- Quem iria imaginar que o tio Alec se tornaria um paizão. – Sorrimos juntas. Ficamos ali conversando bobeiras até tarde. Mamãe ligou e avisou que a Sarah dormiria em nossa casa. Quem nos visse não diria que passamos tudo o que passamos a menos de um mês atrás.

15 de fev. de 2011

Capitulo 17

Posted by sandry costa On 2/15/2011


Uma nova raça de vampiro
Sarah
Frederico parou próximo a nós e vi seu sorriso asqueroso através do sangue seco no meu rosto.
- Bon giorno. – Eu sabia o que viria a seguir. Dessa vez eles foram pra cima do tio Gui, eles o espancaram muito, tanto que ele quase perdeu a consciência, algo pouco provável para um vampiro. Quando tio Gui já estava com vários ossos quebrados, eles vieram pra cima de mim.
- Por que voocês est-ão fazendo... Isso? – Perguntei, tossindo e cuspindo sangue.
- Por quê? Por que odiamos vampiros fracos. – Frederico respondeu voltando a nos bater. Não demorou e não senti mais nada.
- Sarah, Sarah... Sarah...
- ...Sarah por favor responde... Sarah. – A voz do tio Gui vinha de longe, abri meus olhos e uma cortina de sangue me impedia de ver, limpei meus olhos com as costas da minha mão. Isso não ajudou muito, mas me permitiu ver que minha visão estava borrada com uma névoa. Tentei mexer e vi que eles haviam quebrado meus ossos novamente. – Sarah.
- Estou ok. – Sentei-me respirando com dificuldade. Tornei a limpar meus olhos e eu consegui ver o tio Gui, ele estava amarrado e seu braço e sua perna ainda estavam fora do lugar. – Oh meu Deus, como você está? – Levantei, fui até ele e só então percebi. – Eles não me amarraram. Me aproximei do Gui e tentei soltar a corrente, mas foi impossível. – Isso vai doer um pouco. – Falei enquanto encaixava seu ombro no lugar, o tio Gui gemeu, mas aguentou firme, fiz o mesmo com a sua perna.
- Sarah. – Ele falou e eu olhei para ele. – Está acontecendo alguma coisa, eu não sei o que é. Mas eles não te amarraram e o vampiro que estava nos vigiando não está mais. – Olhei para a porta e vi que ele realmente não estava.
- Isso significa... – Antes que eu terminasse ele estava afirmando com a cabeça.
- Segure-se em mim... Eu não sei o quanto eu vou conseguir nos teletransportar.
- Eu te ajudo.
- Não, você esta fraca.
- Agora não tio Gui, nós precisamos sair daqui, e eu posso te ajudar, não tente me proteger.
- Okay. Vamos nessa.


Mônica

- Fica calmo. – Falei com o Ariel, ele andava de um lado para o outro, impaciente demais pra ficar parado.
- Algo muito ruim está acontecendo.
- Eu sei.
- Não. Ela está sofrendo muito, eu sinto uma dor muito grande. – Eu sabia que o imprinting tinha essas coisas, mas era estranho vê-lo falar assim.
- Vai dar tudo certo.
- Estamos indo. – Zê falou se aproximando, ele passou os braços pela minha cintura. – Nós vamos trazê-los de volta.
- Vamos sim. – Concordei.
Durante o percurso até onde Zê disse que eles estavam todos correram em silêncio, os rostos concentrados e determinados. Jazz fez várias camadas, a primeira com os combatentes mais fortes, entre eles Emmett, Edward, Carlisle e Jazz, sem contar alguns lobos, entre eles o Jake. Na segunda linha os dons mais importantes, a Bella, o Ariel, o papai, a Renata, a tia Jane entre outros. Entramos em uma floresta densa que rodeava toda Florença e logo um cheiro forte, mais doce que o normal de um vampiro nos atingiu.
- O que... – Antes que o Luiz perguntasse apareceram mais de cinquenta vampiros na nossa frente. Eles eram diferentes, todos eles tinham mais de dois metros de altura, seus músculos eram bombados, seus olhos violeta, mas o que mais destacava eram seus dentes, eles tinham presas como os vampiros dos livros de historinhas.
- Que merda é essa? – Emmett perguntou. Pude ver que tanto o Edward quanto o Ariel se concentraram e ambos rosnaram ao mesmo tempo.
- O que? – Carlisle perguntou. Ariel se virou e falou baixo e rápido.
- Eles criaram uma nova raça de vampiros. Eles combinaram o DNA de vampiro com o DNA de lobos normais e injetaram em embriões, que se transformaram nessa nova raça.
- Deus. – Esme falou.
- Eles desenvolveram sua força, agilidade, velocidade, e seus dons e também ganharam presas como os lobos. – Ariel concluiu.
- Finalmente. – Disse um dos vampiros, vindo à frente. – Meu nome é Frederico e não via a hora de encontrá-los. – Sem nenhum aviso os vampiros avançaram, dois deles foram pra cima do Emmett e mais dois pra cima do Jake que já estava na forma de lobo. Edward e Jazz foram ajudá-los e quando eu dei meu primeiro passo senti uma mão em meu ombro.
- Vamos achá-los. – Ariel falou, ao seu lado já estavam a Zê, a Mabel, o Luiz, o Nando, a Jaque e o Rafael. Afirmei com a cabeça e começamos a correr. Não tínhamos corrido três quilômetros e três vampiros King apareceram na nossa frente. Ariel pulou e começou a lutar com um, e nós nos dividimos e enfrentamos os outros dois. Nenhum de nossos golpes fazia efeito neles e então eu senti como se meu corpo estivesse pegando fogo.
- Droga. – Ouvi alguém xingar e logo depois ouvi o som do vampiro sendo rasgado, quando olhei Ariel tinha o rasgado em pedaço. Os outros se juntaram e conseguiram eliminar os outros dois vampiros, em um esforço em conjunto.
Adentramos cada vez mais no meio da floresta e então vimos um portão camuflado.
- Ali. – Zê apontou pra uma porta. Quando abrimos demos de cara com um corredor, todo azulejado com azulejos brancos. O corredor principal acabou e tínhamos três opções.
- É melhor nos separarmos. – Ariel falou e todos nós concordamos. Ficamos Ariel, Zê e eu. Corremos abrindo todas as portas que víamos. Viramos vários corredores, parecia mais um labirinto.
 Isso dói? – Ouvimos alguém perguntar, corremos mais rápido até chegar ao lugar de onde a voz vinha.
          

Sarah
Como nós dois estávamos fracos não fomos muito longe, quando tudo voltou ao normal estávamos em um corredor grande todo branco. Respirei fundo sentindo meus ossos sendo consertados.
- Vamos ter que correr. – Tio Gui falou, ele estava fraco por ter usado seu dom.
- Okay. Vamos nessa. – Corremos um se apoiando no outro, na verdade o tio Gui estava levando boa parte do meu peso, já que eu estava com a perna requebrada.
- Por aqui. – Gui falou e viramos à direita no fim do corredor, dando de cara com dois vampiros, o que estava no nosso quarto todo esse tempo e outro tão grande quanto o primeiro.
- Olha o que temos aqui.
- Droga. – Gui falou e o vampiro gargalhou, deixando a mostra presas como de lobos. Gui deu um passo na direção deles e ele bloqueou o caminho.
- Não tão rápido. – Como se o tio Gui fosse mero humano ele o chutou, quebrando sua perna. Dei um grito pulando na frente do tio Gui. Os dois vampiros riram ainda mais e vieram pra cima do tio Gui e de mim. Nem todas as aulas do tio Jazz e do tio Emm, nem todo o treinamento com os Volturi, nada me ajudou. Eu ouvia o som dos ossos do tio Gui sendo quebrados. Percebi que os olhos violetas do vampiro que estava nos vigiando ficavam brancos.
            - Isso dói? – Ele perguntou ao tio Gui enquanto quebrava sua perna em mais de um lugar, com certeza logo se recuperaria, mas era terrível ter que ficar os vendo fazerem isso.
- Parem. – Implorei.
- O que beleza, está querendo também? – Ele deu um soco na minha cabeça e eu senti o sangue escorrer pelo meu olho. O outro soco foi na minha costela quebrando várias de uma vez. Quando eu me preparei para o outro ataque ouvi um som como o de duas montanhas se colidindo e quando olhei vi que o Ariel o tinha prensado na parede.
- Idiota. – O vampiro rosnou o jogando longe. Ariel nem chegou a cair, voltando logo em seguida pra outro combate com o vampiro. O dom do vampiro não parecia afetar Ariel, e ele parecia estar cego, como se não visse ninguém a não ser o seu oponente.
- Vocês estão bem? – Mônica perguntou vindo até onde o tio Gui e eu estávamos, a Zê estava logo atrás. Eu sabia que os meus ossos logo se colariam de novo e a única coisa que eu temia era pela vida do Ariel. O outro vampiro ameaçou ir para a luta, mas o tio Gui o parou, e com a ajuda da Mônica e da Zê ele o destruiu.
Ariel tinha um corte sobre a sobrancelha, e mancava um pouco quando apoiava o pé direito, mas ele tinha conseguido afetar o vampiro. Os dois se rodeavam esperando a melhor oportunidade para atacar e em um momento falho Ariel ultrapassou a defesa do vampiro e arrancou sua cabeça fora.
- Você esta bem? – Ariel perguntou me abraçando, senti lágrimas quentes tocarem meu ombro e Ariel deu um beijo no alto da minha cabeça. – Tio Gui?
- Estou bem... Vamos sair daqui.
- Vamos sim, os outros precisam de nós.
Quando chegamos onde nossa família e nossos amigos estavam lutando contra os King, vários de nossos aliados haviam sido vencidos, por sorte nenhum amigo mais chegado, porém isso não alivia a culpa. De um momento para o outro Ariel começou a rosnar.
- Segura ele. – Vô Edward pediu, mas já era tarde demais. Ariel avançou pro coração do exercito King, no meio de todos os vampiros bombados, indo em direção ao Frederico. Todo o corpo do Ariel brilhava como o sol e ele rosnava cada vez mais alto. - Se protejam. – Vô Edward gritou e todos nós nos protegemos e no instante seguinte ouvi uma grande explosão e uma luz dourada nos cegou.

11 de fev. de 2011

capitulo 16

Posted by sandry costa On 2/11/2011


Iscas
 Mônica

Gui e eu rapidamente avisamos ao Carlisle e ao Marcos e logo todos estavam em guarda.
- Onde esta a Sarah? – Esme nos perguntou e eu não soube o que dizer.
- No meu quarto. – Gui falou. E era o mais provável. Todos corriam de um lado para o outro no castelo, falando em tom elevado. Chegamos ao quarto e abrimos a porta abruptamente. Sarah e Ariel estavam sentados assustados, as roupas amarrotadas no corpo.
- Qual o problema? – Ariel perguntou.
- Estamos sendo atacados. – Gui respondeu e Ariel e Sarah se levantaram rápido.
- É melhor irmos ver o biso. – Sarah falou e concordamos. Voltamos pra sala do trono e antes de chegarmos lá ouvimos uma explosão alta.
- Oh meu Deus! – Sarah gritou.
- O que... – Zê me interrompeu, ela falou enquanto corríamos.
- Estão forçando a entrada. – Na sala principal tinham vampiros e todos preparados pra lutar.

Sarah
- Todos bem? – Carlisle perguntou e afirmamos com a cabeça. Eles distribuíram os vampiros pelo castelo e eu odiei ter que ficar parada esperando, como se eu não soubesse me defender.  O biso olhou pra nós e nos chamou.
- Ariel, eu preciso da sua ajuda.
- Sim senhor.
- E eu biso? – Perguntei fechando a cara, ele me olhou por alguns segundos antes de falar.
- Gui, você e a Sarah vão examinar a parte subterrânea. – Eu o olhei com os olhos semifechados. Eu sabia o que ele estava fazendo, me tirando daqui de cima, onde tudo iria acontecer, e ainda estava mandando uma babá comigo.
- Gui, cuida dela. – Ariel pediu e eu bufei, me virei e saí. Já estava no último corredor antes de chegar onde tínhamos que ir quando o Gui me alcançou.
- Não os culpem por te proteger, eles te amam.
- É eu sei, mas eu sei me defender. – Caminhamos em silêncio e atenciosamente, olhamos cada porta do subsolo, aqui era a masmorra quando Aro governava, agora havia virado salas de treino. Um barulho baixo me chamou atenção.
- Ouviu isso?
- Sim. – Gui respondeu entrando em modo de ataque, no mesmo instante três vampiros pularam em cima de nós. Gui e eu os atacamos juntos, nós já tínhamos imobilizado um deles quando tudo ficou preto. Tudo era preto, não havia som, eu não sentia dor, eu não podia me mover.

Gui
Abri meus olhos. Sarah e eu estávamos em uma grande sala branca, nós dois estávamos amarrados em uma pilastra de ferro, correntes passavam por todo o meu corpo. Tentei quebrá-las, mas foi impossível. Sarah estava com a cabeça tombada tinha sangue em sua cabeça e eu temi o que eles fizeram com ela.
- Sarah... Sarah. – Ela começou a abrir os olhos e gemeu. – Olha pra mim. – Eu pedi e ela olhou pra onde eu estava. – Você está bem? – Ela afirmou com a cabeça.
- Onde estamos?
- Olha quem acordou. – Um vampiro falou entrando. – Sarah Cullen Black e Guilherme Francis “NA: Nossa foi difícil lembrar o sobrenome dele.”, sejam bem vindos. – Ele veio até bem perto de nós e em um movimento rápido ele deu um soco no rosto da Sarah.
- Wou! – Gritei me chocalhando tentando me libertar. Sarah tossiu cuspindo sangue. – Qual o seu problema?
- Vocês, sua família.
- Quem é você? – Sarah perguntou com a voz fria.
- Oh! Que falta de educação a minha. Eu sou Frederico King, encantado. – Ele fez uma mesura e sorriu. – O futuro rei do nosso mundo. Percebi que tinha outros dois vampiros na porta.
- O que vocês querem conosco? – Perguntei sem compreender o que exatamente eles queriam.
- Nada. Vocês são somente iscas. – Ele saiu e somente um dos vampiros ficou na porta, olhei para a Sarah e seus olhos estavam repletos de medo. Mexi-me tentando meu soltar, se eu pelo menos conseguisse usar meu dom, mas era como se eu não pudesse me teletransportar. Olhei para o vampiro na porta e ele deu um sorriso grande. Apontei minha cabeça pro vampiro na porta.
- Ele esta nos anulando. – Sarah me olhou e afirmou com a cabeça.
- Também não consigo usar meu dom. – Merda.
- Vamos ficar calmos, tudo vai dar certo. – Falei tentando me convencer disso.

Ariel

Sarah saiu irritada e isso me deixou mal, mas era o melhor. Eu sabia que ela era uma ótima lutadora, mas não gostava de vê-la correndo perigo.
- O que vamos fazer? – Perguntei ao Carlisle. Vários outros vampiros se juntaram a nós incluindo a Mônica. – Por que você não foi com eles? – Perguntei irritado, eu não queria ela em perigo também.
- Para Ariel e se concentra.
Saímos pra entrada do castelo e encontramos uns quatro vampiros lutando com o Rafael e a Zê. Nos envolvemos na luta, não demorou muito e um deles se afastou, ele disse algo em Alemão e os outros se afastaram também e foram embora, do mesmo jeito que chegaram.
- Fala sério! – Falei olhando sem entender.
- O que eles queriam? – Mônica perguntou.
- Provavelmente nos assustar. – Voltamos pro salão principal onde todos estavam.
- Onde estão a Sarah e o Gui? – Perguntei olhando em volta. Carlisle também olhou e mandou uma vampira ir atrás deles. Pouco depois ela voltou.
- Eles não estão lá.
- Como? – Perguntei assustado. Fui eu mesmo conferir, percebi que eu não era o único, Mônica, Carlisle e Esme foram juntos. Procuramos em todo lugar, mas nem sinal deles. Em uma das portas estava escrito.

“Fim da era Volturi, início da era King.”

- Eles os pegaram. – Carlisle constatou o óbvio.
- Mas por quê? – Perguntei.
- Por que eles querem que vamos buscá-los. – Esme falou, nos fazendo compreender. – Eles são a isca.

***
        
Em dois dias toda nossa família, incluindo os lobos, estava em Volterra, todos estavam preocupados. Eles fizeram planos de ataque, Jazz ajudou a organizar os grupos de resgate.
- Temos que descobrir onde eles estão. – Marcos falou.
- Eu posso ajudar. – Zê falou e se concentrou. – Norte de Florença. – No mesmo instante todos começaram a se organizar pra irmos atrás deles.
- Como você está? – Perguntei a Mônica, ela virou o rosto pra que eu não visse seus olhos.
- Bem.
- Vai dar tudo certo. – Falei a abraçando.

Sarah
Os dois dias seguintes passaram lentamente. Eles me torturavam fisicamente e psicologicamente, eu só não sabia o que eles queriam, Gui achava que era só pra me ver sofrer. No segundo dia eles começaram a agredi-lo também, mesmo não tendo o mesmo efeito que em mim. Meu corpo todo doía e minha cabeça latejava.
- Sarah. – Gui me chamou e eu esforcei pra olhar pra ele. – Aguenta firme, nós vamos dar o fora daqui. – Eu já havia percebido que eles não pretendiam nos entregar para nossa família, nós éramos brinquedos descartáveis, já que eles já tinham conseguido o que queriam. Provavelmente agora toda nossa família estava em Volterra se preparando pra vir atrás de nós.
- Eles... Não podem... Vir. – Falar era difícil, eu sentia como se todos os meus ossos estivessem quebrados.
- Quem? – Gui perguntou atordoado.
         - Nos-sa família. É uma... Emboscada. – Gui não respondeu. Ouvimos a porta bater e logo dois vampiros estavam na nossa frente, atrás deles estava Frederico King.


4 de fev. de 2011

capitulo 15

Posted by sandry costa On 2/04/2011


Sarah
Entrega


NA/ desculpem o nome sem graça, estava sem criatividade para o nome, espero que gostem do capitulo, detalhe faltam somente tres capitulos para terminar

Caminhamos pelo castelo. Mônica e eu mostramos tudo para o tio Gui, afinal o Ariel já conhecia o castelo. Enquanto nós caminhávamos, eu estava consciente da mão do Ariel acariciando a minha e tudo o que eu queria era ficar a sós com ele. Percebi o clima entre a Mônica e o Gui e, seguindo minhas intuições, chamei Ariel discretamente e entramos em uma das portas.
A porta dava em uma escada em espiral que ia até uma das torres do castelo. A vista lá de cima era perfeita, dava pra ver toda a cidade, que estava toda iluminada. A lua parecia estar a apenas um palmo de nossas mãos, o vento tocava nossos rostos suavemente e uma fragrância floral nos envolveu. Sem dizer nada, Ariel me tomou em um beijo calmo, mas com tanto amor que eu parecia flutuar. Ele pôs a mão em minha cintura e me puxou pro seu abraço quente, enquanto sua língua explorava cada pedaço da minha boca.
- Senti sua falta. – Ariel falou quando nos separamos.
- Eu também, todos os dias. – Abracei o Ariel com força. – Nunca mais vamos nos separar.
- Nunca. – Ariel deu um beijo no meu ombro e subiu por meu pescoço acendendo um fogo em meu baixo ventre, ele passeou sua língua por meus lábios e me beijou com luxúria. Sua mão subiu hesitantemente por minha barriga, levantando minha blusa até tocar meu seio por sobre minha lingerie. Gemi baixo e aprofundei ainda mais nosso beijo. Ariel desabotoou o fecho do meu sutiã, que era na frente e senti minha calcinha molhar quando senti seu toque quente em minha pele. Nos separamos e ele retirou minha blusa, seus olhos se prenderam em meus seios e ele mordeu o lábio. Ele voltou a me beijar e suas mãos se encarregaram de me levar à loucura enquanto ele tocava meus seios, intercalando ambos. Ariel desceu sua boca, beijando meu pescoço, colo e chegou aos meus seios, senti seus lábios o tocarem e senti minhas pernas bambearem, o gemido que eu dei não foi nem um pouco baixo. Seus lábios foram substituídos por suas mãos e ele voltou a me beijar, eu sentia meu corpo em ebulição.
Ariel se separou de mim e procurou ao redor.
- O que foi? – Perguntei alarmada. Ele pegou minha blusa e me entregou. Eu a peguei atônita, sem entender. – Por quê? – Minha voz demonstrou todo o desespero que me consumiu. Ele realmente não me queria? Ariel deu um sorriso torto entendendo o que eu estava pensando.
- Não. Eu quero tanto quanto você, mas não aqui. – Ele disse, me lembrando de que nós estávamos na torre do castelo. Senti meu rosto queimar e olhei para baixo, vestindo rápido minha blusa. Ariel levantou meu rosto. – Mais tarde. – Ele sussurrou voltando a me beijar. Foi difícil acalmar meu coração e meu corpo.
Descemos e encontramos a Mônica e o tio Gui. Percebi que tínhamos interrompido algo, mas eles não se importaram, pelo contrário, estavam imensamente felizes. Conversamos e por fim nos decidimos a passar mais um tempo em Volterra. Quando chegamos ao nosso quarto perguntei à Mônica.
- Agora conta! – Como eu suspeitava, havia realmente algo entre o tio Gui e ela. – Você se apaixona e foge? – Perguntei sarcástica.
- Ele é o irmão da minha mãe, meu tio. – Fiz uma careta.
- Isso é ridículo. – Pois pra mim isso realmente era ridículo.
- Agora eu sei. – Mônica falou sorrindo.
- Que ótimo!            
- Que ótimo!
Não toquei mais no assunto. Não demorou e Mônica estava dormindo. Saí andando na ponta dos pés, eu precisava tomar um ar, e tinha a esperança de encontrar o Ariel. Fui até a cozinha e tomei um copo de suco, passeei pelo salão de jogos e o salão principal.
- Está sem sono? – Nando perguntou vindo até mim. – Aquele é seu namorado? – O olhei sem acreditar que ele estava tocando nesse assunto, eu nunca tinha dado liberdade a ele.
- Olha, isso...
- Algum problema, amor? – Ariel perguntou me abraçando pelas costas. Ele encarou o Nando com um olhar feroz, toquei seu rosto, nós tínhamos um código já que ele não gostava de ler meus pensamentos, pra me dar privacidade, sempre que eu queria dizer alguma coisa só pra ele, eu tocava seu rosto. “Fica calmo” pedi, ele me olhou já visivelmente mais calmo. “vamos sair daqui, tenho planos pra hoje noite.” Falei sugestivamente, um sorriso brincou nos seus lábios.
- Problema algum, vem. – Saímos, deixando Nando bufando atrás de nós.
- Planos pra hoje a noite é? – Ariel perguntou sorrindo quando nos afastamos. Senti meu rosto corar e ele sorriu beijando meu pescoço. Caminhamos abraçados até chegar ao quarto dele, o olhei espantada.
- E o tio Gui? – Perguntei antes de Ariel abrir a porta.
- Ele foi caçar. – Ele disse já me puxando pra um beijo feroz. – Eu senti sua falta todos esses dias. – Ariel falou quando nos afastamos.
- Eu também. Mas agora estamos juntos. – Voltamos a nos beijar com amor e desejo, seus lábios desceram lentamente pelo meu pescoço, deixando um rastro quente onde ele tocava. Minhas mãos agarraram seu cabelo e mordi o lóbulo da sua orelha o fazendo gemer rouco. Suas mãos subiram se livrando da minha blusa e começou a passá-las pelo meu corpo. Tocando. Conhecendo. Ariel abriu o fecho do meu sutiã e capturou meu seio com sua boca, eu ofeguei sentindo meu baixo ventre ferver diante do seu toque.
- Eu te amo. – Ariel falou olhando pra mim.
- Eu também... – Tentei responder, mas suas carícias recomeçaram me impedindo de terminar. Seus lábios voltaram para os meus e suas mãos tiraram minha bermuda, tocando minha intimidade por cima da calcinha. Arfei levantando meu corpo e provocando contato com o seu membro. Ariel afundou sua mão em minha cintura, gemendo alto. Retirei sua bermuda e sua boxer e Ariel desceu lentamente minha calcinha passando sua mão por minha perna. Ele me olhou com devoção nos olhos.
- Perfeita. – Ele sussurrou, passei minhas mãos por seu peito, abdômen e baixo ventre e seu pomo de adão se contraía e erguia rapidamente. Ariel desceu sua mão por minha barriga até tocar minha intimidade e acariciou meu clitóris.
- Hum. – Gemi baixo. – Ariel. Por favor. – Supliquei serpenteando meu corpo pelo dele. Sua temperatura se elevou imediatamente e ele se posicionou entre minhas pernas.
- Amor eu não tenho experiência, e se eu te machucar...
- Você não vai. – Falei o interrompendo. – Só me ame.
Ariel me penetrou lentamente rompendo a minha barreira da virgindade e me fazendo sua. Ele começou a se mexer cada vez mais rápido tirando toda minha sanidade. Espasmos percorriam todo meu corpo e cada toque seu mandava ondas de fogo pro meu ventre.
- Eu vou... Ah! – Senti tudo explodir dentro de mim, meu corpo desabou mole na cama, minha respiração saía com dificuldade, Ariel olhou nos meus olhos, seus olhos radiantes e vitoriosos.
- Minha vida.
- Eu te amo.
Adormeci nos braços do homem da minha eternidade.
***
Acordei ouvindo vozes exaltadas, me levantei em um pulo e tremendo por causa do susto.
- Ariel. Ariel acorda. – Ariel acordou também assustado e me olhou sem entender o que estava acontecendo. – Ouvi. – Falei e paramos pra prestar atenção.
- Quem... – A porta abriu com tudo interrompendo minha pergunta.
Mônica

Fingi não ouvir a Sarah saindo do quarto e tentei dormir. Pouco depois ouvi uma batida leve, fui rapidamente até a porta e a abri.
- Gui?
- Vem comigo.
- Pra onde?
- Confia em mim.
Gui e eu nos sentamos em uma rocha depois de caçarmos, a lua estava cheia no céu e eu fiquei a admirando. Gui acariciou meu cabelo, seus olhos inseguros.
- O que foi? – Perguntei sem entender por que ele tinha ficado em silêncio de repente.
- Nós estamos fazendo a coisa certa, não estamos? – Eu não sabia a resposta pra sua pergunta, mas não poderia ser errado já que eu o amava tanto.
- Não é errado. – Falei olhando nos seus olhos. Meus olhos voltaram pra lua e ele riu baixo, o olhei interrogando e ele sussurrou baixo em meu ouvido.

Tá vendo aquela lua que brilha lá no céu
Se você me pedir eu vou buscar só pra te dar
Se bem que o brilho dela não se compara ao seu
Deixa eu te dar um beijo vou mostrar o tempo que perdeu.

A música era perfeita e sua voz a tornava irresistível. Mesmo não querendo interromper a perfeita melodia, me joguei em seu colo e minha boca buscou a dele faminta de desejo.
- Eu amo você Mônica. – Gui falou intensamente, seus olhos presos nos meus. Não adiantava negar, eu também o amava inegavelmente.
- Idem. – Falei com um sorriso voltando a beijá-lo. Tateei seu rosto com meus dedos guardando em minha mente cada mínimo detalhe. Gui acariciou minhas costas e beijou meu pescoço.
- Me mande parar se estiver indo rápido demais. – Gui pediu, mas tudo que eu menos queria era parar. Ele retirou minha blusa admirando meus seios, suas mãos desceram pelo meu colo, e os acariciou, continuou descendo até chegar ao cós da minha bermuda e a desabotoou. Eu me concentrei em respirar e acabar com seu cabelo. Puxei sua camisa e ele ajudou a tirá-la, nos livramos das outras peças de roupas e Gui me voltou pro seu colo, nossas intimidades se tocando e nos levando ao delírio.
- Gui, por favor. – Implorei arqueando meu corpo no dele. Gui me reposicionou e me encaixou lentamente em seu membro. Ele me deixou ditar o ritmo e eu comecei a me mexer, minhas unhas cravaram em suas costas e Gui apertou minha cintura, seu toque parecia passar minha carne e atingir meus ossos. Com mais alguns movimentos senti uma onda de prazer intenso explodir dentro de mim e gememos juntos nossos nomes. Coloquei minha cabeça no encaixe do seu pescoço e fechei meus olhos, minha intimidade contraída contra seu membro e espasmos por todo o meu corpo.
- É certo. – Gui sussurrou. – Muito certo.
Ouvimos vozes ao longe e um arrepio ruim passou por meu corpo.
- Oh, não. – Sussurrei.
- Vem. – Gui pegou nossas roupas e nos escondemos atrás de uma árvore. Mais de dez vampiros apareceram dentre as árvores. Entre eles estava o vampiro que vimos na França. Gui me abraçou e senti como se o ar acabasse em nossa volta e estávamos no meu quarto no castelo.
- Quem eles eram? – Gui perguntou, e um nome veio em minha mente.
- Os King.