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26 de mar. de 2011

Capitulo 18

Posted by sandry costa On 3/26/2011



O Aviso

 Narradora

Oliver havia saído do quarto de Catherine e adentrado na floresta com uma velocidade sobrenatural. Seu coração de gelo havia voltado há bater poucos segundos atrás, mas naquele momento havia se tornado em pedra novamente.
Novos sentimentos estavam se aflorando em Oliver, mas o que predominava era o medo.
Medo de ter agido errado e ter trazido sérias conseqüências baseadas em seus atos. Oliver só queria uma pessoal naquele mundo e por ela era capaz de tudo, só para poder ter a jovem Catherine em seus braços novamente. Mas será que ele conseguiria? Seria capaz de amá-la sem machucá-la mais do que já machucou. Seria certo colocar a vida de sua amada em perigo? Ele seria capaz de protegê-la de todo o mal sobrenatural que cercava seu mundo. Seria capaz de cumprir com sua promessa por mais que não quisesse? E se não conseguisse o que faria?
Oliver correu pela floresta por longos minutos. Sua cabeça girava. Sua mente parecia não colaborar e por incrível que parece seu peito doía. Oliver parou de correr e encostou-se em uma grande árvore. Sentou-se no chão e ali pensou em tudo. Em tudo que fizera naqueles 10 meses e tudo que seria capaz de fazer dali em diante. Se ele pudesse estaria chorando.

***

Oliver saiu de seus devaneios com o toque de seu celular. Celular que conseguira com Rachel poucos antes de partir. Oliver pega o aparelho e olha no visor
“Número desconhecido”
Oliver pega o celular e atende.
-Alo?
-Me diz onde você esta? – Oliver não reconhece a voz de imediato, mas suspeita que seja Rachel.
-Quem fala?
-Você disse que não ia chegar perto dela Oliver. Onde você esta nesse exato momento?
-Rachel me escute eu estou em Seattle e...
-Sai daí agora Oliver
-Rachel do que está falando? Eu não fiz nada eu...
-Não foi isso que Xavier me contou.
O silêncio predominou nenhum dos dois falava e nem mesmo podiam ouvir suas respirações.
-Eu só tenho uma coisa para lhe dizer, ELE ESTA MENTINDO.
-Espero que esteja certo Oliver
-Eu fiz uma promessa e cumpro o que eu falo.
-espero que não esteja mentindo Oliver, não tente me enganar porque eu tenho quem te vigie.
-Isso é uma ameaça?
-Não, encare isso como um aviso.
TUM... TUM... TUM...
Oliver desliga o celular irritado. O medo que tinha sentido antes não era nada comparado ao que sentia agora. Rachel era uma vampira determinada e vingativa e agora ele não estava lá para desmentir, ou melhor, mentir sobre o que Xavier dizia.

Catherine

-Catherine, por favor, me diga o que esta acontecendo. – Tony perguntava para mim enquanto acariciava meus cabelos.
-Eu o vi Tony eu juro que vi. – Eu disse em um sussurro. Ele se fora e agora voltara para mim. Eu não estava louca. Eu sabia o que tinha visto, era ele, era meu Oliver.
Todos esses meses eu pensei que ele pudesse ter sido seqüestrado. Tivesse em algum lugar passando frio ou fome. Perdido pedindo socorro. Eu cheguei a pensar que ele estivesse morto, mas não ele estava vivo e viera me ver. Era um aviso para eu ficar.
Quando recebi a notícia de seu desaparecimento eu fiquei em choque. Estava tudo pronto. Meu casamento ia ser o mais lindo de toda a cidade. O vestido de noiva, o salão, o Bufet, os convidados, os padrinhos e a viagem de lua de mel estavam tudo acertado. Faltavam algumas horas para o meu dia, para eu ser esposa de Oliver McGonagall mas tudo acabou quando eu recebi a noticia que me fez ter a vontade de morrer.

Flash Back ON.

-Esse vestido esta perfeito em você minha filha. – Mamãe dizia enquanto eu fazia a ultima prova do meu vestido de noiva.
-Ah! Eu estou tão nervosa mãe, daqui algumas horas eu vou me casar. – Eu disse dando uma volta com meu vestido e me olhando no espelho.
Eu estava linda. Meu vestido era branco, um clássico, ele todo rendado com mangas compridas. Ele vinha justo ate a cintura e depois se abria levemente.




Toc Toc.
-Ai meu Deus será que é o Oliver? – Eu me desesperei. Eu não queria que ninguém me visse vestida de noiva. Dizem que da azar.
Mamãe se levantou da poltrona que estava sentada e foi até a porta. Abriu-a só um pouco para certificar-se que não era Oliver.
Minha mãe olhou e abriu a porta e para meu alivio era meu irmão.
-Mãe eu preciso falar com a... – Ele parou de falar e me encarou de cima em baixo. – UAU! – Ele exclamou. – Você esta linda minha irmã.
-Obrigado. – Disse um pouco corada.
-O que você faz aqui Anthony? – Mamãe perguntou.
-Bem é que...
-Diga logo. – Ela exigiu.
-Oliver sumiu.
-O que? –Virei-me para encará-lo.
-A policia acha que ele foi seqüestrado Catherine, ou que ele esta morto

Flash Back Off.

Depois disso que não vi mais nada. Só me lembro que acordei no hospital. Meu casamento havia sido desmarcado e Oliver havia sumido.
-Catherine. – Sai dos meus devaneios com a voz de Tony. Ele ainda continuava ali, parado, esperando alguma reação minha.
-Tony eu...
-Vamos embora Catherine. Vamos perder o avião se continuarmos aqui.
-Como?
-Catherine você esta bem? – Ele parou e me encarou esperando alguma resposta.
-Como assim nos vamos embora eu...
-Catherine você ficou louca. Vamos-nos mudar para Londres. Nossos pais estão nos esperando. Anda nos vamos perder o avião. – Ele disse já pegando minhas malas em cima da cama e caminhando em direção a porta.
-Eu não vou Anthony. – Disse antes que ele saísse.
-Como é? – Tony jogou as malas no chão e virou-se para mim.
-Eu não vou. Você vai. Não vou sair daqui.
Tony me encarou. Seu semblante era triste. Todo esse mês Tony me amparou. Confortou-me. Ficou ao meu lado. Eu estava sendo injusta com ele, mas não, eu não poderia ir embora. Não mais.
Meu irmão suspirou pesadamente.
-É isso que você quer? Preferi ficar nessa casa imaginando com seria se sua vida com o Oliver. Quer ficar aqui se lamentando esperando ele voltar se é que vai voltar? Pois bem, que fique só que sozinha. – Ele jogou as malas no chão e saiu batendo a porta.
Eu nada disse. Não me manifestei, não o impedi. Apenas fiquei ali parada naquele quarto sem dizer uma só palavra. Caminhei lentamente até a janela a tempo de ver o carro de meu irmão cantando pneu no asfalto e virando a esquina.
Podem dizer que eu estou maluca. Mas ninguém sabe o que é acordar todos os dias e ver o lado de sua cama vazia. Ter esperanças de que seu amor vai voltar para seus braços. Ter esperança de que ele esta vivo em segurança e de que ele não te abandonou.
Eu não tive uma visão do meu amor. Não foi apenas uma imagem, uma alucinação. Foi um aviso. Um aviso de que eu precisava ficar e que ele voltara pra ficar comigo.

"Pessoal espero que tenham gostado do capítulo que eu fiz pra vocês. Peço desculpas pelo atraso, mas nesses dias eu estou com muitas provas escolares pra fazer e isso me deixa com pouco tempo para a fic, mas mesmo assim espero que tenham gostado desse capítulo. A fic esta chegando em uma parte muito importante, não vai demorar para os cullens aparecerem e ai... kkkkkk' deixa pra lá =)
Antes que eu me esqueça, estou postando uma nova fic aqui no BET e gostaria muito que vocês acompanhace ela =) Isso iria me deixar muito, muito, muito feliz, pois é a minha primeira fic de suspense *-*

Olhem a sinopse:

Não confie em ninguém.

Há oito anos, enquanto comemoravam o aniversário de seu primeiro beijo, o Dr. Edward Cullen e sua esposa Isabella, sofreram um terrível ataque. Ele foi golpeado e caiu no lago, inconsciente. Ela foi raptada e brutalmente assassinada por um serial killer.
O caso volta à tona quando a polícia encontra dois corpos enterrados perto do local do crime, junto com um taco de beisebol usado para nocautear Edward. Ao mesmo tempo, o médico recebe um misterioso e-mail, que, aparentemente, só pode ter sido enviado por sua esposa.
Esses novos fatos fazem ressurgir inúmeras perguntas sem respostas: Como Edward conseguiu sair do lago? Bella esta viva? E se estiver de quem era o corpo enterrado oito anos antes? Por que ela demorou tanto tempo para entrar em contato com seu marido?
Na mira do FBI como o principal suspeito da morte da esposa e caçado por um perigoso assassino de aluguel, Edward Cullen contará apenas com o apoio de sua melhor amiga Alice, da sua celebre advogada e irmã Rosalie e de um traficante de drogas para descobrir toda a verdade e provar sua inocência.

Bem gente é isso =)
Espero que tenham gostado!!!
beijinhuuuus *-*

13 de mar. de 2011

capitulo 17

Posted by sandry costa On 3/13/2011



Reencontro

Oliver

Muitas coisas na vida não possuem sentidos. A forma como somos gerados. O modo como agimos. O modo como ficamos com raiva se algo não da certo sendo que poderíamos tentar de novo e de novo até alcançar os nossos objetivos. Alguns sentimentos são inexplicáveis. Porque choramos quando perdemos alguém que amamos? Saudades? De que? Essa não é a lei da vida? Nascer, crescer e morrer? Não seria mais fácil erguer a cabeça, voltar a viver sua vida e pensar nos momentos bons que você teve com essa pessoa ao em vez de chorar e chorar por alguém que nunca mais vai voltar?
O que é dor? É um aperto no coração que faz você sofrer e se arrepender de tudo que fez te deixando com ódio de si mesmo.
Solidão? É um vazio que te faz desejar ter alguém por perto para te fazer companhia nas noites vazias e sombrias da sua vida.
Arrependimento? É quase igual uma dor só que mil vezes pior.
Paixão? Sentimento indeciso. Algo gostoso de sentir é um frio na barriga que você tem quando vê a pessoa que ama se aproximando. É uma incerteza que te leva a pensar se é certo ou não investir em um relacionamento.
Amor? É o que eu sinto por uma pessoa que insiste em dizer que eu não sou bom o bastante para ela. É o sentimento que eu recebi de uma pessoa que abandonei. É o que eu destruí por vingança.

Catherine

-Catherine? Vamos, nos temos que pegar o avião daqui uma hora.
-Já estou indo Tony. – Disse derrotada.
Eu estava olhando para janela do meu quarto. Era o que eu sempre fazia desde que ele sumiu. Onde será que ele estava? O que estava fazendo? Será que estava vivo? Morto? Meu Deus me ajude a encontrá-lo não consigo viver em um mundo onde ele não esteja.
Senti uma mão nos meus ombros e olhei para trás e vi meu irmão segurando meus ombros me obrigando a olhá-lo.
-Nós vamos encontrá-lo minha irmã, não fique assim. – Ele passou os dedos no meu rosto enxugando as lágrimas que caiam.
-Espero que sim Tony. – Disse já o abraçando.
-Vamos, temos que ir. – Ele me deu um beijo na testa e pegou minhas malas saindo do quarto. E me deixando a sós para me despedir de suas coisas. Iria começar minha vida nova sem ele. Era uma dor terrível me despedir de suas coisas sem saber onde ele está. Se está pensando em mim. Se está perto ou longe. Se ainda me ama. Caminhei até seu closet. Peguei duas roupas e me permiti cheirá-las para guardar o seu cheiro comigo. Respirei fundo permitindo ter suas boas lembranças para sempre.
Era muita dor para uma só pessoal. Eram muitos “e se” nessa história. Mas tinha algo que não se encaixava. Como alguém pode desaparecer misteriosamente? Impossível.
Respirei fundo e guardei suas roupas de volta no lugar, onde desde o seu desaparecimento elas nunca saíram.
Virei-me disposta a começar minha vida novamente. Respirei fundo para me manter calma e continuar com minhas esperanças. Ergui minha cabeça e fiquei em choque. Minha voz não saia, minha visão ficou turva, meu corpo não reagia, minha cabeça girava e por um momento pensei estar vendo coisas. Tendo alguma alucinação, mas não, era ele.
-O... Li... Oliver. – Eu gaguejei.

Oliver

Estava a alguns metros de distância de sua casa. Estava parado a poucos metros do portão de entrada da casa da família González. Minha Catherine estava lá eu podia sentir isso. Era como se um imã me conduzisse até ali. Não me lembrava de sua casa tinha poucas lembranças de minha vida humana, mas Catherine era uma lembrança nítida que nunca iria ser esquecida. Nem em séculos e séculos.
Eu queria poder ir lá. Queria vê-la. Mas será que eu era capaz? Poderia vê-la sem machucá-la?
E se ela não me amasse mais? Se estivesse com outro? O que eu faria? Fiz tudo o que fiz. Menti muito para poder estar aqui com ela, mas e agora? Conseguiria me controlar para vê-la, abraçá-la e beija-la como nunca fiz.
Já cheguei até aqui e agora tenho que ir até o fim. Tenho que me controlar o bastante. Ela é minha amada, a única pessoa que eu mais amo nesta minha vida. Se é que eu tenho uma.
Sai dos meus devaneios quando o portão da casa se abriu. Não reconheci o homem que saiu com três malas da casa as colocando no porta malas de um carro. Era como se já o visse várias e várias vezes, mas não o reconhecia. Ele caminhou em volta do carro. Ele checou os pneus e voltou novamente para dentro da casa. Quem era ele? Droga eu realmente não conseguia me lembrar.
Quem souber que se dane. Desci da moto e caminhei em direção a casa. Percebi que havia algumas pessoas no andar de baixo era minha deixa para entrar na casa.
Caminhei até a varanda e ali avistei uma janela. Havia alguém ali? Será que era ela? Olhei para um lado e para o outro e como não tinha ninguém escalei a janela e entrei no quarto. Essa era a vantagem de ser vampiro. Eu entrava em qualquer lugar.

Meu Deus... Não estava acreditando. Esse era o quarto dela. O quarto de Catherine. A cama de casal branca com uma colcha vermelha combinava com a decoração branca e vermelha do quarto. As paredes brancas com desenhos em tom vinho eram incrivelmente perfeitas. Depois de oito meses, quase um ano tudo ainda continuava no seu devido lugar.
Tinha algo de errado ali. Aquele cheiro adocicado, cheiro que inebriava o quarto era dela? Só podia ser dela. Senti uma respiração acelerada atrás de mim. Virei-me calmamente para trás e como se eu pudesse entrar em um transe ou miragem eu a vi.
-O... Li... Oliver. 
Catherine estava ali. Diante dos meus olhos. Com a respiração acelerada, os olhos arregalados em um transe como se estivesse batalhando com sua mente para decidir se o que via era real. Era incrível como ela continuava do mesmo jeito. Não havia envelhecido praticamente nada. Os cabelos castanhos escuros curtos, o tom branco da pela com a maça do rosto rosadas, os olhos castanhos claros provocavam um contraste incrível com o tom da pele. Ela ainda continuava linda como antes.
Toc... Toc...
Sai dos meus devaneios com as batidas na porta. Ela ainda me encarava como se eu fosse alguma alucinação ou assombração que havia aparecido em seu quarto.
-Catherine, eu posso entrar? – Eu tinha pouco tempo. Apenas alguns segundos pra memorizar seus traços e seu chei... O cheiro dela. Era tão tentador.
Dei alguns passos em sua direção e fiquei apenas alguns centímetros de distância de seu rosto. Aproximei-me mais e sem demora dei um singelo beijo em sua bochecha e sai pela janela antes que alguém entrasse.

Catherine

-Catherine, Catherine você esta me ouvindo? – Tony me chacoalhava pelos ombros, mas eu estava inerte a tudo. Por um longo minuto, por um minuto eu jurei ter o visto. Ter sentido seus lábios no meu rosto. Ter visto o seu rosto totalmente mudado. Era como estar em um pesadelo e um sonho ao mesmo tempo. Felicidade se misturando com medo e terror. Era ele? E se fosse? Como? Minha mente me enganou tão bem? Seus olhos vermelhos me fitaram como se estivesse memorizando ou relembrando cada pequena parte do meu ser, como se enxergasse minha alma. Levei minha mão para minha bochecha relembrando do beijo frio que acara de receber. Ele estava vivo?
-Catherine esta me ouvindo? – Olhei para meu irmão e a única coisa que fiz foi abraçá-lo e chorar em seus braços. Meu coração dizia que era ele. Só que totalmente diferente.

9 de mar. de 2011

capitulo 16

Posted by sandry costa On 3/09/2011



Seattle.

Oliver

Pilotei com toda a velocidade que podia, a moto era rápida e seguia em alta velocidade pela estrada desviando dos carros e desobedecendo todas as leis de trânsito.
Minha cabeça girava e girava. Um lado do meu ser queria poder reverter tudo que eu fiz. Queria poder voltar a atrás e não ter magoado quem eu magoei. Porem o outro lado me dizia para seguir em frente. Agora era tarde de mais, não adiantava se culpar por uma decisão que traria sérias conseqüências.
Eu estava disposto a enfrentar tudo que viesse pela frente de cabeça erguida. Eu só não queria ferir mais ninguém nessa historia. Eu havia feito à coisa certa? Será que valeu a pena fazer tudo aquilo? Machucar quem eu não queria?  

Linkin Park : What I’ve Done 


In this farewell
There’s no blood
There’s no alibi

Nesta despedida.
Não existe sangue
Não existe álibe.

Cause I’ve drawn regret
From the truth
Of a thousand lies

Porque eu estava fardado a remorso.
Da verdade
De milhares de mentiras.

Talvez eu tivesse sido precipitado de mais. Talvez não devesse ter agido daquela forma. Ter sido um monstro, um mentiroso tentando alimentar meu ego. Tentando se vingar de algo ridículo.
Eu estava marcado para morrer desde que cruzei aquele beco. Mas não, minha solidão, minha dor se transformou em raiva e ódio. Deixei que o lado vingativo se sobressaltasse. Fechei-me diante da verdade e não quis aceita-la fazendo estragos maiores do que deveria. Magoei quem não deveria. Transformei o amor de alguém em ódio e vingança e com toda certeza decepção.
Rachel não merecia isso. Ela acreditou facilmente na minha mentira. Uma única vez, só precisou de um dia de amor para ela acreditar em mim. Xavier a amava eu podia ver isso em seus olhos, mas ele me tirou a pessoa amada.
Se formos analisar ele não a tirou apenas fez com que eu não pudesse mais estar ao seu lado. Mas eu não estou aqui? Indo ao encontro dela? Será que valia a pena? E se Catherine não me amasse? O que eu poderia fazer sozinho? Absolutamente nada.

So let mercy come
And wash away.

Então deixe a misericórdia vir
E me fazer esquecer.

What I’ve done
I’ll face myself
To cross out
What I’ve become.

O que eu fiz!
Eu vou enfrentar a mim mesmo.
Para apagar
O que me tornei.

Erase myself
And let go of
What I’ve done

Apagar minha vida.
E deixar ir embora
O que já fiz.

Vou esquecer o que acontecer. É injusto, mas essa é minha realidade. Esse sou eu. Tentando correr atrás do tempo perdido. Deixando o meu ser de lado e ouvindo meu coração. Tentando apagar as minhas fracas lembranças do passado e indo ao encontro do futuro, do meu eterno amor.
Acabou. Eu menti, eu errei, eu desfiz o amor entre duas pessoas, eu acabei com a vida de ambas. Iludi, dei falsas esperanças, mas não me arrependo, eu estou aqui e não importa mais ninguém a não ser eu mesmo. Não importa o que acontecesse eu vou encarar. Não vou fraquejar. Esse sou eu indo um busca da pessoa amada.
Eles precisam se colocar no meu lugar. Alguém faria diferente? Não. Eu não faria diferente.
Aumentei a velocidade. Eu já podia avistá-la. Seattle estava próxima. O lugar onde eu nunca devia ter saído. Onde nada devia ter acontecido. Onde as coisas iriam mudar. Eu só não sabia se era para melhor ou para pior.

Put to rest
What you thought of me
While I clean this slate

Coloque para descansar
O que pensou de mim,
Enquanto eu limpo essa lousa

With the hands
Of uncertainty
So let mercy come
And wash away.

Com as mãos
Da incerteza
Então deixa a misericórdia vir
E me fazer esquecer.

What I’ve done
I’ll face myself
To cross out
What I’ve become.

O que eu fiz
Eu vou enfrentar de frente
Para apagar
O que me tornei

Erase myself
And let go of
What I’ve done

Apagar minha vida.
E deixar ir embora
O que já fiz

Já estava fora da estrada. Pilotava pelas ruas de Seattle pegando o caminho mais rápido para casa. Eu Precisava vela nem que fosse de longe. Precisava sentir seu cheiro. Ver seu rosto. Precisava dela. Em poucos minutos estaria em sua casa. Em seus braços. Será? E se ela não me quiser? É um risco a se correr. Eu posso voltar? Consigo voltar e deixar isso para trás? Não. Eu já cheguei até aqui. Vou esquecer tudo que aconteceu, não interessa o que pense de mim ou o que faça. Só me preocupo com uma pessoa. Catherine.

For what I’ve done
I’ll star again
And whatever thing way come.

Em razão do que fiz
Eu vou começar novamente
E o que quer que venha.

Today this ends
I’m forgiving

Hoje acabará
Estou clemente

What I’ve done

O que eu fiz.

I’ll face Myself
To cross out
What I’ve Become

Eu vou enfrentar a mim mesmo
Para apagar
O que me tornei.

Erase myself
And let go of
What I’ve done

Apagar minha vida
E deixar ir embora
O que eu já fiz.

What I’ve done (Na, Na, Na)
I’m forgiving What I’ve done (Na, Na, Na)

O que eu já fiz (Na, Na, N.).
Estou pedindo perdão pelo que eu fiz (Na, Na, Na.).